{"id":8881,"date":"2017-07-07T16:32:36","date_gmt":"2017-07-07T16:32:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/?p=8881"},"modified":"2017-07-07T16:32:36","modified_gmt":"2017-07-07T16:32:36","slug":"adcap-net-07072017-uniao-gasta-r-15-bi-com-propaganda-em-2016-estatais-puxam-queda-de-27-veja-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/adcap-net-07072017-uniao-gasta-r-15-bi-com-propaganda-em-2016-estatais-puxam-queda-de-27-veja-mais\/","title":{"rendered":"Adcap Net 07\/07\/2017 &#8211; Uni\u00e3o gasta R$ 1,5 bi com propaganda em 2016; estatais puxam queda de 27% &#8211; Veja mais!"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: justify;\">Receita Federal apreende mais de mil animais contrabandeados por correspond\u00eancia<\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">G1\/S\u00c3O PAULO<br \/>\n6\/7\/17<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cobras, escorpi\u00f5es e salamandras foram retidos em for\u00e7a-tarefa do Ibama, Receita Federal e <strong>Correios<\/strong> nas \u00faltimas duas semanas em S\u00e3o Paulo. Ibama, Receita Federal e Correios apreendem mais de mil animais em correspond\u00eancias Uma for\u00e7a tarefa do Ibama, da Receita Federal e dos Correios apreendeu em S\u00e3o Paulo, nas duas \u00faltimas semanas, mais de mil animais nas correspond\u00eancias que saem do Brasil e chegam ao pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">T\u00e9cnicos do Ibama de v\u00e1rias partes do pa\u00eds fizeram plant\u00e3o no setor de remessas internacionais dos correios para a Opera\u00e7\u00e3o Hermes. Especialistas do Ibama treinaram os funcion\u00e1rios dos Correios para ajudar a reconhecer os malotes contrabandeados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A a\u00e7\u00e3o conseguiu interromper a viagem de muitas caixas contendo coisas que, ou n\u00e3o deveriam estar ali, ou deveriam ter autoriza\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para serem despachadas.<\/p>\n<p>Nos pacotes foram encontradas duas cobras, salamandras e escorpi\u00f5es imperadores, todos ainda vivos. Chifres de kudu, um mam\u00edfero africano, que vieram de Israel foram apreendidos antes de chegar ao destinat\u00e1rio final.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Casacos de pele de um animal chamado mink e caixas com c\u00edlios posti\u00e7os, feitos com o pelo desse mesmo animal vieram da China. A opera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m interrompeu exporta\u00e7\u00f5es irregulares. No setor internacional dos Correios, que funciona como uma fronteira entre o Brasil e os outros pa\u00edses s\u00e3o 8 mil remessas di\u00e1rias s\u00f3 de exporta\u00e7\u00e3o &#8211; um volume gigantesco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas nem tudo segue viagem. As chapas de jacarand\u00e1 da Bahia e os arcos feitos de pau-brasil &#8211; \u00e1rvores amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o &#8211; serviriam para fazer instrumentos musicais na Alemanha, Su\u00ed\u00e7a e nos Estados Unidos, mas n\u00e3o estavam com todas as certifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o chegou a interceptar malotes mandando mais de mil borboletas e mariposas do Brasil para o exterior sem os documentos exigidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cEsse material todo que est\u00e1 entrando no Brasil ou est\u00e1 saindo do Brasil, se est\u00e1 saindo \u00e9 patrim\u00f4nio nacional, do povo brasileiro, pode ser material gen\u00e9tico importante. E o que est\u00e1 entrando pode ser algo nocivo \u00e0 fauna e flora do Brasil. Ent\u00e3o, \u00e9 importante esse papel de identifica\u00e7\u00e3o para ajudar o Ibama na tutela da fauna e flora brasileira\u201d, explica Jos\u00e9 Edilson Marques Dias, superintendente do Ibama de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os animais que ainda estavam vivos foram levados ao Instituto Butantan e ao Aqu\u00e1rio de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<h1>Uni\u00e3o gasta R$ 1,5 bi com propaganda em 2016; estatais puxam queda de 27%<\/h1>\n<p>PODER 360<br \/>\n5\/7\/17<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Governo e minist\u00e9rios cortam apenas 9% 71% dos gastos s\u00e3o de empresas p\u00fablicas<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No 3\u00ba ano consecutivo de redu\u00e7\u00e3o na verba, o governo federal gastou R$ 1,5 bilh\u00e3o em propaganda. O corte em rela\u00e7\u00e3o a 2015 foi de 27%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O resultado deve-se principalmente \u00e0s empresas estatais, que tradicionalmente respondem pelo maior volume de despesas da Uni\u00e3o com publicidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2016, as empresas p\u00fablicas reduziram em 32% seus gastos com propaganda \u2013de R$ 1,58 bilh\u00e3o em 2015 para R$ 1,07 bilh\u00e3o. Como correspondem a 71% da verba, puxaram o valor total do governo federal para baixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A administra\u00e7\u00e3o direta (Planalto e minist\u00e9rios), tamb\u00e9m reduziu a verba publicit\u00e1ria, mas em propor\u00e7\u00e3o muito menor: 9%. Em 2015, os gastos foram de R$ 477 milh\u00f5es e em 2016, R$ 432 milh\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto nas estatais os gastos ca\u00edram em todos os meios de divulga\u00e7\u00e3o, o governo expandiu as verbas para jornais impressos, revistas e m\u00eddia exterior, que engloba outdoors e exibi\u00e7\u00e3o em TVs em \u00f4nibus e metr\u00f4, por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Procurada para comentar os n\u00fameros, a Secretaria de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, respons\u00e1vel por coordenar a publicidade do governo federal, respondeu que os gastos diminu\u00edram em fun\u00e7\u00e3o da queda da arrecada\u00e7\u00e3o e da diminui\u00e7\u00e3o dos lucros das estatais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dados s\u00e3o in\u00e9ditos. Foram obtidos pelo Poder360 por meio da Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essas informa\u00e7\u00f5es sobre propaganda da Uni\u00e3o eram coletadas e organizadas pelo IAP (Instituto de Acompanhamento da Publicidade). O \u00f3rg\u00e3o paraestatal teve seu financiamento interrompido em mar\u00e7o. Em atividade desde 1999 (come\u00e7ou a divulgar os dados em 2000), o IAP compilava todos os gastos com propaganda na esfera p\u00fablica federal. A partir deste ano de 2017, n\u00e3o haver\u00e1 mais essa estat\u00edstica dispon\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma cifra que nunca foi divulgada de maneira consolidada \u00e9 o custo com produ\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as publicit\u00e1rias e tamb\u00e9m os gastos com publica\u00e7\u00e3o de balan\u00e7os. \u00c9 consenso no mercado que essas despesas aumentariam o valor total da propaganda estatal federal em cerca de 30%, pelo menos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Queda nas estatais<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Descontados da administra\u00e7\u00e3o indireta os \u00f3rg\u00e3os administrativos, como a Suframa (Superintend\u00eancia da Zona Franca de Manaus), restam as estatais que concorrem no mercado. S\u00e3o essas empresas e suas subsidi\u00e1rias que det\u00eam as maiores contas de publicidade da administra\u00e7\u00e3o federal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2016, a \u00fanica empresa a expandir seus gastos com propaganda foi o Banco da Amaz\u00f4nia (Basa), justamente o dono da menor conta entre as estatais. Passou de R$ 3,5 milh\u00f5es para R$ 3,7 milh\u00f5es (+6,5%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Caixa, que ostenta o maior gasto com publicidade da administra\u00e7\u00e3o federal, reduziu de R$ 511 milh\u00f5es em 2015 para R$ 498 milh\u00f5es. Uma queda m\u00ednima, de 2,6%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todas as demais grandes contas sofreram redu\u00e7\u00f5es expressivas de 2015 para 2016. Eis 1 resumo em t\u00f3picos e a tabela completa: Banco do Brasil: cortou 22,2%, de R$ 347,7 milh\u00f5es para R$ 270,4 milh\u00f5es. Petrobras: cortou 42,5%, de R$ 242,6 milh\u00f5es para R$ 139,6 milh\u00f5es. <strong>Correios<\/strong>: cortou 67,9%, de R$ 198,9 milh\u00f5es para R$ 63,8 milh\u00f5es. BR Distribuidora: cortou 66,7%, de R$ 123 milh\u00f5es para R$ 41 milh\u00f5es. BNDES: cortou 66,4%, de R$ 66,0 milh\u00f5es para R$ 22,2 milh\u00f5es.<\/p>\n<h1 style=\"text-align: justify;\">CORREIOS CELULAR TER\u00c3O APARELHOS \u00c0 VENDA NAS AG\u00caNCIAS, AFIRMA GUILHERME CAMPOS<\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">TELE.S\u00cdNTESE<br \/>\n05\/07\/2017<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As ag\u00eancias dos <strong>Correios<\/strong> v\u00e3o vender em breve aparelhos de celular, al\u00e9m dos chips do servi\u00e7o pr\u00e9-pago de sua nova operadora de telefonia m\u00f3vel, que pretende estar presente em mais de tr\u00eas mil munic\u00edpios brasileiros at\u00e9 o final deste ano. O presidente dos Correios, Guilherme Campos, nesta entrevista ao Tele.S\u00edntese faz um balan\u00e7o dos desafios de suas gest\u00e3o, e avisa que pretende livrar a empresa do preju\u00edzo (de mais de R$ 2 bilh\u00f5es) ainda em 2017.<\/p>\n<p>TELE.S\u00cdNTESE: Qual a vantagem competitiva do Correios Celular, se \u00e9 apenas pr\u00e9-pago?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Correios Celular \u00e9 um produto muito simples de ser explicado. A presen\u00e7a f\u00edsica que d\u00e1 muita credibilidade. E, na opera\u00e7\u00e3o, a cada chamada voc\u00ea tem um retorno de qual \u00e9 seu saldo restante. Transpar\u00eancia na rela\u00e7\u00e3o com os clientes.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Esse servi\u00e7o, para os Correios, do ponto de vista financeiro, \u00e9 importante?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: \u00c9 um produto importante, que tem agregado ao portf\u00f3lio da empresa. N\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o para todos os problemas dos Correios, mas \u00e9 um produto muito interessante e que nos ajuda nesse processo de reposicionamento da empresa, na busca da rentabilidade e de resultados. N\u00f3s j\u00e1 estamos colhendo um ganho marginal, e deu uma rejuvenescida na marca muito grande.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Voc\u00eas financiam aparelho de celular?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Ainda n\u00e3o.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Mas pensam em fazer?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS : Sim. Vamos vender aparelhos nas ag\u00eancias. Tamb\u00e9m me perguntei porque a gente n\u00e3o come\u00e7a a usar o Correios Celular nas nossas atividades aqui da companhia. A\u00ed descobri que n\u00e3o poderia, porque s\u00e3o licita\u00e7\u00e3o distintas.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Para vender o aparelho tem que ter uma negocia\u00e7\u00e3o boa com o fabricante.<br \/>\nGUILHERME CAMPOS : J\u00e1 recebi v\u00e1rios interessados.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Vai conseguir um pre\u00e7o igual ao das grandes teles, que compram centralizado para o mundo todo?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Opa! Tenho recebido pre\u00e7os bem interessantes.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Imagina chegar a 500 mil usu\u00e1rios de celular ?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Em doze meses.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Mar\u00e7o do ano que vem (2018)?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Isso!<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Depois de um ano o sr. imagina j\u00e1 estar vendendo aparelhos?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Acho que antes disso.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: A empresa est\u00e1 com uma d\u00edvida muito grande<br \/>\nGUILHERME CAMPOS : Os Correios no Brasil deixaram de se preparar e de se atualizar para esse mundo aonde n\u00e3o tem mais papel. Os Correios no Brasil n\u00e3o fizeram a li\u00e7\u00e3o de casa h\u00e1 pelo menos dez anos.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: O que o pretende com os Correios? Que tenha rentabilidade e que n\u00e3o precise de or\u00e7amento federal?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Ele nunca teve or\u00e7amento federal. Nunca teve!<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Mas hoje tem um preju\u00edzo de dois bilh\u00f5es. Quem paga?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: A empresa.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Ela se endivida para poder pagar o preju\u00edzo?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Ainda n\u00e3o chegou a se endividar.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Parece que essa nova estrat\u00e9gia para os Correios \u00e9 que passe a prestar servi\u00e7os para o governo. Seria a mesma exclusividade reivindicada, por exemplo, pela Telebras, que n\u00e3o precisa disputar licita\u00e7\u00e3o para prestar esses servi\u00e7os?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Estamos falando coisas distintas. O governo precisa se relacionar com o cidad\u00e3o. Ele n\u00e3o precisa criar nenhum balc\u00e3o para fazer esse atendimento ao cidad\u00e3o. Pode usar os Correios, que j\u00e1 est\u00e3o a\u00ed.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: E como \u00e9 que est\u00e1 avan\u00e7ando essa negocia\u00e7\u00e3o? Est\u00e3o negociando com o planejamento? Minist\u00e9rio por Minist\u00e9rio?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Isso \u00e9 t\u00e3o importante, que na reestrutura\u00e7\u00e3o que realizamos, foi destinada uma vice-presid\u00eancia para tratar do assunto, que \u00e9 a de neg\u00f3cios de setor p\u00fablico. E \u00e9 ela que vai cuidar disso.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Como \u00e9 o novo Correios que est\u00e1 imaginado?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Um modelo de prioridade de neg\u00f3cios, saindo de um modelo anterior, funcional. O nosso momento \u00e9 para reduzir custos, utilizar processos, sinergia entre as \u00e1reas, fazer um enxugamento para poder ter novamente resultados para o futuro. Uma migra\u00e7\u00e3o de curto prazo cada vez maior, saindo do mundo do monop\u00f3lico postal e entrando no mundo concorrencial, que \u00e9 a encomenda. E agregando com outras atividades que possam ser potencializadas pelas caracter\u00edsticas dos Correios.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Em rela\u00e7\u00e3o ao enxugamento, tem enxugamento de pessoal?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Tem. J\u00e1 fizemos o PDI, que est\u00e1 aqu\u00e9m da nossa necessidade. Estamos avalizando a possibilidade da vinda de mais um PDI. Uma \u00faltima chance para quem quiser aproveitar o PDI e sair da empresa, porque o pr\u00f3ximo passo \u00e9 demiss\u00e3o motivada. Porque n\u00f3s estamos muito apertados mesmo.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Pretende sair do preju\u00edzo em quantos anos?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Nosso planejamento \u00e9 estar no azul ainda este ano.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Porque precisa estar no azul ainda este ano?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Porque a nossa situa\u00e7\u00e3o como empresa, como estatal independente, n\u00e3o aguenta mais um ano na situa\u00e7\u00e3o de preju\u00edzo continuado que estamos passando. Simples assim!<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: E qual \u00e9 sua avalia\u00e7\u00e3o sobre o Banco Postal?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: O modelo do banco postal n\u00e3o \u00e9 dos Correios, \u00e9 do Banco do Brasil e o Banco do Brasil n\u00e3o d\u00e1 uma aten\u00e7\u00e3o com tanto carinho para o banco postal como ele d\u00e1 para ele mesmo.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Tinha um problema, n\u00e3o sei se existe mais, em rela\u00e7\u00e3o ao transporte a\u00e9reo. Foi resolvido?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: Transporte a\u00e9reo \u00e9 um dos problemas a serem resolvidos. A defini\u00e7\u00e3o da base a\u00e9rea remonta o tempo de transporte da correspond\u00eancia e n\u00e3o do transporte de encomenda. \u00c9 necess\u00e1ria uma readequa\u00e7\u00e3o do transporte a\u00e9reo.<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: Alguma ideia de abrir o capital dos Correios?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS:Essa \u00e9 uma quest\u00e3o de Estado. Quem pode responder a essa pergunta \u00e9 o Michel Temer<br \/>\nTELE.S\u00cdNTESE: J\u00e1 foi discutido isso?<br \/>\nGUILHERME CAMPOS: N\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\nDire\u00e7\u00e3o Nacional da ADCAP.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Receita Federal apreende mais de mil animais contrabandeados por correspond\u00eancia G1\/S\u00c3O PAULO 6\/7\/17 Cobras, escorpi\u00f5es e salamandras foram retidos em for\u00e7a-tarefa do Ibama, Receita Federal e Correios nas \u00faltimas duas&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[3,43],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8881"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8881"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8881\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8881"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8881"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8881"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}