{"id":7286,"date":"2016-08-30T18:24:10","date_gmt":"2016-08-30T18:24:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/?p=7286"},"modified":"2016-08-30T18:24:10","modified_gmt":"2016-08-30T18:24:10","slug":"adcap-net-30082016-preco-de-envio-de-livros-pode-triplicar-com-mudanca-de-regras-dos-correios-veja-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/adcap-net-30082016-preco-de-envio-de-livros-pode-triplicar-com-mudanca-de-regras-dos-correios-veja-mais\/","title":{"rendered":"ADCAP NET 30\/08\/2016 &#8211; Pre\u00e7o de envio de livros pode triplicar com mudan\u00e7a de regras dos Correios &#8211; Veja mais!"},"content":{"rendered":"<p><strong>Fundos de pens\u00e3o pedem indeniza\u00e7\u00e3o de R$\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>400 milh\u00f5es<\/strong><br \/>\nPrevid\u00eancia Total<br \/>\n29\/08\/2016<\/p>\n<p>Os fundos de pens\u00e3o Petros e\u00a0<strong>Postalis<\/strong>, mais uma dezena de institutos de previd\u00eancia de munic\u00edpios e Estados e o KDB, banco de desenvolvimento da Coreia, pedem uma indeniza\u00e7\u00e3o de R$ 400 milh\u00f5es para Santander, Deutsche Bank, Banco Petra, Trendbank e Planner Corretora. A acusa\u00e7\u00e3o \u00e9 de que todos eles deixaram de cumprir seus deveres de fiscalizar as opera\u00e7\u00f5es que circularam pelo Trendbank, um fundo de cr\u00e9dito que estava repleto de empr\u00e9stimos duvidosos com notas frias e que n\u00e3o foram pagos. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S.Paulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os acusados partiram para o ataque. O Santander diz que os dois fundos de pens\u00e3o, junto com os outros cotistas, deram poderes ao Trendbank para centralizar a guarda de documentos, o que teria levado \u00e0s fraudes. O Santander cita tamb\u00e9m o relat\u00f3rio da CPI dos Fundos de Pens\u00e3o que concluiu que administradores do Petros e Postalis teriam envolvimento com esquemas fraudulentos no Trendbank. A controv\u00e9rsia em torno do fundo de cr\u00e9dito do Trendbank nasceu quando o fundo registrou inadimpl\u00eancia de 70%, em 2013. Um fundo de cr\u00e9dito empresta dinheiro a empresas, tomando como garantia notas fiscais de contas a receber. Na \u00e9poca, as opera\u00e7\u00f5es duvidosas se tornaram evidentes e se descobriu uma s\u00e9rie de notas falsas na carteira do fundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para se ter uma ideia do tamanho do problema, cerca de um quarto das notas fiscais que garantiam empr\u00e9stimos tinham origem nos neg\u00f3cios do Grupo Rock, de Adir Assaf. O lobista tem em seu curr\u00edculo tr\u00eas opera\u00e7\u00f5es da Pol\u00edcia Federal. Ele \u00e9 apontado como o maior lavador de dinheiro de organiza\u00e7\u00f5es criminosas que atuavam nos esquemas de corrup\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s, Eletronuclear e Delta. Para lavar dinheiro de corrup\u00e7\u00e3o, segundo as acusa\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio P\u00fablico, o lobista se utilizava justamente das empresas do Grupo Rock.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entre as faturas que foram entregues pelo Rock ao fundo para tomar R$ 100 milh\u00f5es emprestado, estavam notas de empresas conhecidas, como a Andrade Gutierrez, CCR, Galv\u00e3o Engenharia, UTC, entre outras, que alegavam n\u00e3o ter prestado servi\u00e7os das notas referidas. O advogado do Trendbank, Fl\u00e1vio Galdino, diz no processo movido pelos cotistas do fundo que seu cliente n\u00e3o tem culpa e seria uma v\u00edtima. O que o colocaria nessa condi\u00e7\u00e3o \u00e9 o fato de o banqueiro, dono do Trendbank, Adolpho Melo, ter R$ 80 milh\u00f5es aplicados no fundo. &#8220;Hoje \u00e9 f\u00e1cil perceber que muitas dessas empresas causam in\u00fameras desconfian\u00e7as por estarem ligadas \u00e0 Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato, no per\u00edodo em que o Trendbank atuou como gestor, eram bem-vistos os t\u00edtulos envolvendo empresas como a construtora Andrade Gutierrez.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Contratos respeitam legisla\u00e7\u00e3o, diz CCR<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A CCR Nova Dutra admitiu ao Trendbank ter feito neg\u00f3cios com a Rock Star, de Adir Assad, mas disse que, quando as opera\u00e7\u00f5es foram fechadas com o fundo, j\u00e1 n\u00e3o havia mais neg\u00f3cio em andamento. Em nota, a CCR reitera que todos os seus contratos com fornecedores s\u00e3o firmados &#8220;em conformidade com a legisla\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na estrutura de um fundo de investimentos, de um lado est\u00e3o os investidores que aplicam seus recursos, de outro est\u00e3o o gestor, o administrador e o custodiante. Todos eles com uma fun\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de fiscaliza\u00e7\u00e3o e de responsabilidade sobre os tipos de aplica\u00e7\u00f5es que s\u00e3o feitas. No caso do processo do Trendbank, a defesa dos prestadores de servi\u00e7o gira em torno do que os pr\u00f3prios investidores determinaram como regras para o fundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Santander, por exemplo, era custodiante e sua fun\u00e7\u00e3o era verificar as notas fiscais e guard\u00e1-las. Mas o banco diz, no processo, que seguiu estritamente o que estava no regulamento que foi aprovado pelos investidores e que previa que a guarda das notas ficasse com o pr\u00f3prio Trendbank, que tamb\u00e9m era gestor do fundo. A alega\u00e7\u00e3o de que o Trendbank tinha plenos poderes delegados pelos investidores tamb\u00e9m foi feita pelo banco Petra, no processo. O Petra foi administrador por um per\u00edodo e sua fun\u00e7\u00e3o era fiscalizar, mas afirma que enquanto esteve \u00e0 frente do fundo nenhuma opera\u00e7\u00e3o irregular foi feita.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Planner, que mais tarde substituiu o Petra na administra\u00e7\u00e3o, diz, por sua vez, que quando assumiu o fundo todo o risco de cr\u00e9dito j\u00e1 estava estabelecido e o que fez foi apenas renovar algumas das opera\u00e7\u00f5es. Tamb\u00e9m coube a Planner identificar os problemas, depois que alguns relat\u00f3- rios de auditoria apontaram uma s\u00e9rie de notas falsas no fundo. &#8220;Fomos o inocente \u00fatil&#8221;, diz o diretor Artur Figueiredo. J\u00e1 o Deutsche, que foi custodiante antes do Santander, tamb\u00e9m se esquiva afirmando que as opera\u00e7\u00f5es apontadas como fraudulentas aconteceram antes de seu per\u00edodo de cust\u00f3dia. Fora do processo, poucos querem falar do assunto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As construtoras n\u00e3o quiseram comentar, tampouco o banco Petra e o Petros, que tem R$ 30 milh\u00f5es registrados como perdidos na opera\u00e7\u00e3o. O Santander diz que n\u00e3o comenta casos de clientes. O Postalis informou que o preju\u00edzo que teve foi de R$ 68,2 milh\u00f5es. Os dois fundos de pens\u00e3o ainda aguardam investiga\u00e7\u00f5es para tomar medidas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s acusa\u00e7\u00f5es na CPI dos Fundos de pens\u00e3o. O banco KDB, que \u00e9 o maior cotista do fundo, e o advogado de Adir Assad n\u00e3o retornaram liga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Log\u00edstica dos Correios trabalha na transi\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><strong>dos Jogos Ol\u00edmpicos para os Paral\u00edmpicos<\/strong><\/p>\n<p>Agora MS<br \/>\n29 de agosto de 2016<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>H\u00e1 menos de dez dias para o in\u00edcio dos Jogos Paral\u00edmpicos, a equipe de log\u00edstica dos\u00a0<strong>Correios\u00a0<\/strong>encara agora um novo desafio: o de transformar as instala\u00e7\u00f5es para o pr\u00f3ximo grande evento. Nesta fase de transi\u00e7\u00e3o entre as competi\u00e7\u00f5es, a empresa, operadora log\u00edstica oficial dos Jogos Rio 2016, est\u00e1 trabalhando a todo vapor. Ainda que algumas das arenas sejam as mesmas, h\u00e1 altera\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para atender \u00e0s modalidades paral\u00edmpicas, como \u00e9 o caso da Arena Ol\u00edmpica de T\u00eanis, que ser\u00e1 transformada em duas instala\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m de receber a vers\u00e3o paral\u00edmpica do esporte, abrigar\u00e1 tamb\u00e9m o futebol de 5. J\u00e1 a Arena do Futuro, casa do handebol nas Ol\u00edmpiadas, ser\u00e1 agora palco do Goalball.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para entregar tudo na data certa e nos locais corretos, os Correios realizam intensa movimenta\u00e7\u00e3o de carga entre as regi\u00f5es do Parque Ol\u00edmpico, Copacabana, Maracan\u00e3, Deodoro e os seus Centros Log\u00edsticos, localizados na Barra da Tijuca e em Duque de Caxias. Para a opera\u00e7\u00e3o, a empresa conta com 170 caminh\u00f5es e dois mil equipamentos de movimenta\u00e7\u00e3o, como paleteiras, empilhadeiras, tratores e guindastes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entre os itens movimentados para as Paralimp\u00edadas est\u00e3o as traves, redes e bolas com guizos para o Goalball e o Futebol de 5; os caiaques paral\u00edmpicos, para a Canoagem Velocidade; os tatames, para o Jud\u00f4; as bolas, para o Rugby em Cadeira de Rodas; os pisos da Bocha; as rampas e p\u00f3dios, para a Nata\u00e7\u00e3o; dentre outros. \u201cAs tabelas de basquete, por exemplo, foram utilizadas em Deodoro durante os Jogos Ol\u00edmpicos e depois foram levadas para os nossos armaz\u00e9ns, onde ficaram guardadas esperando o momento certo de voltar \u00e0s quadras. Agora, elas ser\u00e3o novamente utilizadas, desta vez nas disputas do Basquete em Cadeira de Rodas\u201d, explica o gerente de Log\u00edstica dos Correios na Barra da Tijuca, Alexandre Moraes da Cunha. \u201c\u00c9 um grande desafio e a nossa medalha \u00e9 entregar tudo em dia\u201d, complementa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os materiais de mobili\u00e1rio e de tecnologia ser\u00e3o os mesmos dos Jogos Ol\u00edmpicos. O trabalho dos Correios, nesse caso, envolve a movimenta\u00e7\u00e3o e a redistribui\u00e7\u00e3o dos itens entre as 21 arenas de competi\u00e7\u00e3o paral\u00edmpica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Jogos Paral\u00edmpicos \u2013 Incr\u00edveis demonstra\u00e7\u00f5es de habilidade, resist\u00eancia e velocidade por parte dos atletas \u00e9 o que o p\u00fablico ir\u00e1 conferir a partir do dia 7 de setembro, quando come\u00e7ar\u00e3o os Jogos Paral\u00edmpicos Rio 2016. Cerca de 4.350 esportistas de mais de 160 pa\u00edses s\u00e3o esperados para disputar, em 23 modalidades, as 528 medalhas em jogo.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Prazo vence e Procon n\u00e3o recebe explica\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>de falta de carteiros<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>G1<br \/>\n29\/08\/2016<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><i>Moradores de Guai\u00e7ara reclamam que t\u00eam de ir at\u00e9 ag\u00eancia buscar cartas.<br \/>\nCorreios disseram \u00e0 TV TEM que servi\u00e7o est\u00e1 normal com atrasos pontuais.<\/i><\/p>\n<p align=\"center\">\n<p>Venceu nesta segunda-feira (29) o prazo dado pelo Procon para que a ag\u00eancia dos Correios de Guai\u00e7ara (SP) respondesse por que as correspond\u00eancias n\u00e3o est\u00e3o sendo entregues nas casas e os moradores t\u00eam que ir at\u00e9 a ag\u00eancia buscar cartas e boletos banc\u00e1rios. O Procon informou que vai aguardar por uma resposta dos Correios at\u00e9 ter\u00e7a-feira e depois tomar as provid\u00eancias. J\u00e1 os\u00a0<strong>Correios\u00a0<\/strong>informaram \u00e0 TV TEM que os servi\u00e7os de distribui\u00e7\u00e3o e entrega de correspond\u00eancias, n\u00e3o s\u00e3o di\u00e1rios, mas est\u00e3o sendo feitos regularmente e que ocorrem alguns atrasos pontuais. Tamb\u00e9m disseram que os clientes devem aguardar as correspond\u00eancias em casa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que os moradores reclamam que h\u00e1 quatro meses eles t\u00eam recebido contas em atraso. A aposentada Terezinha da Penha de Souza Fernandes ficou com medo de pagar multa e foi at\u00e9 a ag\u00eancia pegar seu boleto. \u201cHoje eu vou buscar porque ate agira n\u00e3o apareceu e eu tenho que pagar amanh\u00e3.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m dos Correios foi autorizado a gravar entrevista, mas um funcion\u00e1rio disse que quatro carteiros est\u00e3o trabalhando nesta segunda-feira (29) na cidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cQuando \u00e9 alguma coisa que tem que assinar e por data, eles s\u00e3o um jeito de pegar um ve\u00edculo e ir l\u00e1 na porta entregar. Mas se for quest\u00e3o de boleto, uma carta que n\u00e3o tem que assinar, que n\u00e3o tem prova de data, ai entrega atrasado, n\u00e3o entregam. O duro \u00e9 que todo mundo sabe que est\u00e1 com problema e eles n\u00e3o admitem\u201d, reclama a funcion\u00e1ria p\u00fablica Nilce Testoni Mello Borini.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Estatuto jur\u00eddico das estatais erra ao fixar\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>normas homog\u00eaneas de licita\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>CONJUR<br \/>\n28 de agosto de 2016<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ap\u00f3s, aproximadamente, 18 anos de espera, finalmente foi elaborado o estatuto jur\u00eddico das\u00a0<b>estatais<\/b>. Ao regulamentar o art. 173, \u00a71\u00ba da CRFB, alterado pela EC 19\/1998, a Lei 13.303\/2016 estabelece normas sobre regime societ\u00e1rio, licita\u00e7\u00f5es, contratos e controle das empresas p\u00fablicas, sociedades de economia mista e suas subsidi\u00e1rias, exploradoras de atividades econ\u00f4micas, ainda que em regime de monop\u00f3lio, e prestadoras de servi\u00e7os p\u00fablicos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Continue lendo aqui:<\/strong><\/p>\n<p><a id=\"LPlnk229770\" href=\"http:\/\/www.conjur.com.br\/2016-ago-28\/estatuto-juridico-estatais-erra-fixar-normas-homogeneas\">http:\/\/www.conjur.com.br\/2016-ago-28\/estatuto-juridico-estatais-erra-fixar-normas-homogeneas<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pre\u00e7o de envio de livros pode triplicar com\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>mudan\u00e7a de regras dos Correios<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>PublishNews<br \/>\n26\/08\/2016<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os\u00a0<strong>Correios<\/strong>, um dos patrocinadores da Bienal Internacional do Livro de S\u00e3o Paulo, que come\u00e7a hoje, n\u00e3o aceitar\u00e3o mais, a partir do dia 1\u00ba de setembro, que livros sejam postados como \u201cmala direta\u201d. Essa categoria permite que exemplares de at\u00e9 um quilo sejam enviados de S\u00e3o Paulo ao Rio de Janeiro, por pouco mais de R$ 6. Em um documento da ger\u00eancia de vendas corporativas ao qual o PublishNews teve acesso, os Correios recomendam contrata\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de Impresso Normal e Urgente para livros de at\u00e9 500g e possibilidade de contrata\u00e7\u00e3o de registro m\u00f3dico para todas as modalidades (antes, esse servi\u00e7o era permitido apenas para livros sem valor mercantil).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Folha de S. Paulo simulou algumas situa\u00e7\u00f5es de envio de livros da cidade de S\u00e3o Paulo para a capital fluminense, n\u00e3o considerando nesta simula\u00e7\u00e3o poss\u00edveis contratos que editoras possam ter com a estatal. Para livros de at\u00e9 499 g, o envio ficar\u00e1 um pouco mais barato. Cair\u00e1 de R$ 7,97 (R$ 3,67 da Mala Direta + R$ 4,30 do registro) para R$ 7,55 (R$ 5,40 do Impresso + R$ R$ 2,15 do registro m\u00f3dico). Para livros de at\u00e9 um quilo, no entanto, o pre\u00e7o vai ficar bem mais salgado. Hoje, utilizando o servi\u00e7o Mala Direta, um envio de um livro de at\u00e9 999 g sai por R$ 10,61 (R$ 6,31 da Mala Direta + R$ 4,30 do registro). A partir do dia 1\u00ba de setembro, esse valor subir\u00e1 para R$ 20,45, se enviado por PAC, ou R$ 30,25 se for por Sedex.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c0 Folha, os Correios enviaram nota em que argumentam que \u201co servi\u00e7o vinha sendo utilizado para remessa de livros, o que causava desequil\u00edbrio na estrutura de pre\u00e7os da empresa e na cobertura dos custos&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Profissionais do livro ouvidos pelo PublishNews alertaram que a medida entra em choque com a Lei 10.753\/2003, que instituiu a Pol\u00edtica Nacional do Livro. Ofende, em especial, o artigo 13 da lei, que diz que cabe ao Poder Executivo \u2013 ao qual os Correios s\u00e3o subordinados \u2013 \u201cestabelecer tarifa postal preferencial, reduzida, para o livro brasileiro\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Lembrando ainda que os Correios s\u00e3o o operador log\u00edstico de programas de compras governamentais de livros. N\u00e3o h\u00e1, no entanto, nenhum posicionamento dos Correios a respeito desse servi\u00e7o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Carteiros querem gratifica\u00e7\u00e3o por pilotarem\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>motos no AC, diz sindicato<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>G1<br \/>\n25\/08\/2016<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para cobrar gratifica\u00e7\u00e3o a carteiros que utilizam motocicletas no trabalho, o Sindicato dos Trabalhadores dos\u00a0<strong>Correios\u00a0<\/strong>(Sintect) diz que vai acionar a empresa na Justi\u00e7a do Acre.<\/p>\n<p>A categoria alega n\u00e3o receber a gratifica\u00e7\u00e3o, prevista em lei, de 30% por periculosidade para todo trabalhador que utiliza motocicleta. A lei federal 12.997, de 18 de junho de 2014, beneficia quem utiliza motocicleta ou motoneta no servi\u00e7o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao G1, os Correios alegam que foi feito um acordo com representantes dos trabalhadores em 2008 em que foi acertado o pagamento do adicional de Atividade de Distribui\u00e7\u00e3o e Coleta (AADC) em substitui\u00e7\u00e3o ao adicional de periculosidade. A empresa ressalta ainda que a gratifica\u00e7\u00e3o AADC tem a mesma natureza da de periculosidade e que o acordo foi decorrente das negocia\u00e7\u00f5es realizadas diretamente com as representa\u00e7\u00f5es dos empregados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com a Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores dos Correios (Fentect), atualmente existem 375 trabalhadores nos Correios do Acre. Destes, 180 s\u00e3o carteiros, sendo que apenas 50 trabalham com motocicletas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Diretora da Fentect no estado, Suzy Cristiny confirma que os trabalhadores recebem uma gratifica\u00e7\u00e3o de 30% por Atividade de Distribui\u00e7\u00e3o e Coleta (AADC), por\u00e9m, o adicional para os trabalhadores que utilizam moto, seria um benef\u00edcio diferente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;A empresa est\u00e1 alegando que n\u00e3o vai pagar os 30% para os motociclistas porque j\u00e1 paga os outros 30%. Um \u00e9 para carteiros, independente se est\u00e3o a p\u00e9, de bicicleta ou carro. J\u00e1 o outro \u00e9 espec\u00edfico para quem trabalha de moto. Ultimamente a empresa tem feito muitos ataques contra os direitos dos trabalhadores&#8221;, afirma a diretora.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Suzy diz ainda que est\u00e1 juntando toda a documenta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para, at\u00e9 o in\u00edcio da pr\u00f3xima semana, acionar a empresa. Ela diz que Os Correios alegam que n\u00e3o teriam recursos para pagar devido \u00e0 crise financeira. Para Suzy, a justificativa seria uma manobra da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um n\u00famero pequeno, que n\u00e3o justifica n\u00e3o pagar. A empresa alega um d\u00e9ficit e diz que n\u00e3o pode pagar seus empregados. Isso \u00e9 uma argumenta\u00e7\u00e3o que estamos rebatendo. Fizemos alguns estudos t\u00e9cnicos, a empresa n\u00e3o tem esse d\u00e9ficit que est\u00e1 alegando. Est\u00e3o jogando para o trabalhador a culpa da crise financeira a qual a pr\u00f3pria gest\u00e3o da empresa \u00e9 respons\u00e1vel&#8221;, rebate.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ataques \u00e0s atividades sindicais confirmam o\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>desinteresse da ECT com o trabalhador (a)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FENTECT<br \/>\n25 de Agosto de 2016<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p align=\"center\"><i>Propostas da empresa para o ACT 2016\/17 desmerecem as atividades sindicais. Comando de Negocia\u00e7\u00e3o contesta tamb\u00e9m o plano de sa\u00fade da categoria<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os ataques sindicais n\u00e3o s\u00e3o de hoje, mas foram confirmados na reuni\u00e3o dessa quarta-feira (24), em Bras\u00edlia, entre o Comando de Negocia\u00e7\u00e3o e a representa\u00e7\u00e3o da\u00a0<strong>ECT<\/strong>. Durante as discuss\u00f5es sobre as cl\u00e1usulas Das Rela\u00e7\u00f5es Sindicais, foram apresentadas restri\u00e7\u00f5es pela ECT aos sindicatos, como o poss\u00edvel monitoramento por gestores e a redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica de libera\u00e7\u00f5es. A empresa alega que os 204 dirigentes sindicais liberados d\u00e3o preju\u00edzo \u00e0 ECT e que a diminui\u00e7\u00e3o das libera\u00e7\u00f5es podem ajudar no equil\u00edbrio econ\u00f4mico da empresa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Como os Correios insistem em afirmar que a ECT est\u00e1 deficit\u00e1ria, foi sugerido pelos representantes sindicais que a empresa apresente dados quantitativos das fun\u00e7\u00f5es existentes na empresa, al\u00e9m dos valores dessas. Para a categoria \u00e9 claro o abuso de fun\u00e7\u00f5es na ECT, al\u00e9m dos valores exorbitantes que s\u00e3o pagos para beneficiar apadrinhados pol\u00edticos nos Correios. Destaca-se que muitos n\u00e3o s\u00e3o funcion\u00e1rios de carreira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foi sugerido ainda pela representa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores um teto salarial nos Correios de R$ 10 mil e que o presidente Guilherme Campos d\u00ea o exemplo, reduzindo o pr\u00f3prio sal\u00e1rio de R$ 46 mil para R$ 10 mil. O comando relembrou que uma das primeiras a\u00e7\u00f5es de Campos foi elevar a pr\u00f3pria renda, contrariando, dessa maneira, o discurso do d\u00e9ficit nas contas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 de suma import\u00e2ncia a ECT corrigir v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es que s\u00e3o verdadeiras sangrias aos cofres da empresa, como o elevado n\u00famero de patroc\u00ednios, contrata\u00e7\u00f5es indiretas sem licita\u00e7\u00e3o e, ainda, o excessivo n\u00famero de fun\u00e7\u00f5es que funcionam apenas como cabides de emprego.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de n\u00e3o serem atuais, eses ataques \u00e0s entidades sindicais s\u00e3o praticados no dia a dia dos Correios. Muitas vezes, a culpa da sobrecarga de trabalho nas unidades recai sobre os dirigentes liberados &#8211; uma estrat\u00e9gia dos gestores para justificar a aus\u00eancia de profissionais em diversos cargos, por falta, na verdade, de concursos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Enquanto os sindicalistas tentam realizar devidamente o trabalho, a empresa coloca impasses \u00e0 luta centen\u00e1ria por avan\u00e7os nos Correios, visando apenas o mercado e desmoralizar o debate das entidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sa\u00fade do Trabalhador<br \/>\nO intuito da ECT com o retrocesso est\u00e1 em enfraquecer as conquistas, em especial as relacionadas com a sa\u00fade do trabalhador, que \u00e9 um direito e n\u00e3o mercadoria. Com os n\u00fameros do Postal Sa\u00fade apresentados nesta quinta-feira (25), \u00e9 claramente anunciado um plano deficit\u00e1rio, apenas com gastos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A empresa demonstrou o custo de R$ 1,6 bilh\u00f5es em 2015 com o plano. O aumento dos gastos entre mar\u00e7o de 2015 e o mesmo m\u00eas em 2016 foi de R$ 650,00 milh\u00f5es para 835 milh\u00f5es, respectivamente. No entanto deixou no ar valores correspondentes aos alugu\u00e9is ou mesmo dos sal\u00e1rios dos indicados para gerir o plano. E vale ressaltar que os gastos com cargos administrativos da Postal Sa\u00fade foram de R$ 14 milh\u00f5es, registrados em julho de 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A ECT apresentou ainda um comparativo do plano de sa\u00fade dos Correios com a Cassi (Banc\u00e1rios) e GEAP (Servidores P\u00fablicos) que contribuem com mensalidades entre 3% a 19%.<br \/>\nA Postal Sa\u00fade afirmou que n\u00e3o est\u00e1 procedendo novas ades\u00f5es no plano, a n\u00e3o ser c\u00f4njuges ou filhos, mas que um novo plano ser\u00e1 apresentado aos futuros funcion\u00e1rios. Conforme os representantes do plano, essas s\u00e3o exig\u00eancias da Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade (ANS).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os representantes do Comando de Negocia\u00e7\u00e3o foram enf\u00e1ticos sobre n\u00e3o aceitar o pagamento de mensalidades, uma vez que o piso salarial \u00e9 de R$ 1.234,00 e, quando aplicado os descontos, a renda cai para cerca de R$ 800,00 ou R$ 900,00. N\u00e3o h\u00e1 como pagar pelo plano de sa\u00fade, uma vez que o menor sal\u00e1rio praticado entre os funcion\u00e1rios de empresas estatais e servidores p\u00fablicos federais s\u00e3o os dos Correios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Na \u00e9poca do CorreiosSa\u00fade, eram os trabalhadores (as) os principais interessados e os envolvidos na administra\u00e7\u00e3o do plano, sem altos sal\u00e1rios ou alugueis de pr\u00e9dios por todo o Brasil. Por isso, a pauta de reivindica\u00e7\u00f5es requer o retorno do plano de sa\u00fade para o controle da ECT e a extin\u00e7\u00e3o do Postal Sa\u00fade, pois a propaganda divulgada pela empresa sobre a economia com o atual plano n\u00e3o ocorreu. Na contram\u00e3o, os gastos dobraram.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por tudo isso, \u00e9 t\u00e3o importante para o comando resistir por nenhum direito a menos dos sindicatos, que, consequentemente, lutam ao lado de todos os trabalhadores (as) dos Correios. Somente com as entidades representativas \u00e9 poss\u00edvel contestar as arbitrariedades do empregador, bem como avan\u00e7ar na coletividade tamb\u00e9m com resultados positivos em lutas individuais, com mais qualidade de vida e trabalho.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A FENTECT destaca que \u00e9 importante lotar as assembleias da categoria previstas para os dias 05 e 06 de setembro , pois o recado foi dado: n\u00e3o ser\u00e3o permitidas retiradas de direitos, privatiza\u00e7\u00e3o e t\u00e3o pouco amea\u00e7a \u00e0 empregabilidade dos ecetistas.<\/p>\n<p align=\"right\"><strong>Dire\u00e7\u00e3o Nacional da ADCAP.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fundos de pens\u00e3o pedem indeniza\u00e7\u00e3o de R$\u00a0 400 milh\u00f5es Previd\u00eancia Total 29\/08\/2016 Os fundos de pens\u00e3o Petros e\u00a0Postalis, mais uma dezena de institutos de previd\u00eancia de munic\u00edpios e Estados e&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7286"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7286"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7286\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7286"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7286"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7286"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}