{"id":7229,"date":"2016-08-16T18:35:05","date_gmt":"2016-08-16T18:35:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/?p=7229"},"modified":"2017-05-22T19:18:38","modified_gmt":"2017-05-22T19:18:38","slug":"adcap-anet-16082016-postalis-cobra-r-5-bilhoes-de-banco-americano-veja-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/adcap-anet-16082016-postalis-cobra-r-5-bilhoes-de-banco-americano-veja-mais\/","title":{"rendered":"ADCAP NET 16\/08\/2016 &#8211; Postalis cobra R$ 5 bilh\u00f5es de banco americano. Veja Mais!"},"content":{"rendered":"<blockquote>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<div>\n<p><strong>Promotor diz que estado n\u00e3o fez esfor\u00e7o para\u00a0<\/strong><strong>cobrar devedores<\/strong><\/p>\n<p>O Globo<br \/>\n16\/08\/2016<\/p>\n<p>RIO &#8211; Enquanto as contas do estado seguiam para o fundo do po\u00e7o, ainda em janeiro, o governo do Rio decidiu criar uma for\u00e7a-tarefa para fechar o cerco aos grandes devedores. Sete meses depois, o respons\u00e1vel pela Coordenadoria de Combate \u00e0 Sonega\u00e7\u00e3o Fiscal (Coesf), promotor Rubem Vianna, informa que o trabalho n\u00e3o teve qualquer resultado e nem um real foi recuperado para os cofres p\u00fablicos pela t\u00e3o anunciada Comiss\u00e3o Interestadual de Recupera\u00e7\u00e3o de Ativos (Cira). O promotor afirma que, at\u00e9 hoje, a Fazenda s\u00f3 realizou uma reuni\u00e3o da comiss\u00e3o (em 29 de mar\u00e7o), embora o estado enfrente dificuldades na arrecada\u00e7\u00e3o de impostos e venha descumprindo suas obriga\u00e7\u00f5es devido \u00e0 crise e ao encolhimento das receitas.<\/p>\n<p>Hoje, os d\u00e9bitos dos 20 maiores devedores do governo s\u00e3o praticamente suficientes para cobrir o d\u00e9ficit do caixa este ano: R$ 18,2 bilh\u00f5es. O levantamento foi feito pela Procuradoria Geral do Estado (PGE), em resposta a um pedido do GLOBO pela Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>ADVERTISEMENT<\/p>\n<p>A dificuldade do estado na cobran\u00e7a dos d\u00e9bitos esbarra na morosidade do Judici\u00e1rio. Os processos se arrastam na 11\u00aa Vara de Fazenda P\u00fablica da capital, a \u00fanica que tem esta atribui\u00e7\u00e3o. At\u00e9 dezembro, de um total de 101.258 processos que constavam no acervo geral, 76.677 (77%) estavam paralisados h\u00e1 mais de 90 dias. Apenas 321 processos tinham senten\u00e7as (cerca de 0,3%). O resultado disso, no ano passado, foi um \u00edndice de recupera\u00e7\u00e3o de pouco mais de 1%: cerca de R$ 697 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cNENHUMA PROVID\u00caNCIA FOI ADOTADA&#8221;<\/p>\n<p>Em tom de desabafo, Vianna diz, em nota, que a Secretaria estadual de Fazenda, que deveria presidir a comiss\u00e3o, ainda n\u00e3o fez qualquer esfor\u00e7o para que os trabalhos avancem.<\/p>\n<p>\u201cDesde ent\u00e3o, nenhuma provid\u00eancia foi efetivamente adotada pela Fazenda estadual, tampouco outro encontro foi agendado, permanecendo, portanto, lamentavelmente, o mesmo quadro que precedeu e justificou a uni\u00e3o de esfor\u00e7os no sentido de equacionar um problema que vem inviabilizando a atua\u00e7\u00e3o do Estado no cumprimento de suas atribui\u00e7\u00f5es constitucionais\u201d, informa o promotor.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/assets.mktnaweb.com\/accounts\/2014\/10\/21\/39849\/pictures\/275\/original_dividas.jpg?1471358685\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"600\" \/><\/p>\n<p>A Cira foi institu\u00edda um m\u00eas depois de ocorrer um grande mal-estar entre a Coesf e a Fazenda, que cortou o acesso do MP \u00e0 base de dados para fiscaliza\u00e7\u00e3o de devedores do ICMS (principal fonte de arrecada\u00e7\u00e3o estadual). A interrup\u00e7\u00e3o aconteceu ap\u00f3s o MP come\u00e7ar a investigar as a\u00e7\u00f5es fiscais de empresas ligadas ao grupo Petr\u00f3polis. Tr\u00eas das distribuidoras de bebidas da cervejaria, Imapi, Leyroz e Praiamar, acumulam um contencioso de cerca de R$ 1 bilh\u00e3o com o estado. As distribuidoras est\u00e3o sendo investigadas pela Opera\u00e7\u00e3o Lava-Jato.<\/p>\n<p>Se recuperados, os d\u00e9bitos dessas grandes empresas poderiam ajudar a evitar o colapso financeiro, assim como garantir o pagamento em dia dos funcion\u00e1rios, que t\u00eam recebido sal\u00e1rio atrasado. O problema \u00e9 recuperar o passivo.<\/p>\n<p>Pelo menos R$ 9,5 bilh\u00f5es dos d\u00e9bitos dos grandes devedores s\u00e3o considerados pela PGE como de dif\u00edcil recupera\u00e7\u00e3o. Desse montante, R$ 2 bilh\u00f5es s\u00e3o atribu\u00eddos a empresas supostamente laranjas na distribui\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis, sem patrim\u00f4nio e com sede fantasma. Esses s\u00e3o os casos da Arrows Petr\u00f3leo do Brasil Ltda. e American Lub do Brasil Ltda., mais conhecida como Dinamo.<\/p>\n<p>A Arrows e a Dinamo j\u00e1 foram alvos de den\u00fancias na Justi\u00e7a sobre um esquema de empresas de distribui\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel ligadas ao empres\u00e1rio Ricardo Magro, investigado por sonega\u00e7\u00e3o de ICMS. Magro foi preso em junho, acusado de lesar em R$ 90 milh\u00f5es os fundos de pens\u00e3o Postalis, da Empresa Brasileira de Correios e Tel\u00e9grafos (ETC), e Petros, da Petrobras. Ele foi solto ap\u00f3s pagar fian\u00e7a de R$ 4 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Outras empresas ligadas a Magro tamb\u00e9m aparecem na lista de devedores do estado como a Refinaria de Manguinhos e a Rodopetro Distribuidora de Petr\u00f3leo. Somadas, as d\u00edvidas de ambas chegam a R$ 1,3 bilh\u00e3o, aponta a PGE.<\/p>\n<p>Manguinhos \u00e9 conhecida no mercado de combust\u00edveis por movimentar uma ind\u00fastria de liminares no Judici\u00e1rio fluminense para n\u00e3o recolher ICMS e, assim, vender combust\u00edveis mais baratos.<\/p>\n<p>Os procuradores avaliam como praticamente perdidos outros R$ 2,2 bilh\u00f5es que envolvem massas falidas como Varig, Mesbla e Cimobras Ind\u00fastria de Molas BR. Primeira no ranking de devedores do estado, a Petrobras tem R$ 4,4 bilh\u00f5es de d\u00e9bitos em discuss\u00e3o judicial.<\/p>\n<p>T\u00c9CNICOS COM AGENDA LOTADA<\/p>\n<p>Evitando polemizar, o governador em exerc\u00edcio, Francisco Dornelles, disse que o estado aposta na venda na chamada securitiza\u00e7\u00e3o da d\u00edvida ativa para recuperar receitas para o estado. A opera\u00e7\u00e3o consiste na venda da d\u00edvida ativa, que est\u00e1 na casa dos R$ 66 bilh\u00f5es, para bancos privados. O estado espera conseguir cerca de R$ 3 bilh\u00f5es com a negocia\u00e7\u00e3o, que ainda depende do aval do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o. Dornelles disse que em 2015 houve um volume muito grande de cobran\u00e7as judiciais e que considera \u201cextremamente importante\u201d o combate aos sonegadores:<\/p>\n<p>\u2014 Quero conhecer as ideias desse promotor e aproveit\u00e1-las, se poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Em nota, a Fazenda informa que novos encontros do Cira n\u00e3o foram marcados devido \u00e0\u201cagenda lotada dos t\u00e9cnicos\u201d por causa da crise do estado e que est\u00e1 tomando provid\u00eancias para que as reuni\u00f5es sejam retomadas. A Fazenda afirma que o combate \u00e0 sonega\u00e7\u00e3o \u00e9 prioridade e que tem adotado procedimentos como malhas fiscais, cobran\u00e7a administrativa, monitoramento de grandes contribuintes e opera\u00e7\u00f5es volantes, intelig\u00eancia fiscal e aumento do n\u00famero de fiscaliza\u00e7\u00f5es, entre outros. Segundo a pasta, mais de mil empresas foram contatadas pelos auditores fiscais do Polo de Cobran\u00e7a Amig\u00e1vel da secretaria, o que resultou na negocia\u00e7\u00e3o de cerca de R$ 500 milh\u00f5es de d\u00e9bitos de ICMS (em pagamentos \u00e0 vista ou parcelados).<\/p>\n<p>Participam da Cira promotores, auditores da Fazenda e policiais da Delegacia de Combate a Crimes Fazend\u00e1rios, entre outros.<\/p>\n<p>As empresas citadas questionam os valores atribu\u00eddos como inscritos em d\u00edvida ativa pela Procuradoria e afirmam que os d\u00e9bitos est\u00e3o sendo discutidos na Justi\u00e7a. A Petrobras informa que os valores \u201crepresentam contencioso judicial fruto da diverg\u00eancia de interpreta\u00e7\u00f5es da legisla\u00e7\u00e3o entre a empresa e o estado\u201d.<\/p>\n<p>A empresa de\u00a0<strong>Correios\u00a0<\/strong>e Tel\u00e9grafos disse que os lan\u00e7amentos s\u00e3o relativos a ICMS e IPVA, os quais, tendo os Correios imunidade tribut\u00e1ria, n\u00e3o s\u00e3o devidos. A Star One disse estar em dia com suas obriga\u00e7\u00f5es fiscais junto ao estado: \u201cEventuais discuss\u00f5es quanto \u00e0 ilegalidade ou inconstitucionalidade do tributo s\u00e3o discutidas junto ao poder judici\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>A Light informou que a d\u00edvida est\u00e1 em discuss\u00e3o na Justi\u00e7a. Contudo, a empresa entende que n\u00e3o deve os R$ 555 milh\u00f5es mencionados pela PGE. A Nextel afirma que n\u00e3o reconhece o d\u00e9bito reportado e, portanto, est\u00e1 discutindo a quest\u00e3o administrativa e judicialmente. A CSN preferiu n\u00e3o comentar o assunto.<\/p>\n<p>A massa falida da Varig respondeu \u201cque grande parte dos d\u00e9bitos referem-se a cr\u00e9ditos de ICMS incidentes sobre transporte a\u00e9reo de cargas e passageiros, sendo certo que j\u00e1 foram proferidas diversas decis\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0s massas falidas\u201d. Os representantes da Varig informaram que o Supremo Tribunal Federal (STF) j\u00e1 pacificou entendimento no sentido de que as sociedades prestadoras de servi\u00e7o de transporte a\u00e9reo n\u00e3o s\u00e3o contribuintes de ICMS.<\/p>\n<p>O Carrefour informa que cumpre respeitosamente suas obriga\u00e7\u00f5es junto a munic\u00edpios, estados e Uni\u00e3o e que possui discuss\u00f5es administrativas e judiciais devidamente fundamentadas.<\/p>\n<p>A reportagem n\u00e3o conseguiu contato com Paes Mendon\u00e7a S.A., Sola S.A. Ind\u00fastria Aliment\u00edcia, Pritefisa Tecelagem de Fios Sint\u00e9ticos da Amaz\u00f4nia, Brasal Empresa Brasileira de Alimentos (Panutri), Didier Confec\u00e7\u00f5es Ltda., Cimobras Ind\u00fastria de Molas BR, RodoPetro Distribuidora de Petr\u00f3leo, American Lub do Brasil Ltda., Mobilit\u00e1 Com\u00e9rcio Ind\u00fastria e Representa\u00e7\u00f5es Ltda., Refinaria de Manguinhos e Mesbla Lojas de Departamento.<br \/>\n<strong>Postalis cobra R$ 5 bilh\u00f5es de banco\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>americano<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u00c9poca<br \/>\n15\/08\/2016<\/p>\n<p>nova dire\u00e7\u00e3o do Postalis (fundo de pens\u00e3o dos funcion\u00e1rios dos\u00a0<strong>Correios<\/strong>) atua em tr\u00eas frentes para evitar que os funcion\u00e1rios e a estatal tenham de aumentar as contribui\u00e7\u00f5es extras, atualmente em quase 18%, sobre os benef\u00edcios para cobrir o equacionamento do rombo de 2015.A principal delas envolve cobran\u00e7as judiciais de R$ 5 bilh\u00f5es por preju\u00edzos supostamente causados pelo banco de investimentos americano BNY Mellon. O plano tamb\u00e9m inclui a cobran\u00e7a de uma d\u00edvida dos Correios, hoje em R$ 1,5 bilh\u00e3o, e a venda de 32 t\u00edtulos que j\u00e1 foram baixados a preju\u00edzo &#8211; que somam R$ 1,7 bilh\u00e3o, mas devem ser repassados com des\u00e1gio generoso -, segundo o novo presidente da entidade, Andr\u00e9 Luis Carvalho de Motta e Silva.<\/p>\n<p>As contribui\u00e7\u00f5es extras foram determinadas aos quase 76 mil funcion\u00e1rios, aposentados e pensionistas, al\u00e9m da estatal patrocinadora, para cobrir o rombo do plano de benef\u00edcio definido (um tipo de plano mais antigo, que foi suspenso a novos participantes, em que o benef\u00edcio era previamente estipulado, independentemente da evolu\u00e7\u00e3o das contribui\u00e7\u00f5es, conhecido pela sigla BD).<\/p>\n<p>A reportagem apurou com a dire\u00e7\u00e3o do Postalis que a briga judicial com o BNY Mellon vai se dar at\u00e9 mesmo fora do pa\u00eds. A funda\u00e7\u00e3o cobra R$ 5 bilh\u00f5es do banco americano por conta de perdas com t\u00edtulos emitidos por institui\u00e7\u00f5es financeiras no exterior lastreados na d\u00edvida da Argentina e da Venezuela, por exemplo.<\/p>\n<p>O Postalis tamb\u00e9m entrou com representa\u00e7\u00e3o no Banco Central alegando que o BNY Mellon colocou todo o sistema financeiro sob risco sist\u00eamico com a gest\u00e3o dos pap\u00e9is do Postalis. Procurado, o Banco Central respondeu, em nota, que n\u00e3o comenta casos espec\u00edficos e atividades de fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>D\u00e9ficit<\/p>\n<p>Pelas novas regras de equacionamento de d\u00e9ficit dos fundos de pens\u00e3o, o desconto mensal do plano BD do Postalis ficou determinado em 17,92% do valor da aposentadoria, da pens\u00e3o ou do valor previsto para o benef\u00edcio por 23,5 anos. Come\u00e7ou a ser descontado no fim de junho, depois de a\u00e7\u00f5es que suspenderam o desconto. Essa contribui\u00e7\u00e3o \u00e9 referente ao equacionamento do d\u00e9ficit at\u00e9 2014. O problema \u00e9 que o fundo continuou no vermelho em 2015 (R$ 1,4 bilh\u00e3o). As contribui\u00e7\u00f5es teriam de aumentar para cobrir esse buraco que n\u00e3o para de crescer &#8211; no acumulado at\u00e9 o primeiro semestre j\u00e1 ultrapassou R$ 2 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>&#8220;Estamos correndo muito para permitir que n\u00e3o haja aumento da contribui\u00e7\u00e3o ou que seja diminuta, mas se o plano fracassar h\u00e1, sim, a possibilidade de a contribui\u00e7\u00e3o extra aumentar. N\u00e3o posso mentir&#8221;, disse Silva, em sua primeira entrevista como presidente do Postalis, depois de enfrentar a rebeldia do conselho fiscal, que resistia \u00e0 troca da dire\u00e7\u00e3o na entidade. Ligado ao PMDB, Silva dirigiu o Banco de Bras\u00edlia e a Terracap, estatais do Distrito Federal e foi diretor de investimentos do Postalis.<\/p>\n<p>O nome dele foi indicado por Guilherme Campos, do PSD, novo presidente dos Correios, mas o conselho fiscal trabalhou para manter Paulo Furtado, indica\u00e7\u00e3o do PDT, do ex-presidente dos Correios, Giovanni Queiroz. A Previc, que fiscaliza o setor, deu autoriza\u00e7\u00e3o para a mudan\u00e7a.<\/p>\n<p>Quando assumiu o cargo de diretor de investimentos, Silva deu uma guinada conservadora no perfil de investimentos da funda\u00e7\u00e3o. O fundo de pens\u00e3o comprou cerca de R$ 2 bilh\u00f5es em t\u00edtulos p\u00fablicos, que eram quase inexistentes na carteira. O principal motivo do rombo de R$ 5,6 bilh\u00f5es do plano de benef\u00edcio definido que come\u00e7ou a ser equalizado neste ano foi a performance dos investimentos (R$ 2,7 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>A lista de maus investimentos da funda\u00e7\u00e3o vai al\u00e9m dos pap\u00e9is atrelados \u00e0 d\u00edvida da Argentina e da Venezuela. Inclui aplica\u00e7\u00f5es em t\u00edtulos de bancos liquidados (Cruzeiro do Sul e BVA) e a\u00e7\u00f5es de empresas de Eike Batista. A parte do d\u00e9ficit derivada de altera\u00e7\u00f5es nas premissas do plano, como mudan\u00e7a na expectativa de mortalidade e de juros, foi de R$ 1,7 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Trabalhamos com esse trip\u00e9 para resgatar a credibilidade nas duas pontas: os participantes e assistidos voltarem a acreditar que o Postalis vai garantir o futuro para a aposentadoria e o mercado crer que n\u00e3o h\u00e1 restri\u00e7\u00f5es aos dirigentes, o que n\u00e3o comprometer\u00e1 os futuros investimentos&#8221;, disse Christian Scheneider, que presidiu a operadora paranaense de telefonia Sercomtel, e atual diretor de investimentos do fundo.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S. Paulo.<\/p>\n<p><strong>Em 2016, n\u00famero de quarentenas bate\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>recorde<\/strong><\/p>\n<p>Estad\u00e3o<br \/>\n15\/08\/2016<\/p>\n<p>BRAS\u00cdLIA &#8211; A Comiss\u00e3o de \u00c9tica P\u00fablica da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica concedeu no primeiro semestre deste ano um n\u00famero recorde de quarentenas. Levantamento obtido pelo Estado por meio da Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o revela que, de janeiro a junho, 65 ex-integrantes do governo da presidente afastada Dilma Rousseff tiveram autoriza\u00e7\u00e3o para continuar recebendo os sal\u00e1rios por seis meses sem trabalhar, com a condi\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o fossem para a iniciativa privada. O n\u00famero \u00e9 maior do que as 62 concess\u00f5es dadas em 2015 inteiro e mais do que o triplo do permitido no ano anterior.<\/p>\n<p>Em 2011, quando o governo Luiz In\u00e1cio Lula da Silva deu lugar \u00e0 gest\u00e3o Dilma, foram 11 pedidos de quarentena aceitos.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 um valor total de sal\u00e1rios pagos neste per\u00edodo, mas na lista dos favorecidos est\u00e3o 17 ex-ministros do segundo mandato de Dilma, al\u00e9m de ex-secret\u00e1rios executivos (n\u00famero 2 de um minist\u00e9rio) e presidentes de estatais, como\u00a0<strong>Correios<\/strong>, Caixa e BNDES. Cada um dos ex-ministros recebe R$ 30,9 mil por m\u00eas e os ex-secret\u00e1rios executivos, R$ 29,3 mil.<\/p>\n<p>J\u00e1 os sal\u00e1rios de ex-presidentes de estatais variam, de R$ 46 mil (Giovanni Queiroz, dos Correios) a R$ 123 mil (Aldemir Bendine, da Petrobr\u00e1s).<\/p>\n<p>Na Caixa, al\u00e9m de Miriam Belchior (R$ 53,3 mil), outros integrantes da dire\u00e7\u00e3o continuaram recebendo os vencimentos. Entre eles estava F\u00e1bio Cleto, ex-vice-presidente do banco que, em dela\u00e7\u00e3o premiada \u00e0 for\u00e7a-tarefa da Lava Jato, detalhou um esquema de propina para captar recursos do FI-FGTS. O fundo de investimento que usa uma parte do FGTS dos trabalhadores para aplicar em infraestrutura foi usado, segundo Cleto, para desviar verba para um esquema ligado ao deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Cunha nega.<\/p>\n<p>Pedidos. Segundo a Comiss\u00e3o de \u00c9tica P\u00fablica da Presid\u00eancia, desde o fim do ano passado foram feitos 213 pedidos de quarentena, dos quais 102 foram recusados e 5 arquivados. O restante foi concedido ou ainda tramita.<\/p>\n<p>A concess\u00e3o do benef\u00edcio \u00e9 prevista na legisla\u00e7\u00e3o brasileira para evitar conflito de interesse de quem sai de um cargo p\u00fablico e vai para a iniciativa privada. O objetivo \u00e9 evitar que essas pessoas usem informa\u00e7\u00f5es privilegiadas de quando estavam no alto comando da administra\u00e7\u00e3o federal. Servidores p\u00fablicos, como o ex-n\u00famero 2 do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o Luiz Claudio Costa, tamb\u00e9m t\u00eam direito ao benef\u00edcio.<\/p>\n<p>Entre os ex-ministros est\u00e3o Jaques Wagner (Casa Civil), Nelson Barbosa (Fazenda), Aloizio Mercadante (Educa\u00e7\u00e3o), Jos\u00e9 Eduardo Cardozo (AGU), Miguel Rossetto (Trabalho e Previd\u00eancia), Valdir Sim\u00e3o (Planejamento), Ricardo Berzoini (Governo), Izabella Teixeira (Meio Ambiente), In\u00eas Magalh\u00e3es (Cidades), Tereza Campelo (Desenvolvimento Social), Carlos Gabas (Avia\u00e7\u00e3o Civil), Aldo Rebelo (Ci\u00eancia e Tecnologia), Juca Ferreira (Cultura) e Eleonora Menicucci (Secretaria Especial para Mulheres).<\/p>\n<p>Jorge Rodrigo Ara\u00fajo Messias, o \u201cBessias\u201d, citado em conversa telef\u00f4nica interceptada pela Pol\u00edcia Federal entre Dilma e Lula, tamb\u00e9m pediu quarentena, mas depois retirou a solicita\u00e7\u00e3o quando assumiu o cargo de assessor da presidente afastada no Pal\u00e1cio da Alvorada.<\/p>\n<p>Impeachment e lei. O presidente da Comiss\u00e3o de \u00c9tica, Mauro de Azevedo Menezes, disse que o recorde de concess\u00f5es neste ano se deve, al\u00e9m do afastamento de Dilma do cargo, \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o do rol de autoridades com direito \u00e0 quarentena para funcion\u00e1rios de confian\u00e7a e presidentes, vices e diretores de autarquias, funda\u00e7\u00f5es e empresas p\u00fablicas ou sociedades de economia mista.<\/p>\n<p>A extens\u00e3o da quarentena foi sancionada em 2013 por Dilma, depois que o projeto foi aprovado no Congresso. \u201cCada aprova\u00e7\u00e3o de um pedido de quarentena tem muita discuss\u00e3o e \u00e9 feita com base em muitos crit\u00e9rios\u201d, disse Menezes. \u201cTodas as vezes que houver mudan\u00e7a de governo com troca significativa de cargos, \u00e9 natural que haja essa mesma propor\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou. A pr\u00f3xima reuni\u00e3o do colegiado \u00e9 no dia 22 de agosto.<\/p>\n<p>Entre os pedidos indeferidos est\u00e1 o do ex-presidente do Banco Central Alexandre Tombini, que deve ser o representante do Brasil no Fundo Monet\u00e1rio Nacional (FMI).<\/p>\n<p>Sobre a concess\u00e3o do benef\u00edcio a Cleto, o presidente da Comiss\u00e3o de \u00c9tica afirmou que no momento da autoriza\u00e7\u00e3o n\u00e3o se sabia publicamente que ele seria investigado pela Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato e fecharia dela\u00e7\u00e3o premiada. \u201cA quarentena \u00e9 imposta pelo interesse p\u00fabico de proibir que se obtenham na iniciativa privada ganhos decorrentes do trabalho que se exercia na fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Cleto admitiu que cometeu esse crime ainda no exerc\u00edcio do cargo\u201d, afirmou. \u201cSe algu\u00e9m viola a quarentena, beneficiando o interesse privado posteriormente ou no exerc\u00edcio do cargo p\u00fablico, o Minist\u00e9rio P\u00fablico tem de tomar as iniciativas e incriminar.\u201d<\/p>\n<p><strong>Aportes na postal sa\u00fade minam recupera\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>financeira dos Correios\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Valor<br \/>\n15\/08\/2016<\/p>\n<p>Criada em 2013 para gerir com mais efici\u00eancia a assist\u00eancia m\u00e9dica de seus empregados, a Postal Sa\u00fade tornou-se uma fonte de hemorragia para o caixa dos\u00a0<strong>Correios<\/strong>. O aporte para sustentar a nova empresa, que cuida do conv\u00eanio m\u00e9dico de 117 mil empregados, pode chegar a R$ 2 bilh\u00f5es neste ano e comprometer seus ensaios de recupera\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\n<p>As despesas para bancar o plano seguem uma rota aparentemente insustent\u00e1vel. No ano passado, alcan\u00e7aram R$ 1,6 bilh\u00e3o, o que significa gasto m\u00e9dio de quase R$ 1,2 mil mensais por benefici\u00e1rio. Cada funcion\u00e1rio pode arcar com at\u00e9 10% dos custos m\u00e9dicos, em um modelo de coparticipa\u00e7\u00e3o, mas a parte dos empregados tem ficado em 7%.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 uma sangria permanente no caixa da empresa&#8221;, afirma o presidente dos Correios, Guilherme Campos, ex-deputado federal pelo PSD de S\u00e3o Paulo. &#8220;O argumento era que essa autogest\u00e3o baratearia nossos custos, mas a realidade n\u00e3o nos mostra isso. Do jeito que est\u00e1, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 invi\u00e1vel.&#8221; O comando da Postal Sa\u00fade foi trocado no in\u00edcio de julho e ganhou carta branca para tomar medidas dr\u00e1sticas a fim de conter o preju\u00edzo. Ariovaldo C\u00e2mara, ex-chefe de controle disciplinar dos Correios, que iniciou sua trajet\u00f3ria na estatal como carteiro em 1985, foi incumbido de tra\u00e7ar um plano de recupera\u00e7\u00e3o em 60 dias. &#8220;Ele est\u00e1 fazendo um processo de apertar os parafusos e eu estou aberto a todas as alternativas. O que n\u00e3o pode \u00e9 ficar assim. O plano de sa\u00fade dos funcion\u00e1rios mata a empresa&#8221;, diz Campos.<\/p>\n<p>As contas da Postal Sa\u00fade, por requisitarem aportes dos Correios, s\u00e3o uma das tr\u00eas fontes de preocupa\u00e7\u00e3o imediata para evitar um colapso na estatal. As outras duas s\u00e3o o futuro do Postalis, problem\u00e1tico fundo de pens\u00e3o dos empregados, e o pr\u00f3ximo acordo coletivo da categoria. Atualmente, cerca de 60% do custo operacional dos Correios \u00e9 com a folha do custo operacional dos Correios \u00e9 com a folha de pagamento ampliada. Ou seja: al\u00e9m dos vencimentos mensais, despesas com o Postal Sa\u00fade e com o Postalis.<\/p>\n<p>A campanha salarial rec\u00e9m-lan\u00e7ada pela Findect pleiteia reajuste de 9,5% e aumento real linear de R$ 300, al\u00e9m de revis\u00e3o no valor de vale-alimenta\u00e7\u00e3o e cesta b\u00e1sica. J\u00e1 a Fentect pleiteia 15%. Campos diz ter assumido pessoalmente a negocia\u00e7\u00e3o, cuja data-base \u00e9 agosto, e faz um apelo para que n\u00e3o haja greves. &#8220;Pela fragilidade em que nos encontramos atualmente, seria catastr\u00f3fico&#8221;, afirma. Em 2013 e em 2014, quando houve dificuldades para chegar a um acordo e os empregadores cruzaram os bra\u00e7os e houve preju\u00edzo estimado em R$ 200 milh\u00f5es com as duas paralisa\u00e7\u00f5es. &#8220;Os danos intang\u00edveis s\u00e3o maiores: perda de confian\u00e7a, de reputa\u00e7\u00e3o, de clientes para a concorr\u00eancia.&#8221;<\/p>\n<p>Quanto ao rombo no Postalis, que chega a R$ 5,6 bilh\u00f5es e precisar\u00e1 de contribui\u00e7\u00f5es adicionais dos benefici\u00e1rios at\u00e9 2039, os Correios esperam a an\u00e1lise do TCU sobre novo provisionamento no balan\u00e7o. Uma provis\u00e3o de R$ 1,8 bilh\u00e3o &#8211; em valores atualizados &#8211; foi desfeita no ano retrasado, melhorou as contas da empresa com maquiagem cont\u00e1bil e evitou o primeiro preju\u00edzo em duas d\u00e9cadas. N\u00e3o por muito tempo. Em 2015, houve preju\u00edzo de R$ 2,1 bilh\u00f5es, mas o balan\u00e7o n\u00e3o saiu.<\/p>\n<p>FONTE:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.valor.com.br\/brasil\/4672059\/aportes-em-empresa-de-assistencia-medica-minam-recuperacao-financeira-dos-correios\">http:\/\/www.valor.com.br\/brasil\/4672059\/aportes-em-empresa-de-assistencia-medica-minam-recuperacao-financeira-dos-correios<\/a>\u00a0(com adapta\u00e7\u00f5es)<br \/>\n<strong>EXECUTIVO DO BNY VIR\u00c1 AO PA\u00cdS NEGOCIAR\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>ACORDO COM O POSTALIS<\/strong><\/p>\n<p>Tribuna do Paran\u00e1<br \/>\n15\/08\/2016<\/p>\n<p>O banco americano BNY Mellon afirmou que \u00e9 \u201cpragm\u00e1tico\u201d e est\u00e1 aberto para encontrar uma \u201csolu\u00e7\u00e3o mutuamente satisfat\u00f3ria\u201d com o\u00a0<strong>Postalis\u00a0<\/strong>que permita resolver essa quest\u00e3o definitivamente. No entanto, diz que as a\u00e7\u00f5es judiciais n\u00e3o t\u00eam fundamento e vai continuar se defendendo \u201cvigorosamente\u201d contra elas.<\/p>\n<p>\u201cEmbora entendamos a motiva\u00e7\u00e3o da atual administra\u00e7\u00e3o do Postalis em recuperar poss\u00edveis perdas causadas por ex-diretores do instituto, o BNY Mellon n\u00e3o tem qualquer responsabilidade pelas a\u00e7\u00f5es do Postalis ou pelas a\u00e7\u00f5es dos gestores de investimentos terceiros escolhidos pelo instituto sobre as quais n\u00e3o tivemos qualquer controle\u201d, disse o banco, em nota.<\/p>\n<p>A reportagem apurou que um representante da sede do BNY Mellon vir\u00e1 ao Brasil para negociar um acordo com a dire\u00e7\u00e3o do Postalis. O presidente do banco para a Am\u00e9rica Latina, Eduardo Kolle, disse na CPI dos Fundos de Pens\u00e3o, no in\u00edcio deste ano, que fez uma proposta para ressarcir preju\u00edzos, rejeitada pelo Postalis. A funda\u00e7\u00e3o negou a informa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cO BNY Mellon \u00e9, sim, culpado do que aconteceu aqui dentro e tem uma cl\u00e1usula que diz que, se ele n\u00e3o fosse culpado objetivamente, \u00e9 culpado do mesmo jeito. O banco n\u00e3o cumpriu com o dever fiduci\u00e1rio, m\u00e1ximo de responsabilidade que deveria ter sobre a administra\u00e7\u00e3o do dinheiro de terceiros\u201d, afirmou Andr\u00e9 Luis Motta e Silva, presidente do Postalis.<\/p>\n<p>No ano passado, o executivo reconheceu ter havido fraude em compras de pap\u00e9is estrangeiros com recursos do Postalis, mas disse que o BNY n\u00e3o tinha responsabilidade sobre o caso.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S. Paulo.<\/p>\n<p><strong>MPF denuncia quatro pessoas por fraudes no\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Postalis<\/strong><\/p>\n<p>Extra<br \/>\n12\/08\/16<\/p>\n<p>S\u00c3O PAULO \u2014 Quatro pessoas foram denunciadas pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) em S\u00e3o Paulo pelos crimes de lavagem de dinheiro e fraude fiscal referentes a recursos desviados do Postalis \u2014 fundo de previd\u00eancia complementar dos\u00a0<strong>Correios\u00a0<\/strong>\u2014 entre 2006 e 2011. O mentor do esquema, segundo o MPF, era o empres\u00e1rio e operador do mercado financeiro Fabrizio Dulcetti Neves.<\/p>\n<p>De acordo com a den\u00fancia, o grupo superfaturava t\u00edtulos negociados no mercado de capitais. Segundo o MPF, duas corretoras sediadas nos EUA adquiriram pap\u00e9is no mercado internacional e os revenderam a fundos ligados ao Postalis por pre\u00e7os acima dos valores reais.<\/p>\n<p>\u201cO esquema utilizava uma s\u00e9rie de offshores, muitas delas pertencentes a s\u00f3cios da Atl\u00e2ntica Administra\u00e7\u00e3o de Recursos, empresa de Fabrizio respons\u00e1vel pela gest\u00e3o dos fundos no Brasil\u201d, escreveu o MPF em texto de divulga\u00e7\u00e3o sobre o processo.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a segunda den\u00fancia do MPF contra envolvidos no esquema que causou rombo superior a US$ 140 milh\u00f5es aos cofres do Postalis. Para tentar driblar a Receita Federal e ocultar a internaliza\u00e7\u00e3o dos recursos ilegais no Brasil, os envolvidos usavam contas banc\u00e1rias de parentes e forjavam doa\u00e7\u00f5es, empr\u00e9stimos e a aquisi\u00e7\u00e3o de bens. A compra de im\u00f3veis foi registrada tamb\u00e9m em valores menores. A diferen\u00e7a era paga no exterior, de acordo com os investigadores.<\/p>\n<p>O GLOBO n\u00e3o localizou nesta sexta-feira advogados de Fabr\u00edzio Neves. De acordo com o MPF, atualmente o empres\u00e1rio vive nos EUA.<\/p>\n<\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Promotor diz que estado n\u00e3o fez esfor\u00e7o para\u00a0cobrar devedores O Globo 16\/08\/2016 RIO &#8211; Enquanto as contas do estado seguiam para o fundo do po\u00e7o, ainda em janeiro, o governo&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[26],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7229"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7229"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7229\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7229"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7229"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7229"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}