{"id":5203,"date":"2015-08-10T02:05:43","date_gmt":"2015-08-10T02:05:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/v2\/index.php\/o-postalis-novamente-na-imprensa\/"},"modified":"2015-08-10T02:05:43","modified_gmt":"2015-08-10T02:05:43","slug":"o-postalis-novamente-na-imprensa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/o-postalis-novamente-na-imprensa\/","title":{"rendered":"O Postalis novamente na imprensa&#8207;"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: x-large;\"><strong>Mat&eacute;rias do jornal O Globo divulgadas nesta &uacute;ltima semana trazem novamente men&ccedil;&otilde;es ao POSTALIS<\/strong><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">A descri&ccedil;&atilde;o da forma grosseira com que foram feitas falsifica&ccedil;&otilde;es para desviar dinheiro do Postalis &#8211; com&nbsp;<em>Liquid Paper<\/em>, um corretor l&iacute;quido &#8211; e o aventado envolvimento do ex-Presidente do POSTALIS causam indigna&ccedil;&atilde;o e nos levam a indagar:&nbsp;<\/span>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&#8211; Onde est&atilde;o as autoridades e &oacute;rg&atilde;os que deveriam fiscalizar os fundos de pens&atilde;o e os crimes relacionados a essas entidades?&nbsp; PREVIC, TCU, CGU, Pol&iacute;cia Federal, Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal.<\/span>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&#8211; Por que nada de concreto, exceto suspens&otilde;es e multas irris&oacute;rias, foram aplicadas aos ex-dirigentes?<\/span>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&#8211; Por que n&atilde;o se buscou recuperar o dinheiro desviado ou perdido, n&atilde;o s&oacute; junto ao banco que deveria fiscalizar as aplica&ccedil;&otilde;es, o BNY Mellon, mas tamb&eacute;m junto aos ex-dirigentes do Postalis e da empresa que montou a desastrosa opera&ccedil;&atilde;o reportada nas mat&eacute;rias?<\/span>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Ser&aacute; que pensam que os ecetistas v&atilde;o continuar pagando indefinidamente a conta de crimes assim como esses?<\/span>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Os ecetistas s&atilde;o v&iacute;timas de um estado de coisas que se materializou a partir do aparelhamento pol&iacute;tico-partid&aacute;rio do POSTALIS e da captura pol&iacute;tica do instituto por grupos que se locupletaram das posi&ccedil;&otilde;es de dire&ccedil;&atilde;o.<\/span>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Queremos nosso dinheiro de volta, os bandidos na cadeia e o POSTALIS arrumado e fora das m&atilde;os de pol&iacute;ticos que s&oacute; querem se aproveitar de sua influ&ecirc;ncia para levar a institui&ccedil;&atilde;o a neg&oacute;cios desastrosos para os participantes e benefici&aacute;rios.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O POSTALIS n&atilde;o pertence a partidos pol&iacute;ticos, a pol&iacute;ticos ou mesmo ao Governo Federal. Chega de desvios!<\/span><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><strong>Diretoria Executiva da ADCAP Nacional.<\/strong><\/span><br \/><span style=\"font-size: small;\"> &nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><strong>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: x-large;\"><strong>Em fraude milion&aacute;ria, gestora do Postalis altera pre&ccedil;o de t&iacute;tulos com tinta corretora<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O Globo<br \/> 15\/02\/2015<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">BRAS&Iacute;LIA &mdash; Uma das maiores fraudes de fundos de pens&atilde;o no pa&iacute;s foi montada at&eacute; com a falsifica&ccedil;&atilde;o de documentos de forma grosseira. Relat&oacute;rios da Securities and Exchange Comission (SEC, a xerife do mercado financeiro americano) obtidos pelo GLOBO mostram que ao menos seis pap&eacute;is de institui&ccedil;&otilde;es financeiras na carteira do&nbsp;<strong>Postalis&nbsp;<\/strong>(fundo de pens&atilde;o dos&nbsp;<strong>Correios<\/strong>) tiveram o valor adulterado com tinta corretora ou com um simples &ldquo;corta e cola&rdquo; nos processos digitalizados. A fraude, feita entre 2006 e 2009, detalhada nos relat&oacute;rios da SEC, chega a US$ 24 milh&otilde;es (R$ 68 milh&otilde;es). Os respons&aacute;veis s&atilde;o s&oacute;cios da Atl&acirc;ntica Asset Managment, gestora contratada pelo Postalis para investir o dinheiro dos carteiros em t&iacute;tulos da d&iacute;vida brasileira no exterior.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">As fraudes geraram preju&iacute;zos milion&aacute;rios ao fundo de pens&atilde;o e come&ccedil;aram a ser desvendadas no ano passado. O caso ganha contorno ainda mais complexo, j&aacute; que o Postalis havia contratado o Bank of New York Mellon para exercer a fun&ccedil;&atilde;o de administrador e fiscalizar o trabalho de gestores, entre eles, a Atl&acirc;ntica. Agora, cobra o banco americano na Justi&ccedil;a pelas perdas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O Postalis &eacute; o maior fundo de pens&atilde;o em n&uacute;mero de participantes do pa&iacute;s &mdash; 196 mil. E contrata gestores para decidir como investir os recursos dos contribuintes. Um deles foi a Atl&acirc;ntica Asset Managment, que passou a aplicar recursos em notas estruturadas, um papel bem mais arriscado do que os t&iacute;tulos soberanos. Al&eacute;m disso, a gestora fraudou as notas de forma prim&aacute;ria, para elevar os valores e desviar recursos do Postalis.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">LIQUIDA&Ccedil;&Atilde;O DE GRANDES OPERA&Ccedil;&Otilde;ES POR FAX<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O uso do l&iacute;quido corretor escolar s&oacute; foi poss&iacute;vel porque o sistema financeiro americano n&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficiente quanto o brasileiro: at&eacute; grandes opera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o fechadas e liquidadas por fax. &Agrave; Justi&ccedil;a da Fl&oacute;rida, a SEC explicou o artif&iacute;cio criado pela Atl&acirc;ntica e detalhou as a&ccedil;&otilde;es do respons&aacute;vel pela empresa, Fabr&iacute;zio Neves, e de seu parceiro Jos&eacute; Luna. Os pap&eacute;is eram vendidos para a LatAm, outra empresa controlada pelos dois, remarcados (&agrave;s vezes em mais de 60%) e revendidos a empresas em para&iacute;sos fiscais. Entre elas, a offshore Spectra, que tinha como benefici&aacute;rio Alexej Predtechensky (conhecido como Russo), ent&atilde;o presidente do Postalis. A fraude ocorria no trajeto dos pap&eacute;is.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Em pelo menos seis casos, Neves e Luna esconderam o esquema (&#8230;) alterando os term sheets (documento-base com os principais termos e condi&ccedil;&otilde;es para efetivar uma transa&ccedil;&atilde;o) entregues para a LatAm por emitentes das notas, seja inflando o pre&ccedil;o original, ou removendo informa&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o. Neves dizia a Luna quais pre&ccedil;os usar, verificava o pre&ccedil;o do term sheet alterado, e aprovava as altera&ccedil;&otilde;es antes de Luna envi&aacute;-las aos representantes dos fundos brasileiros. Luna usou l&iacute;quido corretor escolar ou o eletr&ocirc;nico &lsquo;corta e cola&rsquo; para mudar ou omitir as informa&ccedil;&otilde;es sobre o pre&ccedil;o original dos term sheet&rdquo;, diz o texto da SEC. O GLOBO n&atilde;o conseguiu entrar em contato com Neves e Luna.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Ap&oacute;s as fraudes virem &agrave; tona, o Postalis interpelou o BNY Mellon na Justi&ccedil;a para rever os valores, com o argumento que o banco &eacute; o respons&aacute;vel pela fiscaliza&ccedil;&atilde;o dos investimentos. O GLOBO teve acesso ao contrato fechado entre o banco e o fundo de pens&atilde;o. No documento, o BNY Mellon diz ter m&eacute;todos eficientes de controle das transa&ccedil;&otilde;es feitas com recursos de clientes. Com base nessa premissa, o fundo dos carteiros conseguiu na Justi&ccedil;a o bloqueio de R$ 250 milh&otilde;es do patrim&ocirc;nio do banco americano. O BNY Mellon &eacute; acusado pelo Postalis de gerir de forma &ldquo;ruinosa&rdquo; o dinheiro dos aposentados da estatal. Ao todo, o fundo teve perdas de nada menos que R$ 2 bilh&otilde;es nos &uacute;ltimos dois anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">FUNDO PASSA POR AUDITORIA<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Para a Justi&ccedil;a brasileira, o banco argumentou que n&atilde;o teria como evitar a fraude, porque ela foi promovida pela ex-diretoria do Postalis, que conhecia mecanismos para burlar o sistema e evitar o controle da administradora. Ao GLOBO, o BNY Mellon disse que detectar a&ccedil;&otilde;es fraudulentas desta natureza vai al&eacute;m do escopo de suas responsabilidades, especialmente quando foram propositalmente escondidas. &ldquo;O fato de o gestor do fundo em quest&atilde;o ter sa&iacute;do do mercado local desta maneira e usar uma terceira parte para esconder suas a&ccedil;&otilde;es indica que n&oacute;s n&atilde;o fomos c&uacute;mplices ou respons&aacute;veis de forma alguma pela alegada fraude&rdquo;, disse, em nota.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O BNY se refere &agrave; Atl&acirc;ntica. O escrit&oacute;rio foi fechado, segundo fontes a par das investiga&ccedil;&otilde;es, e Fabr&iacute;zio Neves vive, hoje, fora do pa&iacute;s. O banco lembra que o ex-presidente do Postalis Alexej Predtechensky &eacute; apontado por autoridades americanas como um dos respons&aacute;veis pelos crimes. Ele presidiu o fundo por seis anos e deixou o cargo em 2012. Procurado pelo GLOBO, n&atilde;o retornou as liga&ccedil;&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Para o Postalis, o BNY Mellon foi omisso. O fundo insiste que o banco tinha condi&ccedil;&otilde;es de detectar a fraude. E alega que n&atilde;o participou diretamente das opera&ccedil;&otilde;es, &ldquo;cuja legalidade, autenticidade e confiabilidade estavam a cargo da BNY Mellon&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Mesmo com os &acirc;nimos acirrados na Justi&ccedil;a, o banco americano det&eacute;m o poder sobre os investimentos do Postalis. Na segunda cl&aacute;usula do contrato com o fundo, o texto diz que a institui&ccedil;&atilde;o tem exclusividade no servi&ccedil;os de negocia&ccedil;&atilde;o dos ativos do Postalis. A cl&aacute;usula &eacute; considerada usual por integrantes do mercado, mas foi a primeira vez que o Postalis assinou esse tipo de contrato. O banco deveria avisar o Postalis em 48 horas em caso de risco excessivo. Se os gestores n&atilde;o atendessem &agrave;s notifica&ccedil;&otilde;es, o banco tinha de liquidar as opera&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o estavam de acordo com as regras. Pelos servi&ccedil;os, o banco recebeu R$ 11,9 milh&otilde;es desde 2011.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Acionado pelo Postalis, o Banco Central n&atilde;o concluiu a fiscaliza&ccedil;&atilde;o sobre a responsabilidade do BNY Mellon nas fraudes. Procurada pelo GLOBO, a SEC n&atilde;o se manifestou. A Superintend&ecirc;ncia Nacional de Previd&ecirc;ncia Complementar (Previc) promove uma auditoria no Postalis e cogitou intervir no fundo, mas, segundo fontes, desistiu por ver sinais de que a nova diretoria est&aacute; empenhada em recuperar as perdas. Em nota ao GLOBO, a Previc ressaltou que a responsabilidade pela gest&atilde;o dos planos &eacute; dos dirigentes das entidades e a contrata&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os especializados n&atilde;o os exime de suas responsabilidades.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">http:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/em-fraude-milionaria-gestora-do-postalis-altera-preco-de-titulos-com-tinta-corretora-15343193<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: x-large;\"><strong><br \/>Postalis cobra dinheiro na Justi&ccedil;a de fraude com pap&eacute;is de alto risco<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O Globo<br \/>15\/02\/2015<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">BRAS&Iacute;LIA &mdash; Fabr&iacute;zio Neves, dono da Atl&acirc;ntica Asset Managment, e a ent&atilde;o diretoria do&nbsp;<strong>Postalis&nbsp;<\/strong>criaram em 2006 o fundo Brasil Sovereign para negociar t&iacute;tulos da d&iacute;vida p&uacute;blica brasileira no mercado americano. Esse fundo deveria ter 80% de pap&eacute;is soberanos. Neves deixou de investir em pap&eacute;is soberanos e passou a trabalhar com pap&eacute;is de risco: notas estruturadas de bancos americanos como o Lehman Brothers, que quebrou em 2008 e provocou um efeito domin&oacute; que mergulhou o mundo em grande crise.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Os pap&eacute;is eram negociadas por uma corretora com sede em Miami: a LatAm, controlada por Fabr&iacute;zio Neves. Os valores eram fraudados no in&iacute;cio da opera&ccedil;&atilde;o, alterados com tinta corretora.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Parte do dinheiro era desviado para contas em para&iacute;sos fiscais. Uma das benefici&aacute;rias era a Spectra Trust, de Alexej Predtechensky, presidente do Postalis na &eacute;poca. O BNY Mellon, contratado pelo Postalis, deveria fiscalizar e administrar as transa&ccedil;&otilde;es. O Postalis cobra o dinheiro na Justi&ccedil;a e abriu processo no Banco Central por gest&atilde;o ruinosa. O BNY Mellon diz que a fraude foi feita pelo presidente do Postalis com a Atl&acirc;ntica de forma a esconder da supervis&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">http:\/\/oglobo.globo.com\/economia\/postalis-cobra-dinheiro-na-justica-de-fraude-com-papeis-de-alto-risco-15343262<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Mat&eacute;rias do jornal O Globo divulgadas nesta &uacute;ltima semana trazem novamente men&ccedil;&otilde;es ao POSTALIS &nbsp; &nbsp; A descri&ccedil;&atilde;o da forma grosseira com que foram feitas falsifica&ccedil;&otilde;es para desviar&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5203"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5203"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5203\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5203"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5203"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5203"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}