{"id":5072,"date":"2015-08-10T02:05:04","date_gmt":"2015-08-10T02:05:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/v2\/index.php\/ilegalidade-do-estatuto-felizmente-a-justica\/"},"modified":"2015-08-10T02:05:04","modified_gmt":"2015-08-10T02:05:04","slug":"ilegalidade-do-estatuto-felizmente-a-justica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/ilegalidade-do-estatuto-felizmente-a-justica\/","title":{"rendered":"Ilegalidade do Estatuto. Felizmente a Justi\u00e7a!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><strong>Prezado Associado,<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><span style=\"font-size: medium;\"><strong><em>&#8220;Justi&ccedil;a pro&iacute;be cargo de confian&ccedil;a nos Correios&rdquo;<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><span style=\"font-size: medium;\"><strong><em>&ldquo;Correios &eacute; usado para abrigar afilhados pol&iacute;ticos&rdquo;<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><span style=\"font-size: medium;\"><strong><em>&ldquo;Justi&ccedil;a manda Correios parar de contratar comissionados&rdquo;<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\" align=\"center\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">A CT\/ADCAP- 0001\/2011 de 17\/01\/2011, endere&ccedil;ada ao Sr. Wagner Pinheiro de Oliveira, j&aacute; manifestava nossa preocupa&ccedil;&atilde;o e entendimento sobre as altera&ccedil;&otilde;es do Estatuto da ECT, principalmente sobre a ocupa&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es, advertindo para&nbsp; o preju&iacute;zo gerado com o loteamento pol&iacute;tico da institui&ccedil;&atilde;o e nomea&ccedil;&atilde;o de pessoas sem o conhecimento dos neg&oacute;cios da Empresa e sem compromisso com os princ&iacute;pios que nos conduziram ao patamar de excel&ecirc;ncia na presta&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os postais. Da mesma forma alertamos para exist&ecirc;ncia de significativo quantitativo de profissionais de n&iacute;vel t&eacute;cnico e superior concursados e formados pela pr&oacute;pria Empresa com a qualifica&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para o exerc&iacute;cio das fun&ccedil;&otilde;es existentes. A ADCAP estaria disposta a adotar todas as medidas poss&iacute;veis para evitar que os empregados fossem vilipendiados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>E o que assistimos hoje?&nbsp; A materializa&ccedil;&atilde;o do descaso e do desrespeito.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>As mat&eacute;rias publicadas recentemente pela Ag&ecirc;ncia Estado e outros ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o ratificaram tais preocupa&ccedil;&otilde;es. O artigo 45 inclu&iacute;do no Estatuto da ECT possibilitou a ilegal e inconstitucional contrata&ccedil;&atilde;o de pessoas diretamente no mercado para altas posi&ccedil;&otilde;es na Empresa, como se temia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>A alega&ccedil;&atilde;o de inexist&ecirc;ncia de expertise entre os empregados do quadro pr&oacute;prio para justificar estas contrata&ccedil;&otilde;es n&atilde;o &eacute; s&oacute; falsa, como demonstra o artigo ao ilustrar isso com tr&ecirc;s dos casos existentes, mas &eacute; tamb&eacute;m um afronta aos ecetistas que, ao longo dos anos, constru&iacute;ram com seus esfor&ccedil;os pessoais e sua dedica&ccedil;&atilde;o uma das melhores empresas de correios do mundo, oferecendo at&eacute; mesmo consultorias para diversos outros pa&iacute;ses.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>Felizmente, os nossos esfor&ccedil;os n&atilde;o est&atilde;o sendo em v&atilde;o. A justi&ccedil;a percebeu a ilegalidade e inconstitucionalidade do artigo introduzido no estatuto, conforme decis&atilde;o liminar proferida em processo movido contra a ECT pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho. A decis&atilde;o de m&eacute;rito vir&aacute; em breve e certamente recolocar&aacute; a quest&atilde;o do provimento das fun&ccedil;&otilde;es de confian&ccedil;a na Empresa onde ela sempre deveria estar &ndash; no quadro pr&oacute;prio.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>Como o artigo menciona, temos na Empresa mais de 7.000 profissionais em cargos de n&iacute;vel superior e mais de 6.500 t&eacute;cnicos. N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel que a alta gest&atilde;o da Empresa tenha dificuldades em encontrar nesse conjunto os melhores profissionais para cada uma das posi&ccedil;&otilde;es de gest&atilde;o aqui existentes e precise recorrer a expedientes como a contrata&ccedil;&atilde;o sem concurso p&uacute;blico ou mesmo a cess&atilde;o de servidores da administra&ccedil;&atilde;o direta.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>A ECT n&atilde;o precisa desses recursos e, exceto argumentos de cunho pol&iacute;tico-partid&aacute;rio ou de afinidades pessoais, ambas descabidas numa empresa do Estado, n&atilde;o vemos como compreender o que a dire&ccedil;&atilde;o da Empresa tem feito ao deixar de lado o corpo t&eacute;cnico da Empresa para encher a Administra&ccedil;&atilde;o Central de pessoas que n&atilde;o conhecem o neg&oacute;cio postal, n&atilde;o est&atilde;o mais preparadas que os profissionais do quadro pr&oacute;prio e nem possuem expertises que os distinguem por qualquer raz&atilde;o que seja.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>N&atilde;o precisamos de cargos pol&iacute;ticos na ECT. Precisamos de l&iacute;deres que saibam valorizar e motivar o rico contingente de profissionais que trabalham na ECT e que tenham a humildade de reconhecer isso e de trabalhar <span style=\"text-decoration: underline;\">apenas<\/span> para o engrandecimento da ECT.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>A seguir, a transcri&ccedil;&atilde;o das mat&eacute;rias mencionadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><strong>Atenciosamente,<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><strong>Diretoria Executiva da ADCAP Nacional.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><strong><br \/><span style=\"font-size: x-large;\">Justi&ccedil;a pro&iacute;be cargo de confian&ccedil;a nos Correios<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Estad&atilde;o<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">28 de outubro de 2013<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">A Justi&ccedil;a do Trabalho proibiu os <strong>Correios<\/strong> de contratarem servidores sem concurso e analisa pedido do Minist&eacute;rio P&uacute;blico para que pessoas j&aacute; contratadas nessas condi&ccedil;&otilde;es sejam demitidas do quadro de funcion&aacute;rios. Em julho de 2011, ano em que o PT assumiu o controle dos Correios, o estatuto da empresa p&uacute;blica foi alterado para permitir o loteamento de cargos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">A mudan&ccedil;a no estatuto dos Correios permitiu ao presidente da empresa e a cada um dos oito vice-presidentes contratarem duas pessoas cada um sem concurso p&uacute;blico, num total de 18 cargos de confian&ccedil;a. O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho obteve a decis&atilde;o, em car&aacute;ter liminar, ap&oacute;s ingressar com a&ccedil;&atilde;o na Justi&ccedil;a por considerar que as vagas n&atilde;o poderiam ser criadas sem autoriza&ccedil;&atilde;o do Congresso e que esses postos deveriam ser preenchidos por pessoas concursadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&#8220;A Justi&ccedil;a tem entendido que n&atilde;o existe emprego em comiss&atilde;o. Ganha a sociedade, que n&atilde;o fica na m&atilde;o de meia d&uacute;zia de apadrinhados. Normalmente n&atilde;o s&atilde;o pessoas comprometidas com o interesse p&uacute;blico&#8221;, justificou ao Estado a procuradora do Trabalho Ludmila Reis Brito Lopes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Na quinta-feira, a procuradora recebeu representantes dos Correios, que apresentaram justificativas para as contrata&ccedil;&otilde;es sem concurso. Contudo, n&atilde;o houve acordo entre as partes. Segundo o gabinete da ju&iacute;za Od&eacute;lia Fran&ccedil;a Noleto, o caso deve ir a julgamento no dia 22 de novembro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&#8216;Expertise&#8217;. Ap&oacute;s a concess&atilde;o da liminar pedida pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico, os Correios apresentaram novas considera&ccedil;&otilde;es &agrave; Justi&ccedil;a do Trabalho. Em 30 de setembro, a estatal argumentou que &#8220;determinadas vagas disponibilizadas nas vice-presid&ecirc;ncias da empresa necessitam de expertise e qualifica&ccedil;&atilde;o profissional que a reclamada n&atilde;o encontra em seu quadro de empregados&#8221;. No quadro de funcion&aacute;rios concursados dos Correios, h&aacute; 7 mil profissionais de n&iacute;vel superior e mais de 5,5 mil t&eacute;cnicos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Entre os &#8220;experts&#8221; contratados para assessorar a diretoria dos Correios est&atilde;o Ernani de Souza Coelho. Funcion&aacute;rio aposentado da estatal, ele &eacute; marido da ex-senadora petista F&aacute;tima Cleide, de Rond&ocirc;nia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Tamb&eacute;m est&atilde;o na lista Get&uacute;lio Marques Ferreira, que &eacute; professor de eletromec&acirc;nica; Mario Sergio Castanheira, ex-funcion&aacute;rio do fundo de pens&atilde;o dos servidores da Petrobr&aacute;s (Petros) e a jornalista Vanda C&eacute;lia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&#8220;Trabalho na vice-presid&ecirc;ncia de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais. N&atilde;o sei o nome. Acredito que tenho qualifica&ccedil;&atilde;o para isso. Eu presto consultoria na &aacute;rea de comunica&ccedil;&atilde;o. Vou todo dia ao trabalho&#8221;, disse a jornalista. Conforme o Portal da Transpar&ecirc;ncia dos Correios, Vanda C&eacute;lia est&aacute; lotada, desde junho de 2011, na Vice-Presid&ecirc;ncia de Clientes e Opera&ccedil;&otilde;es. O Estado n&atilde;o conseguiu localizar os demais servidores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O sal&aacute;rio dos &#8220;sem concurso&#8221; chega a R$ 15 mil, enquanto os servidores concursados com n&iacute;vel superior ingressam na empresa estatal com vencimentos de R$ 6 mil.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Decreto. A Justi&ccedil;a questiona um artigo do Decreto 8.016, assinado no dia 16 de maio de 2013 pela presidente Dilma Rousseff e pelos ministros Paulo Bernardo (Comunica&ccedil;&otilde;es) e Miriam Belchior (Planejamento), que trata da livre nomea&ccedil;&atilde;o. O mesmo decreto tamb&eacute;m permitiu aos Correios trazer para seus quadros servidores concursados em outros &oacute;rg&atilde;os. Esse item n&atilde;o &eacute; alvo de questionamento do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Os Correios afirmam que a decis&atilde;o da Justi&ccedil;a &eacute; liminar e est&aacute; sendo contestada pela empresa. Em nota ao Estado, a estatal afirmou que, dos 18 cargos comissionados de livre nomea&ccedil;&atilde;o, tr&ecirc;s n&atilde;o est&atilde;o preenchidos e argumentou que o universo &eacute; pequeno diante de 124 mil trabalhadores concursados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O n&uacute;mero de cargos de confian&ccedil;a, por&eacute;m, supera o de outras empresas p&uacute;blicas, como o Banco do Brasil, que tem quatro assessores especiais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Mensal&atilde;o veio &agrave; tona na estatal<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Nos &uacute;ltimos anos, os Correios foram usados para abrigar afilhados pol&iacute;ticos, o que fez da estatal uma fonte de problemas e esc&acirc;ndalos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O maior deles ocorreu em 2005, quando foi divulgada uma fita de v&iacute;deo com cenas em que o ex-funcion&aacute;rio Maur&iacute;cio Marinho embolsava R$ 3 mil como ajuda de um suposto empres&aacute;rio interessado em participar de uma licita&ccedil;&atilde;o. Marinho dizia ter respaldo de Roberto Jefferson, ent&atilde;o presidente do PTB, partido com mais influ&ecirc;ncia nos Correios naquela &eacute;poca.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O epis&oacute;dio culminou com a den&uacute;ncia de Jefferson sobre o esc&acirc;ndalo do mensal&atilde;o. Para ele, o v&iacute;deo que provava pagamento de propina nos Correios tinha digitais do ent&atilde;o ministro Jos&eacute; Dirceu (PT), apontado por Jefferson como mentor do mensal&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Apesar do esc&acirc;ndalo, pol&iacute;ticos n&atilde;o deixaram de indicar nomes para a empresa. O pr&oacute;prio Dirceu apadrinhou alguns dos atuais dirigentes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\"><strong><br \/><span style=\"font-size: x-large;\">Correios &eacute; usado para abrigar afilhados pol&iacute;ticos<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Estad&atilde;o<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">27 de outubro de 2013<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Os <strong>Correios<\/strong> tem sido usado para abrigar afilhados pol&iacute;ticos ao longo dos &uacute;ltimos anos, o que fez da estatal uma fonte de problemas e de esc&acirc;ndalos. O maior deles ocorreu em 2005, quando foi divulgada uma fita de v&iacute;deo com cenas em que o ex-funcion&aacute;rio Maur&iacute;cio Marinho embolsava R$ 3 mil como ajuda de um suposto empres&aacute;rio interessado em participar de uma licita&ccedil;&atilde;o e dizia que tinha o respaldo do presidente do PTB (hoje licenciado) Roberto Jefferson.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Na &eacute;poca, o PTB era o partido com maior influ&ecirc;ncia nos Correios. Inconformado, por ver na fita com a prova da propina uma &#8220;arma&ccedil;&atilde;o&#8221; em que por tr&aacute;s estaria o ex-ministro Jos&eacute; Dirceu, Jefferson denunciou o esc&acirc;ndalo do mensal&atilde;o. Todos os envolvidos no esc&acirc;ndalo foram julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e as penas est&atilde;o em grau de recurso. Mas nem por isso eles deixaram de influenciar as nomea&ccedil;&otilde;es na empresa.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Dirceu e o deputado Jo&atilde;o Paulo Cunha (PT-SP), dois dos envolvidos no mensal&atilde;o, influenciaram a escolha dos atuais dirigentes. O principal exemplo &eacute; o presidente da empresa, Wagner Pinheiro de Oliveira, que deve sua nomea&ccedil;&atilde;o ao ex-ministro Luiz Gushiken (morto recentemente), com a anu&ecirc;ncia do grupo de Dirceu.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Sindicalista vinculado &agrave; Central &Uacute;nica dos Trabalhadores (CUT) e filiado ao PT, Pinheiro ocupa cargos por sugest&atilde;o de caciques do partido h&aacute; pelo menos 20 anos. A liga&ccedil;&atilde;o com o ex-chefe da Casa Civil vem desde a d&eacute;cada de 1980, quando Pinheiro era funcion&aacute;rio da legenda na Assembleia Legislativa de S&atilde;o Paulo e Dirceu, deputado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: x-large;\"><strong>O conceito do cargo de confian&ccedil;a, por Tenente Dirceu C. Gon&ccedil;alves<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Jornal AGora MS<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">28 de outubro de 2013<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><\/p>\n<p>A liminar da Justi&ccedil;a do Trabalho, que proibiu os Correios de contratar em cargos de confian&ccedil;a (sem concurso p&uacute;blico), &eacute; profil&aacute;tica. Pode ser a luz no fundo do t&uacute;nel dessa chaga que compromete o servi&ccedil;o p&uacute;blico-estatal brasileiro em todos os n&iacute;veis. Cabos eleitorais, indicados por gente influente, parentes e at&eacute; amantes de figur&otilde;es s&atilde;o admitidos e sustentados com o dinheiro p&uacute;blico, muitas vezes sem terem a obriga&ccedil;&atilde;o de comparecer ao trabalho. E, normalmente, ganham sal&aacute;rios superiores aos servidores&nbsp;concursados&nbsp;de carreira, que dedicam toda a sua vida profissional&nbsp;&agrave;&nbsp;reparti&ccedil;&otilde;es e &agrave; causa p&uacute;blica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>No passado, os caciques pol&iacute;ticos costumavam&nbsp;premiar parentes&nbsp;e&nbsp;apaniguados&nbsp;com cart&oacute;rios, de onde podiam tirar o sustento a vida inteira e ainda deixar para os herdeiros. A admiss&atilde;o no servi&ccedil;o p&uacute;blico tamb&eacute;m se dava pelo componente pol&iacute;tico e beneficiavam aos &ldquo;amigos do rei&rdquo;. Tornados obrigat&oacute;rios os concursos p&uacute;blicos, muitos deles foram considerados viciados e, mais recentemente, montou-se a ind&uacute;stria&nbsp;concurseira, igualmente entregue aos&nbsp;cupinchas&nbsp;de quem est&aacute; no poder. Esses grupos lucram alto ao acenar com vagas p&uacute;blicas e atrair milhares de candidatos, que pagam para fazer as provas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>Nos tempos mais recentes, apesar da exig&ecirc;ncia do concurso p&uacute;blico e do funcionamento da &ldquo;ind&uacute;stria&rdquo;, os governos encontraram nos cargos de confian&ccedil;a o meio de acomodar os amiguinhos do poder. Menos mal quando s&atilde;o pessoas qualificadas e comparecem ao trabalho. Mas, mesmo assim, sua contrata&ccedil;&atilde;o gera a indigna&ccedil;&atilde;o e o des&acirc;nimo de todo o quadro de carreira, que se sente preterido.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>Os governantes e l&iacute;deres pol&iacute;ticos aut&ecirc;nticos precisam encontrar uma f&oacute;rmula de resolver o problema. Se realmente necessitam de cargos de confian&ccedil;a, poderiam escolh&ecirc;-los dentro do pr&oacute;prio quadro da reparti&ccedil;&atilde;o ou empresa p&uacute;blica, partindo da premissa de que quem j&aacute; vive o dia-a-dia da casa deve ter id&eacute;ias para o seu melhor desempenho. Tais postos jamais deveriam ser utilizados para atender a objetivos pol&iacute;ticos ou resolver o problema econ&ocirc;mico dos contratados, e sim para servir ao &oacute;rg&atilde;o contratante.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><br \/>Precisamos de uma ampla reforma pol&iacute;tica e de conceitos. Come&ccedil;ando com o fim da barganha de cargos por apoio pol&iacute;tico. Esse mau exemplo banaliza e&nbsp;sucateia&nbsp;o servi&ccedil;o p&uacute;blico brasileiro,&nbsp;desmotivando&nbsp;os milh&otilde;es de servidores de carreira, que carregam nas costas as reparti&ccedil;&otilde;es&hellip;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><em><br \/>*Tenente Dirceu Cardoso Gon&ccedil;alves &ndash; dirigente da ASPOMIL (Associa&ccedil;&atilde;o de&nbsp;Assist. Social dos Policiais Militares de S&atilde;o Paulo)&nbsp;<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><em><a href=\"mailto:aspomilpm@terra.com.br\">aspomilpm@terra.com.br<\/a>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><span style=\"font-size: x-large;\"><strong>Justi&ccedil;a manda Correios parar de contratar comissionados<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Estad&atilde;o<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">25 de outubro de 2013<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">A Justi&ccedil;a do Trabalho proibiu os <strong>Correios<\/strong> de contratarem servidores sem licita&ccedil;&atilde;o e analisa pedido do Minist&eacute;rio P&uacute;blico para que os j&aacute; contratados sejam demitidos. Em julho de 2011, ano em que o PT assumiu o controle dos Correios, o estatuto da empresa p&uacute;blica foi alterado para permitir o loteamento de cargos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">A mudan&ccedil;a no estatuto dos Correios permitiu ao presidente e a cada um dos oito vice-presidentes contratarem duas pessoas sem concurso p&uacute;blico. O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho ingressou com a&ccedil;&atilde;o na Justi&ccedil;a por considerar que as vagas n&atilde;o poderiam ser criadas sem autoriza&ccedil;&atilde;o do Congresso e que esses cargos devem ser preenchidos por pessoas concursadas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&#8220;A Justi&ccedil;a tem entendido que n&atilde;o existe emprego em comiss&atilde;o. Ganha a sociedade que n&atilde;o fica na m&atilde;o de meia d&uacute;zia de apadrinhados. Normalmente n&atilde;o s&atilde;o pessoas comprometidas com o interesse p&uacute;blico&#8221;, afirmou ao Grupo Estado a procuradora do Trabalho Ludmila Reis Brito Lopes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Na &uacute;ltima quinta-feira, 24, a procuradora recebeu representantes dos Correios, que apresentaram justificativas para as contrata&ccedil;&otilde;es. Contudo, n&atilde;o houve acordo. Segundo o gabinete da ju&iacute;za Od&eacute;lia Fran&ccedil;a Noleto, o caso deve ir a julgamento no dia 22 de novembro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">No dia 5 de outubro, a Justi&ccedil;a concedeu liminar na qual impediu os Correios de fazerem mais contrata&ccedil;&otilde;es, sob pena de multa di&aacute;ria de R$ 10 mil. Ap&oacute;s a decis&atilde;o, os Correios apresentaram novas considera&ccedil;&otilde;es, em 30 de setembro, entre elas a de que &#8220;determinadas vagas disponibilizadas nas vice-presid&ecirc;ncias da empresa necessitam de expertise e qualifica&ccedil;&atilde;o profissional que a reclamada n&atilde;o encontra em seu quadro de empregados.&#8221; No quadro de funcion&aacute;rios concursados dos Correios, por&eacute;m, h&aacute; 7 mil profissionais de n&iacute;vel superior e mais de 5.500 t&eacute;cnicos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Entre os &#8220;experts&#8221; contratados para assessorar a diretoria dos Correios est&atilde;o Ernani de Souza Coelho, funcion&aacute;rio aposentado dos Correios, marido da ex-senadora F&aacute;tima Cleide (PT); Get&uacute;lio Marques Ferreira, professor de eletr&ocirc;mec&acirc;nica; Mario Sergio Castanheira, ex-funcion&aacute;rio do fundo de pens&atilde;o dos servidores da Petrobras (Petros) e a jornalista Vanda C&eacute;lia. &#8220;Trabalho na vice-presid&ecirc;ncia de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais. N&atilde;o sei o nome. Acredito que tenho qualifica&ccedil;&atilde;o para isso. Eu presto consultoria na &aacute;rea de comunica&ccedil;&atilde;o&#8221;, disse ela. Conforme o Portal da Transpar&ecirc;ncia, Vanda C&eacute;lia est&aacute; lotada, desde junho de 2011, na Vice-Presid&ecirc;ncia de Clientes e Opera&ccedil;&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">A Justi&ccedil;a questiona o artigo do Decreto 7.483, assinado no dia 16 de maio pela presidente Dilma Rousseff e pelos ministros Paulo Bernardo (Comunica&ccedil;&otilde;es) e Miriam Belchior (Planejamento) que trata da livre nomea&ccedil;&atilde;o. O mesmo decreto tamb&eacute;m permitiu aos Correios trazer servidores concursados em outros &oacute;rg&atilde;os. Mas a Justi&ccedil;a n&atilde;o o esta questionando.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Os Correios afirmam que a decis&atilde;o da Justi&ccedil;a &eacute; liminar e que a esta contestando. Em nota ao Grupo Estado, afirmou que dos 18 cargos comissionados de livre nomea&ccedil;&atilde;o, apenas tr&ecirc;s n&atilde;o est&atilde;o preenchidos. Segundo a nota, os Correios t&ecirc;m 124 mil trabalhadores concursados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">A estatal foi palco de grandes esc&acirc;ndalos no governo passado, incluindo o do mensal&atilde;o, em 2005, e a queda de Erenice Guerra da chefia da Casa Civil em 2010. Erenice era o bra&ccedil;o direito de Dilma quando a petista comandava a pasta. No governo Dilma, o PT foi escalado para tentar mudar a fama ruim dos Correios.<strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prezado Associado, &nbsp; &nbsp; &#8220;Justi&ccedil;a pro&iacute;be cargo de confian&ccedil;a nos Correios&rdquo; &ldquo;Correios &eacute; usado para abrigar afilhados pol&iacute;ticos&rdquo; &ldquo;Justi&ccedil;a manda Correios parar de contratar comissionados&rdquo; &nbsp; &nbsp; A CT\/ADCAP- 0001\/2011&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5072"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5072"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5072\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5072"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5072"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5072"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}