{"id":5060,"date":"2015-08-10T02:04:57","date_gmt":"2015-08-10T02:04:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/v2\/index.php\/sala-de-aula-vazia-bolso-cheio-na-gama-filho-e-univercidade\/"},"modified":"2015-08-10T02:04:57","modified_gmt":"2015-08-10T02:04:57","slug":"sala-de-aula-vazia-bolso-cheio-na-gama-filho-e-univercidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/sala-de-aula-vazia-bolso-cheio-na-gama-filho-e-univercidade\/","title":{"rendered":"Sala de aula vazia, bolso cheio na Gama Filho e UniverCidade"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Revista Exame<br \/>02\/08\/2013<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Gama Filho e a UniverCidade, duas das maiores institui&ccedil;&otilde;es de ensino do Rio de Janeiro, est&atilde;o &agrave; beira da fal&ecirc;ncia &mdash; mas seus antigos donos podem embolsar 150 milh&otilde;es de reais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S&atilde;o Paulo &#8211; Existem tr&ecirc;s tipos de universidade no Brasil. H&aacute; as institui&ccedil;&otilde;es sem fins lucrativos, as escolas privadas e h&aacute; o curioso caso do grupo Galileo Educacional. Trata-se de uma empresa privada, mas criada com a uni&atilde;o de duas escolas sem fins lucrativos do Rio de Janeiro: a Universidade Gama Filho e a UniverCidade.Para estudantes e funcion&aacute;rios, a uni&atilde;o, em 2011, foi um p&eacute;ssimo neg&oacute;cio. As escolas t&ecirc;m mais de 20&thinsp;000 alunos e uma s&eacute;rie de problemas: d&iacute;vidas de 910 milh&otilde;es de reais, greves, protestos e at&eacute; uma Comiss&atilde;o Parlamentar de Inqu&eacute;rito na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, para seus antigos controladores, a cria&ccedil;&atilde;o do Galileo pode render pelo menos 150 milh&otilde;es de reais. Seria um caso &uacute;nico de fundadores de escolas sem fins lucrativos que ficaram milion&aacute;rios. Como &eacute; poss&iacute;vel?&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hist&oacute;ria tem como protagonista o advogado M&aacute;rcio Andr&eacute; Mendes Costa. No fim de 2010, ele criou o Galileo com o objetivo de reestruturar a Universidade Gama Filho. A institui&ccedil;&atilde;o, fundada em 1939, acumulava d&iacute;vidas de 260 milh&otilde;es de reais com fornecedores, funcion&aacute;rios e governo. Costa era advogado de Paulo Gama, herdeiro e presidente da Gama Filho, e sugeriu a seu cliente que transferisse o controle da universidade a uma empresa comandada por ele pr&oacute;prio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como a Gama Filho n&atilde;o tinha fins lucrativos, a transfer&ecirc;ncia teria, por lei, de ser gratuita. <strong>Na sequ&ecirc;ncia, Costa bateu &agrave; porta de fundos de pens&atilde;o em busca de dinheiro para pagar as d&iacute;vidas e reinvestir na institui&ccedil;&atilde;o. O Postalis, dos funcion&aacute;rios dos Correios, comprou 75 milh&otilde;es de reais em deb&ecirc;ntures.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Petros, dos funcion&aacute;rios da Petrobras, investiu 25 milh&otilde;es de reais. A garantia dos pap&eacute;is eram receb&iacute;veis das mensalidades do curso de medicina, que chegavam a 4<\/strong><strong>&thinsp;<\/strong><strong>000 reais. <\/strong>O Postalis diz que as deb&ecirc;ntures eram atrativas pelos fundamentos do plano de recupera&ccedil;&atilde;o e pela alta rentabilidade. A Petros n&atilde;o se pronunciou. Costa tamb&eacute;m tomou empr&eacute;stimos banc&aacute;rios de 80 milh&otilde;es de reais. O plano parecia fazer sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, em vez de investir na escola, Costa assumiu outra institui&ccedil;&atilde;o em apuros, a UniverCidade, fundada pelo ex-banqueiro Ronald Levinsohn. Ele ficou conhecido nos anos 80 pela quebra da financeira Delfin, na &eacute;poca dona da maior caderneta de poupan&ccedil;a do pa&iacute;s. Com d&iacute;vidas de 265 milh&otilde;es de reais, a UniverCidade tamb&eacute;m foi cedida ao Galileo gratuitamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O plano j&aacute; n&atilde;o fazia tanto sentido assim. Mas documentos obtidos por EXAME revelam que, por tr&aacute;s das transfer&ecirc;ncias, existiam contratos de pagamentos milion&aacute;rios aos antigos mantenedores. Paulo Gama e um sobrinho dividiriam quase 45 milh&otilde;es de reais para n&atilde;o assumir cargos executivos durante cinco anos em outra institui&ccedil;&atilde;o de ensino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda cobrariam 1,8 milh&atilde;o de reais por m&ecirc;s pelo aluguel de im&oacute;veis e da marca Gama Filho. Com Levinsohn, o Galileo estabeleceu uma indeniza&ccedil;&atilde;o de 100 milh&otilde;es de reais para que duas outras entidades filantr&oacute;picas dirigidas por ele &mdash; Instituto Cultural de Ipanema e Associa&ccedil;&atilde;o para a Moderniza&ccedil;&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o &mdash; permanecessem fora do setor de educa&ccedil;&atilde;o por 30 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Esses contratos de n&atilde;o competi&ccedil;&atilde;o eram subterf&uacute;gios para remunerar os antigos controladores e fazer lucro com entidades sem fins lucrativos&rdquo;, diz um ex-funcion&aacute;rio do Galileo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era um neg&oacute;cio fora do comum para o setor de educa&ccedil;&atilde;o, mas era um baita acordo para Levinsohn e para a fam&iacute;lia Gama. O problema &eacute; que o Galileo n&atilde;o gerou o lucro necess&aacute;rio para pag&aacute;-los. Com pouca experi&ecirc;ncia administrativa, Costa piorou os n&uacute;meros das escolas com um estilo de gest&atilde;o esquizofr&ecirc;nico &mdash; cortava de um lado, esbanjava de outro.Assim que assumiu, demitiu 1&#8239;000 professores e funcion&aacute;rios. Por outro lado, contratou os ministros do Supremo Tribunal Federal Jos&eacute; Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski, que iam de Bras&iacute;lia ao Rio de jatinho para dar aulas no curso de direito. No de medicina, sua principal fonte de renda, a Gama Filho rompeu em 2012 o contrato com o hospital onde seus alunos faziam aulas pr&aacute;ticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sem a estrutura necess&aacute;ria, o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o reduziu as vagas do curso de 400 para 170 por vestibular. A escola tamb&eacute;m foi despejada de unidades na esta&ccedil;&atilde;o de metr&ocirc; Carioca e no shopping Downtown. Hoje, o preju&iacute;zo mensal &eacute; de 2 milh&otilde;es de reais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Costa, Levinsohn e Gama atualmente brigam na Justi&ccedil;a. Levinsohn e Gama admitem os contratos milion&aacute;rios, mas negam ter cobrado pela transfer&ecirc;ncia das universidades. &ldquo;Transferi para manter a obra&rdquo;, diz Gama. &ldquo;Coloquei muito dinheiro na UniverCidade&rdquo;, afirma Levinsohn. O caso ficou mais nebuloso no fim de 2012.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em outubro, Costa vendeu o controle do Galileo para Adenor Gon&ccedil;alves dos Santos, que se apresenta como empres&aacute;rio e pastor da Igreja Batista. Procurado por EXAME, Costa diz que voltou a atuar como advogado e que herdou os problemas dos antecessores. O novo dono, Santos, nunca foi visto nas universidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N&atilde;o se sabe quanto pagou nem qual seu interesse nas institui&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Ele nem sequer respondeu aos convites para falar &agrave; CPI&rdquo;, diz o deputado estadual Robson Leite (PT), relator da CPI sobre o caso na Assembleia Legislativa do Rio. O novo presidente do Galileo, Alex Porto, diz que o pastor sempre se interessou por educa&ccedil;&atilde;o e viu no Galileo uma chance de empreender.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;N&atilde;o h&aacute; risco de quebra&rdquo;, afirma Porto. N&atilde;o &eacute; o que dizem tr&ecirc;s fornecedores que, em junho, pediram a fal&ecirc;ncia do Galileo &agrave; Justi&ccedil;a. Depois de autorizar a transfer&ecirc;ncia das escolas, o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o impediu a abertura de novas vagas enquanto a decis&atilde;o n&atilde;o sai.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;A dimens&atilde;o da crise n&atilde;o era vis&iacute;vel para n&oacute;s&rdquo;, afirma Jorge Messias, secret&aacute;rio de regula&ccedil;&atilde;o do minist&eacute;rio. No meio da confus&atilde;o, os estudantes s&oacute; come&ccedil;aram o ano letivo em abril e n&atilde;o t&ecirc;m ideia se chegar&atilde;o a termin&aacute;-lo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: x-large;\"><strong>TCU investiga ajuda de &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos a empresas de Eike<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Globo<br \/>2\/08\/13<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BRAS&Iacute;LIA &#8211; O Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU) abriu tr&ecirc;s processos nos &uacute;ltimos dias de julho para investigar a atua&ccedil;&atilde;o de &oacute;rg&atilde;os federais e os repasses de recursos p&uacute;blicos &agrave;s empresas X, do empres&aacute;rio Eike Batista. O pedido de apura&ccedil;&atilde;o partiu do Minist&eacute;rio P&uacute;blico (MP) junto ao TCU, que apresentou cinco representa&ccedil;&otilde;es a quatro ministros do tribunal para que seja apurada a real participa&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o nos neg&oacute;cios de Eike e eventuais preju&iacute;zos aos cofres p&uacute;blicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O vice-presidente do Tribunal, ministro Aroldo Cedraz, confirmou ao GLOBO que determinou a realiza&ccedil;&atilde;o das primeiras dilig&ecirc;ncias, cuja responsabilidade &eacute; das &aacute;reas t&eacute;cnicas do TCU, quando estava no exerc&iacute;cio da presid&ecirc;ncia do &oacute;rg&atilde;o, na semana passada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S&atilde;o cinco as frentes de investiga&ccedil;&atilde;o, conforme as representa&ccedil;&otilde;es assinadas pelo procurador J&uacute;lio Marcelo de Oliveira e encaminhadas aos gabinetes dos ministros, de acordo com as &aacute;reas em que atuam. A &uacute;ltima foi protocolada na quarta-feira, dia 31.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Transpar&ecirc;ncia em xeque<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O primeiro processo, aberto no dia 22, investiga as opera&ccedil;&otilde;es do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) com empresas do Grupo EBX, controlado por Eike Batista. O procurador J&uacute;lio Marcelo critica a falta de transpar&ecirc;ncia do banco com as opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito realizadas. Conforme a representa&ccedil;&atilde;o, dilig&ecirc;ncias devem ser feitas no BNDES com o prop&oacute;sito de descobrir o valor total das opera&ccedil;&otilde;es, quais empresas do grupo EBX teriam sido beneficiadas, que garantias foram dadas, quais as provid&ecirc;ncias para preservar o patrim&ocirc;nio do banco e se existe algum risco &agrave; institui&ccedil;&atilde;o financeira &ldquo;na hip&oacute;tese de insolv&ecirc;ncia do referido grupo&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro foco de investiga&ccedil;&atilde;o &eacute; a Ag&ecirc;ncia Nacional de Petr&oacute;leo (ANP), respons&aacute;vel pelos leil&otilde;es de petr&oacute;leo. A OGX venceu leil&atilde;o na Bacia de Campos (RJ) e apresentou a declara&ccedil;&atilde;o de comercialidade &agrave; ANP, em que atesta a possibilidade de explora&ccedil;&atilde;o de jazidas no local. Depois, a empresa recuou e declarou n&atilde;o haver tecnologia suficiente para explorar um campo espec&iacute;fico, o que derrubou o pre&ccedil;o das a&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O prazo para a apresenta&ccedil;&atilde;o de um plano de desenvolvimento e para an&aacute;lise pela ANP j&aacute; se esgotou, segundo a representa&ccedil;&atilde;o do MP junto ao TCU. &ldquo;O decurso de tempo foi fundamental para toda a assimetria de informa&ccedil;&atilde;o gerada no mercado de capitais&rdquo;, cita o procurador J&uacute;lio Marcelo no pedido de investiga&ccedil;&atilde;o. O Tribunal deve apurar eventual responsabilidade da ag&ecirc;ncia na demora para analisar a declara&ccedil;&atilde;o de comercialidade de po&ccedil;os de petr&oacute;leo em Campos, al&eacute;m da possibilidade de um &ldquo;v&aacute;cuo legal e regulat&oacute;rio&rdquo; no setor. Se confirmadas as irregularidades, medidas &ldquo;corretivas e repressivas&rdquo; devem ser adotadas, como pede o MP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Agrave; Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios (CVM) caber&aacute; explicar se houve &ldquo;manipula&ccedil;&atilde;o do mercado&rdquo; e &ldquo;uso indevido de informa&ccedil;&atilde;o privilegiada&rdquo; na venda de a&ccedil;&otilde;es da OGX antes de vir a p&uacute;blico a informa&ccedil;&atilde;o de que a explora&ccedil;&atilde;o de alguns po&ccedil;os de petr&oacute;leo n&atilde;o seria vi&aacute;vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O processo para &ldquo;apura&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias irregularidades&rdquo; tramita desde o dia 29. <strong>O MP tamb&eacute;m pede que o TCU fa&ccedil;a dilig&ecirc;ncias junto &agrave; Superintend&ecirc;ncia Nacional de Previd&ecirc;ncia Complementar (Previc), para verificar as circunst&acirc;ncias da aplica&ccedil;&atilde;o dos recursos dos Fundos Postalis (Correios) <\/strong>e Previ (Banco do Brasil) em a&ccedil;&otilde;es do grupo EBX. O MP, junto ao TCU, tamb&eacute;m quer saber se BB, Caixa Econ&ocirc;mica Federal, Banco do Nordeste e Banco da Amaz&ocirc;nia financiaram empresas X.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;O Grupo EBX est&aacute; imerso em uma crise de confian&ccedil;a por parte do mercado financeiro nacional e internacional. (&#8230;) Os investimentos que as empresas ainda est&atilde;o realizando n&atilde;o est&atilde;o na fase de gerar caixa suficiente para que possam ser concretizados&rdquo;, argumenta o procurador nos pedidos de investiga&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Procurado pelo GLOBO, o grupo EBX disse que n&atilde;o ir&aacute; comentar as investiga&ccedil;&otilde;es do TCU. Sobre os contratos com o grupo, o BNDES sustenta que o tratamento &ldquo;&eacute; rigorosamente igual ao dado a qualquer empresa tomadora de cr&eacute;dito no BNDES&rdquo;. &ldquo;Todas as opera&ccedil;&otilde;es foram estruturadas com o rigor usual praticado, de acordo com as melhores pr&aacute;ticas banc&aacute;rias.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">J&aacute; a ANP afirmou que a atua&ccedil;&atilde;o da ag&ecirc;ncia ocorre &ldquo;em total ader&ecirc;ncia &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o e aos normativos vigentes&rdquo;. A CVM, por sua vez, informou n&atilde;o ter sido notificada pelo TCU e que n&atilde;o h&aacute; informa&ccedil;&otilde;es adicionais a prestar no momento, al&eacute;m do expresso em &ldquo;nota ao mercado&rdquo; divulgada em 3 de julho. &ldquo;Dentro de sua esfera de compet&ecirc;ncia e conforme pode ser verificado em seu site, a CVM vem, na sua rotina de supervis&atilde;o, apurando fatos envolvendo a OGX e outras companhias do mesmo grupo, incluindo aqueles recentemente divulgados na m&iacute;dia&rdquo;, diz a nota. A Previc informou que vai prestar as informa&ccedil;&otilde;es ao TCU no momento oportuno.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Revista Exame02\/08\/2013 &nbsp; A Gama Filho e a UniverCidade, duas das maiores institui&ccedil;&otilde;es de ensino do Rio de Janeiro, est&atilde;o &agrave; beira da fal&ecirc;ncia &mdash; mas seus antigos donos podem&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5060"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5060"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5060\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5060"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5060"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5060"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}