{"id":4887,"date":"2015-08-10T01:44:41","date_gmt":"2015-08-10T01:44:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/v2\/index.php\/justica-bloqueia-contas-do-bny-no-caso-postalis\/"},"modified":"2015-08-10T01:44:41","modified_gmt":"2015-08-10T01:44:41","slug":"justica-bloqueia-contas-do-bny-no-caso-postalis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/justica-bloqueia-contas-do-bny-no-caso-postalis\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a bloqueia contas do BNY no caso Postalis"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">Estad&atilde;o<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">23 Agosto 2014<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">A Justi&ccedil;a do Rio de Janeiro determinou o bloqueio de R$ 197,8 milh&otilde;es das contas do banco BNY Mellon e de Fabr&iacute;zio Dulcetti Neves, que foi propriet&aacute;rio da gestora Atl&acirc;ntica. O dinheiro est&aacute; sendo bloqueado a pedido do fundo de pens&atilde;o dos <strong>Correios<\/strong> (Postalis), que &eacute; dono do fundo de investimento em t&iacute;tulos no exterior chamado Sovereign, que teve perdas reportadas neste mesmo montante no in&iacute;cio do m&ecirc;s.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O Postalis acusa o BNY e Neves de terem sido os respons&aacute;veis pelas perdas do fundo. O banco, que era o administrador, porque n&atilde;o teria feito seu papel que era o de fiscalizar o que o gestor estava fazendo no fundo. E Neves, o gestor, porque teria sido respons&aacute;vel por fazer aplica&ccedil;&otilde;es em t&iacute;tulos que n&atilde;o estavam no escopo do investimento. Segundo apura&ccedil;&otilde;es feitas pelos &oacute;rg&atilde;os reguladores do Brasil e dos Estados Unidos, h&aacute; ind&iacute;cios de fraudes na gest&atilde;o envolvendo, segundo a comiss&atilde;o americana, alguns gestores do Postalis.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">O BNY se defende dizendo que cumpriu seu papel, que seria o de fiscalizar a gest&atilde;o e reportar tanto ao cotista quanto &agrave; Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios (CVM) o descumprimento do prospecto do fundo. Esse prospecto, que &eacute; uma esp&eacute;cie de regulamento, determinava que o gestor poderia aplicar 80% em t&iacute;tulos da d&iacute;vida brasileira e o restante em outros t&iacute;tulos de cr&eacute;dito. Mas Neves, ent&atilde;o dono da Atl&acirc;ntica, n&atilde;o cumpriu esses pr&eacute;-requisitos e aplicou em pap&eacute;is da d&iacute;vida Argentina e da Venezuela.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\">As perdas, que representam metade do patrim&ocirc;nio total do fundo, foram anunciadas em agosto em fato relevante divulgado pelo BNY, que ainda &eacute; administrador. Teriam acontecido por fraudes e perdas registradas com o calote da d&iacute;vida argentina. De acordo com a decis&atilde;o da ju&iacute;za Carla Faria Bouzo, da 29&ordf; Vara C&iacute;vel, o bloqueio se justifica pelo risco de o BNY encerrar suas atividades no Brasil, a exemplo do que fez a Atl&acirc;ntica, &#8220;que se mostrava id&ocirc;nea e s&oacute;lida perante o mercado&#8221;. O BNY tem hoje mais de R$ 130 bilh&otilde;es em ativos administrados no Brasil. O banco informou que vai recorrer da ordem de bloqueio. Neves n&atilde;o foi encontrado para comentar.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estad&atilde;o 23 Agosto 2014 &nbsp; A Justi&ccedil;a do Rio de Janeiro determinou o bloqueio de R$ 197,8 milh&otilde;es das contas do banco BNY Mellon e de Fabr&iacute;zio Dulcetti Neves, que&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4887"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4887"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4887\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4887"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4887"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4887"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}