{"id":4635,"date":"2015-08-10T01:43:10","date_gmt":"2015-08-10T01:43:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/v2\/index.php\/lei-6-53878-nao-revogou-o-passe-livre-a-carteiros\/"},"modified":"2015-08-10T01:43:10","modified_gmt":"2015-08-10T01:43:10","slug":"lei-6-53878-nao-revogou-o-passe-livre-a-carteiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/lei-6-53878-nao-revogou-o-passe-livre-a-carteiros\/","title":{"rendered":"Lei 6.538\/78 n\u00e3o revogou o passe livre a carteiros"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif';\"><span style=\"font-size: medium;\">Conjur<br \/> 10 dezembro 2013<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">A Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Empresas de Transportes Urbanos (NTU) ajuizou junto ao Supremo Tribunal Federal arg&uuml;i&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental (ADPF 88-2\/800-DF), em decorr&ecirc;ncia do artigo 9&ordm;, par&aacute;grafo &uacute;nico, do Decreto-Lei 3.326, de 03\/6\/1941 e em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; express&atilde;o &ldquo;ou em &ocirc;nibus&rdquo;, constante do artigo 51 do Decreto-Lei 5.405, de 13\/4\/1943, in verbis:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">&ldquo;Decreto-Lei 3.326, de 03 de junho de 1941.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Art. 9&ordm;. Os concession&aacute;rios de transporte urbano em ferro-carris s&atilde;o obrigados a conceder passe livre, em seus ve&iacute;culos, aos distribuidores de correspond&ecirc;ncia postal e telegr&aacute;fica, quando em servi&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Par&aacute;grafo &uacute;nico &ndash; Os concession&aacute;rios de transporte urbano &ocirc;nibus s&atilde;o, tamb&eacute;m, obrigados a dar passe livre, em cada ve&iacute;culo, ao distribuidor da correspond&ecirc;ncia postal, ou telegr&aacute;fica, podendo o referido serventu&aacute;rio viajar a p&eacute;, quando completa a lota&ccedil;&atilde;o normal do carro.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Decreto-Lei 5.405, de 13 de abril de 1943.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Art. 51 &ndash; Nas cidades em que haja servi&ccedil;o de distribui&ccedil;&atilde;o da correspond&ecirc;ncia postal ou telegr&aacute;fica, as empresas concession&aacute;rias de transporte em ferro-carris ou em &ocirc;nibus s&atilde;o obrigadas a conduzir, em cada ve&iacute;culo, um empregado encarregado do referido servi&ccedil;o&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Conforme ser&aacute; demonstrado, n&atilde;o &eacute; inconstitucional o disposto nos respectivos artigos, n&atilde;o ocorrendo ofensa ao disposto no artigo 30, inciso V, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, bem como n&atilde;o h&aacute; qualquer quebra do pacto federativo com a exist&ecirc;ncia do passe livre em favor dos dignos carteiros em servi&ccedil;o dos <strong>Correios<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Assim, a alega&ccedil;&atilde;o de que a gratuidade prevista no artigo 9&ordm; do Decreto-Lei 3.326\/41 e no artigo 51 do Decreto-Lei 5.405\/43 foi revogada pela Lei 6.538\/78, n&atilde;o merece prosperar.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Com base em Decreto-Lei, h&aacute; a previs&atilde;o de que os servi&ccedil;os de correio e postal pressupor&atilde;o o aux&iacute;lio e a ajuda de entes da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, bem como dos concession&aacute;rios e permission&aacute;rios para fins de melhor desempenho das atribui&ccedil;&otilde;es atreladas aos Correios.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Esse assunto j&aacute; foi objeto de in&uacute;meros julgados, tendo, o extinto Tribunal Federal de Recursos, consolidado o seu entendimento por meio da S&uacute;mula 237, in verbis: &ldquo;As empresas concession&aacute;rias de transporte coletivo urbano s&atilde;o obrigadas a conceder passe livre aos distribuidores de correspond&ecirc;ncia postal e telegr&aacute;fica quando em servi&ccedil;o&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">A Lei 6.538\/78 n&atilde;o revogou o passe livre, pois n&atilde;o tratou dessa mat&eacute;ria. Com efeito, a referida lei cuida de disposi&ccedil;&otilde;es gerais a respeito dos servi&ccedil;os postais, enquanto o Decreto-Lei 3.326\/41 disp&otilde;e de maneira minuciosa acerca da mat&eacute;ria em discuss&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">A tese contr&aacute;ria ao entendimento aqui defendido &eacute; de que o Decreto 83.858\/79 que regulamentou a Lei 6.538\/78 revogou expressamente o Decreto 29.151\/51, cujo artigo 139 tamb&eacute;m previa o passe livre para o distribuidor de correspond&ecirc;ncia postal e telegr&aacute;fica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Para que fosse acolhido esse racioc&iacute;nio exposto no par&aacute;grafo anterior, seria necess&aacute;rio que se considerasse ter este mero Decreto revogado os Decretos-Leis 3.326 e 5.403, o que evidentemente &eacute; imposs&iacute;vel, &agrave; luz do princ&iacute;pio da hierarquia das leis.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Desta forma, o passe livre perdura independentemente do aludido Decreto, porquanto contemplado nos Decretos-Leis 3.326\/41 e 5.403\/43.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Na determinada situa&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o poderia ser aplicado o par&aacute;grafo 1&ordm; do artigo 2&ordm; da Lei de Introdu&ccedil;&atilde;o ao C&oacute;digo Civil, mas sim o par&aacute;grafo 2&ordm; do mesmo artigo, segundo o qual &lsquo;a lei nova, que estabele&ccedil;a disposi&ccedil;&otilde;es gerais ou especiais a par das j&aacute; existentes, n&atilde;o revoga nem modifica a lei anterior&rsquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Por outro lado, n&atilde;o prospera a argumenta&ccedil;&atilde;o de que a pretens&atilde;o do tema in voga atenta ao princ&iacute;pio constitucional da isonomia (artigos 5&ordm; e 173 e par&aacute;grafos, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal), uma vez que a peculiaridade do servi&ccedil;o postal enseja a garantia da gratuidade do transporte urbano aos carteiros, e tal import&acirc;ncia se mant&eacute;m independentemente da personalidade jur&iacute;dica da prestadora dos servi&ccedil;os postais e tel&eacute;grafos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Com efeito, &eacute; pac&iacute;fico o entendimento jurisprudencial junto ao Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, consubstanciado, inclusive, na S&uacute;mula 237 do extinto Tribunal Federal de Recursos, no sentido de que as empresas de transporte coletivo urbano s&atilde;o obrigadas a conceder passe livre aos distribuidores de correspond&ecirc;ncia postal e telegr&aacute;fica, quando em servi&ccedil;o:<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">&ldquo;ADMINISTRATIVO. CONCESS&Atilde;O DE PASSE LIVRE PARA CARTEIROS NO TRANSPORTE URBANO. DECRETO-LEI N&ordm;. 3.326\/41 E DECRETO-LEI N&ordm;. 5.405\/43. AUS&Ecirc;NCIA DE REVOGA&Ccedil;&Atilde;O. S&Uacute;MULA 237\/TFR.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">(&#8230;)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">4. &Eacute; cedi&ccedil;o em jurisprud&ecirc;ncia recente que &ldquo;As disposi&ccedil;&otilde;es legais que determinam a concess&atilde;o de passe livre, no transporte urbano, inclusive intermunicipal, para os distribuidores de correspond&ecirc;ncia postal e telegr&aacute;fica, n&atilde;o foram alteradas ante a n&atilde;o-revoga&ccedil;&atilde;o dos Decretos-lei 3.326\/41 e 5.403\/43. Aplica&ccedil;&atilde;o do enunciado da S&uacute;mula 237 do extinto TFR.&rdquo; (REsp 1074493\/RJ, Segunda Turma, DJe 04\/08\/2009)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">5. Recurso Especial desprovido.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">(STJ, RESP 200800174430, Min. Rel. Luiz Fux, Primeira Turma, 23\/9\/2010)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">&ldquo;PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO &ndash; CONCESS&Atilde;O DE PASSE LIVRE PARA CARTEIROS NO TRANSPORTE URBANO &ndash; DECRETO 3326\/41 N&Atilde;O DERROGADO &ndash; S&Uacute;MULA 237\/TFR &ndash; IMPOSSIBILIDADE DE EXAME DE MAT&Eacute;RIA CONSTITUCIONAL EM SEDE DE RECURSO ESPECIAL &ndash; REEXAME DE MAT&Eacute;RIA F&Aacute;TICO-PROBAT&Oacute;RIA &ndash; S&Uacute;MULA 7\/STJ.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">(&#8230;)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">3. As Leis 8.666\/93 (Lei de licita&ccedil;&otilde;es) e 8.987\/95 (Lei de concess&otilde;es de servi&ccedil;os p&uacute;blicos) n&atilde;o alteram as disposi&ccedil;&otilde;es do Decreto 3326\/41, reiteradas pela S&uacute;mula 237\/TFR que determinam a concess&atilde;o de passe livre, no transporte urbano, inclusive intermunicipal, para os distribuidores de correspond&ecirc;ncia postal e telegr&aacute;fica porque n&atilde;o tratam da mesma mat&eacute;ria.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">4. O Decreto 3326\/41 &eacute; anterior ao contrato de concess&atilde;o firmado pela parte e o ente p&uacute;blico, n&atilde;o se podendo falar em viola&ccedil;&atilde;o de ato jur&iacute;dico perfeito. Ao contr&aacute;rio, deve-se reiterar que o ato jur&iacute;dico precisa observar as leis regentes da mat&eacute;ria nele tratada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">5. Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa parte, n&atilde;o provido&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">(STJ, RESP 200800174555, Ministra Relatora Eliana Calmon, Segunda Turma, 14\/9\/2009)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Portanto de acordo com entendimento pac&iacute;fico dos nossos tribunais encontra-se plenamente vigente, em nosso ordenamento jur&iacute;dico, o teor da S&uacute;mula 237 do extinto TFR, no sentido de ser garantido, aos carteiros e mensageiros dos Correios, no exerc&iacute;cio de suas fun&ccedil;&otilde;es, a concess&atilde;o de passe livre nos transportes urbanos e intermunicipais, a fim da manuten&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o postal.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Com fulcro no disposto no Decreto-Lei 509\/69, recepcionado pela CF, que estendeu &agrave; ECT os privil&eacute;gios concedidos &agrave; Fazenda P&uacute;blica, em rela&ccedil;&atilde;o quer &agrave;s rendas e servi&ccedil;os, quer no concernente ao foro, prazos e custas processuais (STF &#8211; RE 220.906).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Inexiste, ademais, revoga&ccedil;&atilde;o expressa ou t&aacute;cita &agrave; isen&ccedil;&atilde;o prevista no Decreto-Lei 3.326\/41, o que obriga as empresas concession&aacute;rias de transporte coletivo a conceder passe livre aos carteiros e mensageiros dos Correios quando em servi&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">A alega&ccedil;&atilde;o de ofensa ao princ&iacute;pio do pacto federativo, por fim, n&atilde;o merece prosperar. A autonomia dos entes federativos n&atilde;o &eacute; absoluta, mas sim, relativa, visando ao melhor alcance dos mandamentos constitucionais, e sempre em atendimento ao interesse p&uacute;blico.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Vale frisar que, a compet&ecirc;ncia para legislar sobre servi&ccedil;o postal &eacute; exclusiva da Uni&atilde;o, nos termos do artigo 22, inciso V, da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">No caso vertente, impende considerar que o interesse p&uacute;blico maior reside na celeridade e efici&ecirc;ncia da presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o postal, inexistindo invas&atilde;o da esfera normativa dos Estados-membros e Munic&iacute;pios pela Uni&atilde;o, porquanto o artigo 21, inciso X, da CF, obriga a esta &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o postal, em atendimento ao princ&iacute;pio da continuidade do servi&ccedil;o p&uacute;blico, e o artigo 9&ordm;, par&aacute;grafo &uacute;nico, do Decreto-Lei 3.326\/41, &eacute; expresso na concess&atilde;o da gratuidade, inexistindo, portanto, qualquer afronta &agrave; harmonia das esferas da Administra&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">O fim prec&iacute;puo da concess&atilde;o de passe livre destinado aos carteiros foi a presta&ccedil;&atilde;o de um servi&ccedil;o com mais presteza &agrave; coletividade, evitando-se assim o seu encarecimento. Portanto, a Lei 6.538\/78, n&atilde;o revogou o passe livre, pois n&atilde;o tratou dessa mat&eacute;ria, nem &eacute;, de qualquer forma, incompat&iacute;vel com as regras aqui mencionadas.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conjur 10 dezembro 2013 &nbsp; A Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Empresas de Transportes Urbanos (NTU) ajuizou junto ao Supremo Tribunal Federal arg&uuml;i&ccedil;&atilde;o de descumprimento de preceito fundamental (ADPF 88-2\/800-DF), em decorr&ecirc;ncia&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4635"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4635"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4635\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4635"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4635"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4635"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}