{"id":4549,"date":"2015-08-10T01:42:43","date_gmt":"2015-08-10T01:42:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/v2\/index.php\/receita-quer-liberar-maior-acesso-ao-despacho-de-bens-no-comercio-exterior\/"},"modified":"2015-08-10T01:42:43","modified_gmt":"2015-08-10T01:42:43","slug":"receita-quer-liberar-maior-acesso-ao-despacho-de-bens-no-comercio-exterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/receita-quer-liberar-maior-acesso-ao-despacho-de-bens-no-comercio-exterior\/","title":{"rendered":"Receita quer liberar maior acesso ao despacho de bens no com\u00e9rcio exterior"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: small;\"><!--?xml:namespace prefix = \"o\" ns = \"urn:schemas-microsoft-com:office:office\" \/--><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Valor Econ&ocirc;mico<br \/>09\/09\/2013<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>A Receita Federal vai permitir que importadores e exportadores acompanhem o despacho de suas mercadorias nos portos e aeroportos pelo computador, celular ou tablet. O novo servi&ccedil;o dever&aacute; estar dispon&iacute;vel at&eacute; o fim deste ano, segundo informou o subsecret&aacute;rio de Aduana e Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais da Receita Federal, Ernani Checcucci, ao Valor PRO, servi&ccedil;o de informa&ccedil;&atilde;o em tempo real do Valor.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>Essa &eacute; mais uma medida adotada pelo Fisco para simplificar o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o pelos contribuintes e, ao mesmo tempo, mostrar que nem sempre a demora no despacho de mercadoria &eacute; responsabilidade da Receita Federal. &#8220;Existe a preocupa&ccedil;&atilde;o que precisamos fazer mais. Temos evolu&iacute;do, mas precisamos entender onde est&atilde;o os gargalos&#8221;, afirmou o subsecret&aacute;rio. Recentemente, a Receita lan&ccedil;ou um servi&ccedil;o que possibilita que viajantes internacionais fa&ccedil;am a declara&ccedil;&atilde;o de renda e bens pela internet.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>Com o novo aplicativo, o contribuinte poder&aacute; acompanhar, no caso da importa&ccedil;&atilde;o, desde a atracagem do navio, o registro e finaliza&ccedil;&atilde;o do desembara&ccedil;o pela Receita, at&eacute; a sa&iacute;da da carga do porto. Atualmente, segundo Checcucci, o importador pode verificar a situa&ccedil;&atilde;o do despacho de suas mercadorias, por&eacute;m, o processo &eacute; burocr&aacute;tico. &Eacute; preciso acesso a registros como o Sistema Integrado de Com&eacute;rcio Exterior (Siscomex). Na avalia&ccedil;&atilde;o de Checcucci, o importador ter&aacute; mais autonomia para saber a situa&ccedil;&atilde;o de libera&ccedil;&atilde;o de sua mercadoria, trabalho hoje concentrado nos despachantes contratados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>A iniciativa dever&aacute; mostrar ainda, conforme o subsecret&aacute;rio, que nem sempre a mercadoria fica parada no porto ou aeroporto por causa de falta de efici&ecirc;ncia da Receita no desembara&ccedil;o. Um estudo realizado pelo &oacute;rg&atilde;o no Porto do Rio de Janeiro para analisar quanto tempo em m&eacute;dia a carga permanecia no porto desde a atraca&ccedil;&atilde;o do navio at&eacute; o desembara&ccedil;o mostra que, em maio, o tempo m&eacute;dio foi de 15,8 dias, sendo que 12,2 deles se devem a necessidade de libera&ccedil;&atilde;o de licen&ccedil;a por ag&ecirc;ncias reguladoras. Somente ap&oacute;s essa licen&ccedil;a o processo segue para a Receita, onde &eacute; gasto, em m&eacute;dia, 1,44 dia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>Em maio, foram desembara&ccedil;adas no porto carioca 6.542 declara&ccedil;&otilde;es de importa&ccedil;&atilde;o. Deste total, s&oacute; 1.079 precisaram de licen&ccedil;a espec&iacute;fica de um &oacute;rg&atilde;o de regulador para entrar no pa&iacute;s, ou seja, tiveram a libera&ccedil;&atilde;o mais demorada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>Segundo o subsecret&aacute;rio, apesar de ainda haver cr&iacute;ticas sobre a demora na libera&ccedil;&atilde;o das cargas, o pa&iacute;s tem conseguido v&aacute;rios avan&ccedil;os. O grau de fluidez na importa&ccedil;&atilde;o, ou seja, o percentual de declara&ccedil;&otilde;es desembara&ccedil;adas em menos de 24 horas, atingiu em julho a marca de 84,88%. Em 2010, esse valor era de 77%. A m&eacute;dia dos pa&iacute;ses da Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE) varia entre 90% e 95%.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>A melhora nos &uacute;ltimos anos se deve a estrat&eacute;gia de gest&atilde;o de risco, ou seja, fiscaliza&ccedil;&atilde;o de alguns tipos de mercadoria antes da chegada ao pa&iacute;s ou ainda depois, dependendo da situa&ccedil;&atilde;o. No caso do despacho das exporta&ccedil;&otilde;es, a estimativa do grau de fluidez na exporta&ccedil;&atilde;o &eacute; superior a 98%. As commodities (gr&atilde;os, petr&oacute;leo e derivados), por exemplo, tem um regime especial para agilizar a sa&iacute;da dos produtos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>Para conseguir um desempenho mais favor&aacute;vel do indicador, a Receita e Secretaria de Com&eacute;rcio Exterior avaliam uma atualiza&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica do Siscomex exporta&ccedil;&atilde;o e a dispensa de apresenta&ccedil;&atilde;o de documenta&ccedil;&atilde;o das transa&ccedil;&otilde;es classificadas como do canal verde (libera&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica), que ainda &eacute; feita em papel.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>Al&eacute;m disso, tamb&eacute;m est&aacute; sendo discutida a possibilidade de realiza&ccedil;&atilde;o de inspe&ccedil;&atilde;o &uacute;nica e coordenada das cargas. A ideia &eacute; reduzir o tempo que a mercadoria fica parada, principalmente, devido &agrave; necessidade de licen&ccedil;a espec&iacute;fica de &oacute;rg&atilde;os reguladores. &#8220;&Eacute; preciso evoluir para um modelo de inspe&ccedil;&atilde;o &uacute;nica de carga. Isso ajudaria a diminuir o tempo de perman&ecirc;ncia da carga no porto&#8221;, explicou o subsecret&aacute;rio da Receita.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>Fisco quer acelerar remessas postais internacionais<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>Com o forte aumento de encomendas postais do Brasil, a Receita Federal quer mudar a fiscaliza&ccedil;&atilde;o das remessas internacionais feitas via Empresa Brasileira de <strong>Correios<\/strong> e Tel&eacute;grafos (ECT). O objetivo &eacute; dar mais agilidade &agrave;s entregas do que &eacute; enviado para fora do pa&iacute;s e do que chega ao Brasil, segundo o subsecret&aacute;rio de Aduana e Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais da Receita Federal, Ernani Checcucci. Atualmente, o despacho dessas encomendas &eacute; praticamente manual.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;\"><br \/>A ideia &eacute; que os Correios repassem ao Fisco as informa&ccedil;&otilde;es sobre as mercadorias transportadas para que elas passem por uma fiscaliza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via. Com o recebimento antecipado de dados, &eacute; poss&iacute;vel, diz o subsecret&aacute;rio, fazer uma libera&ccedil;&atilde;o mais r&aacute;pida da mercadoria. (ES)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Valor Econ&ocirc;mico09\/09\/2013 A Receita Federal vai permitir que importadores e exportadores acompanhem o despacho de suas mercadorias nos portos e aeroportos pelo computador, celular ou tablet. 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