{"id":4536,"date":"2015-08-10T01:42:37","date_gmt":"2015-08-10T01:42:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/v2\/index.php\/social-commerce-comeca-a-amadurecer\/"},"modified":"2015-08-10T01:42:37","modified_gmt":"2015-08-10T01:42:37","slug":"social-commerce-comeca-a-amadurecer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/social-commerce-comeca-a-amadurecer\/","title":{"rendered":"Social commerce come\u00e7a a amadurecer"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><!--?xml:namespace prefix = \"u1\" \/--><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">Valor Econ&ocirc;mico<br \/>30\/08\/2013 <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>A valoriza&ccedil;&atilde;o do boca a boca virtual e a possibilidade de medir, segmentar e testar praticamente qualquer coisa est&aacute; fazendo das redes sociais um ambiente que vai al&eacute;m de uma plataforma institucional para as marcas e j&aacute; tem foco em resultados pr&aacute;ticos. O Magazine Luiza foi um dos primeiros a tirar partido do potencial das redes para turbinar as vendas com o lan&ccedil;amento em 2010 do Magazine Voc&ecirc;, para qualquer interessado montar sua pr&oacute;pria loja virtual nas redes Facebook e Orkut e revender os produtos oferecidos no portal da marca em troca de comiss&otilde;es entre 2,5% e 4,5%.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>&#8220;J&aacute; passamos das 100 mil lojas nas redes sociais e continuamos crescendo&#8221;, contabiliza o diretor-executivo de Opera&ccedil;&otilde;es Frederico Trajano. Outro foi o Hotel Urbano, hoje a maior p&aacute;gina de turismo no mundo no Facebook, com 8 milh&otilde;es de usu&aacute;rios.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>Segundo a s&oacute;cia e diretora de marketing Roberta Gallo, a marca usa plataformas como Google, Twitter e blog, mas 90% de seus investimentos v&atilde;o para o Facebook, gra&ccedil;as ao desenvolvimento de ferramentas de retorno e estrat&eacute;gias de segmenta&ccedil;&atilde;o que deram nova relev&acirc;ncia &agrave; rede como m&iacute;dia com foco na assertividade dos resultados e em convers&atilde;o de vendas. &#8220;As pessoas adoram compartilhar suas viagens, antes, durante e depois. No Brasil o local com maior n&uacute;mero de check-in &eacute; o aeroporto de Guarulhos&#8221;, aponta. Este ano, o Hotel Urbano deve faturar R$ 500 milh&otilde;es. Em julho, recebeu US$ 20 milh&otilde;es com o terceiro aporte do fundo Insight Ventures Partners, parceiro da empresa desde o seu primeiro m&ecirc;s.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>A MyGloss fez caminho menos usual. Nasceu como blog, em 2008, e se apoiou em p&aacute;gina social de consultoria de moda para criar musculatura e criar uma franquia de lojas f&iacute;sicas de acess&oacute;rios. Agora s&atilde;o 1,5 milh&atilde;o de f&atilde;s no Facebook e 40 lojas vendidas, 13 delas j&aacute; em funcionamento. A primeira unidade, pr&oacute;pria, surgiu em 2011. A virtual, no Facebook, logo depois. &#8220;At&eacute; agora investimos cerca de 4,5 milh&otilde;es de reais&#8221;, diz o s&oacute;cio Rodrigo Stocco. O faturamento deve chegar a R$ 13 milh&otilde;es este ano, R$ 2 milh&otilde;es s&oacute; com e-commerce. J&aacute; na Cute Cute Kids, importadora de marcas infantis como Oshkosh e Carter&#8221;s, a vers&atilde;o social, com 103 mil f&atilde;s, representa entre 35% e 40% dos neg&oacute;cios, segundo a fundadora Ana Paula Brito.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>Nascida h&aacute; quatro anos e hoje com duas lojas f&iacute;sicas, a marca est&aacute; presente no Twitter, no Instagram e no Facebook, onde as vendas se apoiam no aplicativo Kauplus, uma das solu&ccedil;&otilde;es nacionais de s-commerce e que oferece funcionalidades b&aacute;sicas de correio eletr&ocirc;nico, como controle de estoque de produtos, cadastro de compras, integra&ccedil;&atilde;o com <strong>correios<\/strong> e c&aacute;lculo de frete, al&eacute;m de outras espec&iacute;ficas, como desconto para quem curtisse a p&aacute;gina e bot&otilde;es de &#8220;like&#8221;, compartilhamento e integra&ccedil;&atilde;o com outras plataformas, como Google+ e Pinterest.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>&#8220;No ano passado, expandimos para e-commerce fora da rede social&#8221;, explica a s&oacute;cia D&eacute;bora Fernandes. Hoje s&atilde;o cerca de 1 mil usu&aacute;rias, com planos profissionais a partir de R$ 70 mensais e direito a funcionalidades como cupom de descontos. Para Organiza&ccedil;&otilde;es N&atilde;o Governamentais (ONGs), a plataforma &eacute; gratuita.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>J&aacute; para usar a LikeStore, aplicativo que sustentou o s-commerce da MyGloss e hoje &eacute; uma plataforma completa de e-commerce e mobile, o interessado paga 2% das vendas brutas. O modelo j&aacute; atraiu mais de 25 mil lojistas, a maioria pequenos e m&eacute;dios. &#8220;N&atilde;o precisa investir para abrir a loja. O com&eacute;rcio social usa ferramentas gratuitas para levar gente l&aacute; e fez a venda eletr&ocirc;nica se tornar pessoal&#8221;, afirma Ricardo Grandinetti, gerente de produto da empresa, que gira mais de R$ 1 milh&atilde;o ao m&ecirc;s e ainda este ano lan&ccedil;a solu&ccedil;&atilde;o para outras redes, al&eacute;m do Facebook.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>Um dos usu&aacute;rios ass&iacute;duos da LikeStore &eacute; o m&uacute;sico e apresentador de TV Jo&atilde;o Gordo &#8211; as vendas da p&aacute;gina da banda Ratos de Por&atilde;o s&atilde;o sustentadas pela ferramenta. &#8220;O Jo&atilde;o n&atilde;o sai do Face e eu quis fazer disso algo mais produtivo&#8221;, explica sua esposa, Viviana Torrico. Deu certo. Embora continue ativo, o m&uacute;sico passou a racionalizar melhor o tempo e chegou a assumir atividades mais prosaicas, como levar as encomendas de f&atilde;s ao correio. &#8220;Chegamos a vender 100 camisetas em um dia&#8221;, afirma Viviana.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>As camisetas tamb&eacute;m ilustram o sucesso da Bloompa, que oferece as ferramentas Commerce, produto de integra&ccedil;&atilde;o social para e-commerce com custo variando entre R$ 20 e R$ 250 para o lojista. J&aacute; o Target tem lan&ccedil;amento previsto para setembro para segmentar informa&ccedil;&otilde;es captadas em redes sociais &#8211; a Camiseteria, especializada na produ&ccedil;&atilde;o de camisetas criadas por sistema de crowdsourcing, &eacute; um de seus cases de sucesso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\"><br \/>As redes est&atilde;o dando origem ainda a novos modelos de neg&oacute;cios. Um deles &eacute; o social marketplace BazzApp, cujos 2,5 mil lojistas pagam 8,5% de comiss&atilde;o pelo uso do aplicativo para Facebook e servi&ccedil;os como meios de pagamento. &#8220;O s-commerce tem caracter&iacute;sticas pr&oacute;prias. Na internet o ambiente &eacute; de busca. Nas m&iacute;dias sociais, de descobrimento das recomenda&ccedil;&otilde;es e tend&ecirc;ncias&#8221;, compara Lucas Arag&atilde;o, criador do BazzApp.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small;\">J<br \/>&aacute; a Ingresse inventou uma plataforma de venda de ingressos com servi&ccedil;os como visualiza&ccedil;&atilde;o dos programas escolhidos por amigos e assento marcado social, que permite ao usu&aacute;rio visualizar onde seus amigos tamb&eacute;m v&atilde;o se sentar.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: small; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;\"><br \/>A Socialize, da provedora Wing, apostou no marketing multin&iacute;vel, com sistema para cria&ccedil;&atilde;o de lojas sociais que remuneram at&eacute; a quarta gera&ccedil;&atilde;o de usu&aacute;rios-indicadores. O projeto nasceu em parceria com o UOL, para venda de cr&eacute;ditos de games nas redes sociais, evoluiu com sua aplica&ccedil;&atilde;o para venda de cursos a dist&acirc;ncia da Doutor Micro e hoje chegou &agrave;s principais plataformas de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico, como UOL, Vtex, Fast Commerce e Locaweb. &#8220;Cada venda rende 10% ao Socialize&#8221;, diz o diretor Jefferson Dousseau.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Valor Econ&ocirc;mico30\/08\/2013 A valoriza&ccedil;&atilde;o do boca a boca virtual e a possibilidade de medir, segmentar e testar praticamente qualquer coisa est&aacute; fazendo das redes sociais um ambiente que vai al&eacute;m&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4536"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4536"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4536\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4536"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4536"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4536"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}