{"id":4342,"date":"2015-08-10T01:34:21","date_gmt":"2015-08-10T01:34:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/v2\/index.php\/justica-manda-correios-recontratar-carteiro-com-deficiencia-visual-em-mt\/"},"modified":"2015-08-10T01:34:21","modified_gmt":"2015-08-10T01:34:21","slug":"justica-manda-correios-recontratar-carteiro-com-deficiencia-visual-em-mt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/justica-manda-correios-recontratar-carteiro-com-deficiencia-visual-em-mt\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a manda Correios recontratar carteiro com defici\u00eancia visual em MT"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif';\">Globo.com<br \/>26\/02\/2013<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif';\"><br \/>A Justi&ccedil;a trabalhista determinou que a Empresa Brasileira de <strong>Correios<\/strong> e Tel&eacute;grafos recontrate um funcion&aacute;rio com defici&ecirc;ncia visual, que foi demitido em 2004 ap&oacute;s 15 dias de trabalho como carteiro. Al&eacute;m de readmiti-lo, a empresa foi condenada a pagar todos os sal&aacute;rios e vencimentos retroativos ao per&iacute;odo da demiss&atilde;o e ainda R$ 20 mil &agrave; v&iacute;tima por danos morais. Ao G1, os Correios informaram nesta ter&ccedil;a-feira (26), por meio da assessoria de imprensa, que ainda n&atilde;o haviam sido notificados da decis&atilde;o mas que prentendem recorrer t&atilde;o logo seja publicado o ac&oacute;rd&atilde;o. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif';\"><br \/>Conforme a assessoria do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o carteiro foi aprovado em um concurso p&uacute;blico para ocupar uma das vagas destinadas a portadores de necessidades especiais, mas foi demitido com o argumento de que seria inapto a exercer a fun&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif';\"><br \/>Na a&ccedil;&atilde;o, a v&iacute;tima alegou que para tentar justificar a demiss&atilde;o a empresa comparou a sua produtividade a de carteiros com mais de 10 anos de profiss&atilde;o, bem como desconsiderou as limita&ccedil;&otilde;es impostas pela defici&ecirc;ncia visual. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif';\"><br \/>No entendimento do relator do recurso no TST, ministro Walmir de Oliveira Costa, houve discrimina&ccedil;&atilde;o ao argumentar que o funcion&aacute;rio n&atilde;o cumpria as mesmas metas que os outros carteiros, j&aacute; que enquanto aprovado para assumir vaga para portadores de defici&ecirc;ncia deveria cumprir meta diferenciada. Conforme o magistrado, a demiss&atilde;o da forma como ocorreu &eacute; vedada por normas constitucionais e em conven&ccedil;&otilde;es internacionais da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT). <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: 'Arial','sans-serif';\"><br \/>&#8220;Sendo a defici&ecirc;ncia visual tipo de doen&ccedil;a suscet&iacute;vel de causar estigma ou preconceito, presume-se discriminat&oacute;ria a dispensa do empregado deficiente, o que autoriza a sua reintegra&ccedil;&atilde;o no emprego, e consequente direito ao ressarcimento dos danos causados&#8221;, determinou o ministro. Os demais integrantes da primeira turma do TST seguiram o voto do relator e condenaram a empresa.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Globo.com26\/02\/2013 A Justi&ccedil;a trabalhista determinou que a Empresa Brasileira de Correios e Tel&eacute;grafos recontrate um funcion&aacute;rio com defici&ecirc;ncia visual, que foi demitido em 2004 ap&oacute;s 15 dias de trabalho&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4342"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4342"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4342\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4342"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4342"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4342"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}