{"id":4296,"date":"2015-08-10T01:34:07","date_gmt":"2015-08-10T01:34:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/v2\/index.php\/um-novo-dirigente-do-governo-e-acusado-de-desviar-r-46-mi-do-bva\/"},"modified":"2015-08-10T01:34:07","modified_gmt":"2015-08-10T01:34:07","slug":"um-novo-dirigente-do-governo-e-acusado-de-desviar-r-46-mi-do-bva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/um-novo-dirigente-do-governo-e-acusado-de-desviar-r-46-mi-do-bva\/","title":{"rendered":"Um novo dirigente do governo \u00e9 acusado de desviar R$ 4,6 mi do BVA"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Revista &Eacute;poca<br \/>11\/01\/2013<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em setembro do ano passado, o governo Dilma, atendendo a uma antiga reivindica&ccedil;&atilde;o de uma ala do PT, criou um fundo de pens&atilde;o para os servidores p&uacute;blicos federais. O fundo, batizado de Funpresp (Funda&ccedil;&atilde;o de Previd&ecirc;ncia Complementar do Servidor P&uacute;blico Federal), cuidar&aacute; da aposentadoria dos concursados que come&ccedil;am a trabalhar em 2013. Os atuais servidores tamb&eacute;m podem aderir: s&atilde;o ao menos 490 mil potenciais clientes, distribu&iacute;dos entre funcion&aacute;rios do governo federal, do Congresso, do Minist&eacute;rio P&uacute;blico e do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o. Numa tentativa do governo de diminuir a hemorragia financeira da Previd&ecirc;ncia p&uacute;blica, cuja conta n&atilde;o fecha faz tempo e s&oacute; piora com os anos, esses novos servidores, se quiserem uma aposentadoria &agrave; altura dos excelentes sal&aacute;rios que recebem, dever&atilde;o contribuir para o Funpresp, como acontece com os trabalhadores de empresas privadas. Espera-se que a ades&atilde;o seja r&aacute;pida e significativa, a tal ponto que, em 20 anos, o patrim&ocirc;nio do Funpresp alcance R$ 160 bilh&otilde;es, tornando-o um dos mais ricos fundos de pens&atilde;o do pa&iacute;s &ndash; e, desde j&aacute;, um dos mais cobi&ccedil;ados tesouros da Rep&uacute;blica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O governo Dilma parece ciente do rigor necess&aacute;rio ao nomear os dirigentes que decidir&atilde;o como investir (tanto) dinheiro dos servidores p&uacute;blicos. Disse a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, em outubro: &ldquo;Para n&oacute;s, o Funpresp &eacute; uma quest&atilde;o muito s&eacute;ria. As pessoas est&atilde;o sendo escolhidas a dedo&rdquo;. Em 17 de dezembro, sa&iacute;ram no Di&aacute;rio Oficial as nomea&ccedil;&otilde;es dos diretores do Funpresp, e os crit&eacute;rios do dedo do governo ficaram claros. Para a diretoria de investimentos, a mais estrat&eacute;gica, na qual se definir&aacute; como aplicar o dinheiro dos servidores, escolheu-se o economista Humberto Pires Grault Vianna de Lima, ligado ao PT. Pires &eacute; gerente de participa&ccedil;&otilde;es da Funcef, o fundo de pens&atilde;o dos funcion&aacute;rios da Caixa Econ&ocirc;mica Federal. Fez uma rica carreira nos fundos de pens&atilde;o das estatais, sempre indicado por pr&oacute;ceres do PT &ndash; como os sindicalistas Wagner Pinheiro, presidente dos Correios e ex-presidente da Petros, fundo de pens&atilde;o dos funcion&aacute;rios da Petrobras, e Jo&atilde;o Vaccari Neto, tesoureiro nacional do partido e hist&oacute;rico arrecadador de dinheiro para candidatos petistas.<\/p>\n<p>Em 20 anos, o patrim&ocirc;nio<br \/>do fundo dos servidores<br \/>federais pode atingir<br \/>R$ 160 bilh&otilde;es&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pires come&ccedil;ou sua trajet&oacute;ria nos fundos de pens&atilde;o quando Lula assumiu a Presid&ecirc;ncia, em 2003. Ele era funcion&aacute;rio da Petrobras, e Wagner Pinheiro, quando assumiu a dire&ccedil;&atilde;o da Petros, convidou-o para trabalhar no fundo. Pires era gerente de novos neg&oacute;cios. Recebia propostas de investimentos e dava seu parecer &agrave; diretoria do fundo. Participava tamb&eacute;m, representando a Petros, de conselhos das empresas que recebiam dinheiro do fundo. A mesma influ&ecirc;ncia dava-se nos fundos de investimento que Pires ajudava a criar, e nos quais a Petros entrava como s&oacute;cia. Um deles havia sido estabelecido, em 2007, pela&nbsp;<a href=\"http:\/\/revistaepoca.globo.com\/Revista\/Epoca\/0,,EMI212749-15518,00.html\" target=\"_blank\"><strong>Bancoop<\/strong><\/a>, cooperativa habitacional dos banc&aacute;rios de S&atilde;o Paulo, criada por sindicalistas do PT, como Vaccari. Houve um calote em 3 mil associados que esperavam adquirir im&oacute;veis por interm&eacute;dio da Bancoop. Por tr&aacute;s do rombo, segundo o promotor Jos&eacute; Carlos Blat,&nbsp;do Minist&eacute;rio P&uacute;blico de S&atilde;o Paulo, estava um desvio de R$ 100 milh&otilde;es, dinheiro que teria ido para o PT e seus dirigentes. Pires era representante da Petros no fundo da Bancoop e presidia assembleias nas quais se definiam os investimentos. A Bancoop captou R$ 43 milh&otilde;es no mercado &ndash; 85% dos pap&eacute;is foram adquiridos por fundos de pens&atilde;o de estatais controlados por petistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No mesmo per&iacute;odo, Pires trabalhou em dois fundos de investimento tocados em parceria entre a Petros e o&nbsp;<a href=\"http:\/\/revistaepoca.globo.com\/palavrachave\/bva\/\" target=\"_blank\"><strong>Banco BVA<\/strong><\/a>, que viria a&nbsp;<a href=\"http:\/\/revistaepoca.globo.com\/Negocios-e-carreira\/noticia\/2012\/10\/bc-decreta-intervencao-no-banco-bva.html\" target=\"_blank\"><strong>sofrer interven&ccedil;&atilde;o do Banco Central em outubro<\/strong><\/a>&nbsp;do ano passado. Os dois fundos deram lucro ao BVA &ndash; e estreitaram a rela&ccedil;&atilde;o de Pires com os executivos do banco. Tanto que, no final de 2008, quando o BVA come&ccedil;ava a montar fundos de investimento ainda mais ambiciosos, tamb&eacute;m a ser financiados pelos fundos de pens&atilde;o das estatais, Pires virou diretor da Vit&oacute;ria Asset Management, a subsidi&aacute;ria do BVA que cuida desse tipo de neg&oacute;cio. Ou seja: enquanto o padrinho e amigo Wagner Pinheiro continuava &agrave; frente da Petros, &agrave;quela altura um dos principais investidores do BVA, Pires atravessava a porta girat&oacute;ria para administrar os fundos que ajudara a criar &ndash; e elaborar novos projetos, que viriam a contar, &eacute; claro, com investimentos da Petros e de outros fundos de pens&atilde;o estatais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando Pires se tornou executivo do BVA, a Vit&oacute;ria Management, da qual ele era o principal respons&aacute;vel, acabara de botar no mercado um fundo para financiar uma das empresas do grupo, a Multiner. Ficou decidido que a corretora Planner iria administrar o fundo. Quem a convocou? &ldquo;Foi o Humberto (<em>Pires<\/em>) que me convidou&rdquo;, diz Artur Figueiredo, presidente da Planner. Criada em 2007, a Multiner construiria usinas termel&eacute;tricas, e&oacute;licas e pequenas hidrel&eacute;tricas. O principal acionista da Multiner era Jos&eacute; Augusto Ferreira dos Santos, um dos controladores do BVA. Para levar a cabo as opera&ccedil;&otilde;es da Multiner, o BVA precisava de dinheiro &ndash; da&iacute; a cria&ccedil;&atilde;o do fundo de investimento. Passou-se o pires no governo e nos fundos de pens&atilde;o das estatais. Ap&oacute;s a chegada de Humberto Pires, o BVA conseguiu arrecadar R$ 418 milh&otilde;es para o fundo de investimento, dinheiro que veio de oito fundos de pens&atilde;o: Petros, ent&atilde;o comandada por Wagner Pinheiro, Postalis (<strong>Correios<\/strong>), Funcef, Infraprev (Infraero), Refer (Rede Ferrovi&aacute;ria Federal) e mais tr&ecirc;s fundos de estatais do governo de Bras&iacute;lia. Naquele momento, em setembro de 2009, a Petros chegou a ser a maior acionista desse fundo, com 41,9% das cotas. (A Petros n&atilde;o informa quanto investiu nesse fundo.)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>O DESVIO<\/p>\n<p>A auditoria do Banco Central&nbsp;<em>(acima)<\/em>&nbsp;afirma que Pires recebeu R$ 4,6 milh&otilde;es usando uma empresa de fachada. Para os analistas do BC, tal desvio de dinheiro constitui uma &ldquo;conduta grave&rdquo; (Foto: Reprodu&ccedil;&atilde;o\/Revista &Eacute;POCA)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O dinheiro dos fundos de pens&atilde;o entrou, mas a Multiner n&atilde;o conseguiu tocar os projetos na &aacute;rea de energia. Descumpriu prazos para botar em funcionamento as usinas, foi amea&ccedil;ada pelo governo de perder as licen&ccedil;as, sofreu processos, deu preju&iacute;zo. Tamanho preju&iacute;zo que, em 2011, pouco depois de Pires sair do BVA e seguir para seu cargo na Funcef, os fundos de pens&atilde;o se viram obrigados a expulsar a Vit&oacute;ria Management do comando do neg&oacute;cio. Todos os fundos votaram pela sa&iacute;da do BVA. Apenas um se absteve de votar: a Petros. No come&ccedil;o do ano passado, o BVA saiu do neg&oacute;cio. E mais dinheiro foi investido na Multiner &ndash; R$ 392 milh&otilde;es. Meses depois, o BC decretou a interven&ccedil;&atilde;o no BVA. Os auditores do BC estimam que o BVA estava com um rombo de R$ 1,5 bilh&atilde;o. N&atilde;o conseguia mais honrar seus compromissos. Os dirigentes do banco tiveram seus bens bloqueados. Pires escapou do bloqueio porque, segundo interpreta&ccedil;&atilde;o do BC, tinha deixado o BVA havia mais de um ano da interven&ccedil;&atilde;o. Os demais executivos da Vit&oacute;ria Management est&atilde;o com os bens bloqueados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Minist&eacute;rio do Planejamento diz que a escolha de Pires atendeu a crit&eacute;rio &ldquo;t&eacute;cnico&rdquo;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar do desastre com o fundo Multiner, Humberto Pires, na mesma &eacute;poca em que os fundos de pens&atilde;o investiam milh&otilde;es no projeto do BVA, recebeu uma dinheirama do banco. &Eacute;POCA teve acesso a um relat&oacute;rio do setor de fiscaliza&ccedil;&atilde;o do BC, que acusa Pires e outros executivos do BVA de receber dinheiro desviado do caixa do banco. Entre 2010 e 2011, o BVA repassou R$ 135 milh&otilde;es &agrave; empresa Peg Cred, que supostamente tocava a &aacute;rea de cr&eacute;dito consignado do banco, embora o BVA n&atilde;o tivesse mais opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito consignado. O BC descobriu que, da conta da Peg Cred, ao menos R$ 100,8 milh&otilde;es seguiram para contas de empresas de 18 dos executivos do banco &ndash; entre eles Humberto Pires. A empresa de Pires (HPG Vianna de Lima Cobran&ccedil;a) recebeu R$ 4,6 milh&otilde;es. Outras duas empresas, com endere&ccedil;o id&ecirc;ntico &agrave; de Pires, receberam R$ 700 mil. &Eacute; mais do que a maioria dos diretores do banco recebiam. O total repassado pelo BVA &agrave; Peg Cred correspondia, em 2011, a 111% do lucro l&iacute;quido e 9,3 % do patrim&ocirc;nio do banco. Para os analistas do BC, os desvios apontam uma &ldquo;conduta grave&rdquo; e &ldquo;contribu&iacute;ram para o grave comprometimento de sua situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mico-financeira (<em>do BVA<\/em>)&rdquo;. O BC investiga o caso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pires admite ter recebido o dinheiro. Diz que era &ldquo;parte do sal&aacute;rio&rdquo; &ndash; e que passou nota fiscal e declarou os recursos no Imposto de Renda. &ldquo;Minha empresa &eacute; legalizada&rdquo;, diz Pires. A empresa fica na periferia de S&atilde;o Paulo, no bairro da Vila Formosa. &Eacute; uma casinha. &Eacute;POCA esteve l&aacute; em hor&aacute;rio comercial e n&atilde;o encontrou ningu&eacute;m. A reportagem questionou Pires:<\/p>\n<p>&ndash; Onde funciona a empresa do senhor?<br \/>&ndash; S&atilde;o Paulo.<br \/>&ndash; Mas em que localidade?<br \/>&ndash; Como? N&atilde;o entendi.<br \/>&ndash; Qual bairro?<br \/>&ndash; Agora eu n&atilde;o lembro. Quem montou a empresa para mim foi o contador.<br \/>&ndash; &Eacute; uma empresa de fachada?<br \/>&ndash; N&atilde;o &eacute; uma empresa de fachada. Tem uma pessoa que trabalha para mim.<br \/>&ndash; E o que ela faz, se o senhor, na verdade, s&oacute; recebia sal&aacute;rio?<br \/>&ndash; Eu s&oacute; recebia. Era s&oacute; uma forma de receber sal&aacute;rio.<\/p>\n<p>Pires afirma que o fundo Multiner j&aacute; estava pronto quando chegou ao BVA. Diz que n&atilde;o pediu dinheiro aos fundos de pens&atilde;o. E defende seu trabalho &agrave; frente do BVA: &ldquo;Quando cheguei &agrave; Vit&oacute;ria, havia uma carteira de R$ 320 milh&otilde;es. Quando sa&iacute;&nbsp;<em>(junho de 2011)<\/em>, estava com R$ 3,4 bilh&otilde;es&rdquo;. Pires diz que a empresa Multiner &ldquo;teve uma s&eacute;rie de problemas de gest&atilde;o&rdquo;. Diz ele: &ldquo;Talvez isso&nbsp;<em>(Multiner)<\/em>&nbsp;tenha sido administrado como foi administrado o banco. Eles n&atilde;o conseguiram levantar as usinas que haviam vencido em leil&otilde;es. Mas os fundos n&atilde;o perderam. Se a gest&atilde;o da Multiner continuasse ruim, a&iacute; voc&ecirc; perderia tudo&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>A FACHADA<\/p>\n<p>A casa onde funciona a sede da empresa de Pires, em S&atilde;o Paulo. Ouvido pela reportagem, ele n&atilde;o se lembrava do bairro onde o im&oacute;vel ficava (Foto: Rog&eacute;rio Cassimiro\/&Eacute;poca)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E por que Pires foi indicado &agrave; diretoria da Funpresp? &ldquo;N&atilde;o sei quem me indicou. Fui a uma entrevista com a secret&aacute;ria executiva do Minist&eacute;rio do Planejamento, Eva Dal Chiavon&rdquo;, afirma Pires. Por meio da assessoria de imprensa do Minist&eacute;rio do Planejamento, Eva Dal Chiavon disse que a escolha de Pires foi &ldquo;baseada em sua larga experi&ecirc;ncia profissional na &aacute;rea de fundos de pens&atilde;o. Portanto, uma escolha eminentemente t&eacute;cnica&rdquo;. Afirmou, tamb&eacute;m, que Pires ainda n&atilde;o tomou posse porque faltam detalhes formais para a constitui&ccedil;&atilde;o e o funcionamento da Funpresp.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Procurados pela reportagem, Postalis e Funcef n&atilde;o informaram os valores dos investimentos no fundo Multiner. Mas afirmaram que Pires n&atilde;o interferiu na decis&atilde;o de investimento. O Postalis disse que o retorno da aplica&ccedil;&atilde;o superou as metas do fundo de pens&atilde;o. A Funcef disse que o fundo da Multiner n&atilde;o trouxe preju&iacute;zos e que o novo aporte em 2012 est&aacute; relacionado &agrave; reestrutura&ccedil;&atilde;o da Multiner. A Petros afirma ter realizado investimentos em t&iacute;tulos que eram administrados pela Vit&oacute;ria Asset, ligada ao BVA, de aproximadamente R$ 80 milh&otilde;es. A Infraprev informou que os investimentos no fundo da Multiner come&ccedil;aram em maio de 2009 e totalizam R$ 56,5 milh&otilde;es. Disse que Pires n&atilde;o interferiu na decis&atilde;o da Infraprev de investir. Todos os fundos de pens&atilde;o procurados por &Eacute;POCA informaram que seus investimentos foram realizados em estrito cumprimento &agrave;s normas de mercado. A Superintend&ecirc;ncia Nacional de Previd&ecirc;ncia Complementar (Previc), &oacute;rg&atilde;o ligado ao Minist&eacute;rio da Previd&ecirc;ncia e respons&aacute;vel por fiscalizar o setor, informou que os fundos de pens&atilde;o investiram R$ 513 milh&otilde;es em t&iacute;tulos emitidos pelo Banco BVA. Afirmou, ainda, estar analisando a regularidade de opera&ccedil;&otilde;es realizadas por fundos de pens&atilde;o com o Banco BVA.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Revista &Eacute;poca11\/01\/2013 Em setembro do ano passado, o governo Dilma, atendendo a uma antiga reivindica&ccedil;&atilde;o de uma ala do PT, criou um fundo de pens&atilde;o para os servidores p&uacute;blicos&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4296"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4296"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4296\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4296"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4296"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4296"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}