{"id":4283,"date":"2015-08-10T01:07:44","date_gmt":"2015-08-10T01:07:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/v2\/index.php\/franquias-dos-correios-nao-podem-funcionar-sem-licitacao-decide-stf\/"},"modified":"2015-08-10T01:07:44","modified_gmt":"2015-08-10T01:07:44","slug":"franquias-dos-correios-nao-podem-funcionar-sem-licitacao-decide-stf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/franquias-dos-correios-nao-podem-funcionar-sem-licitacao-decide-stf\/","title":{"rendered":"Franquias dos Correios n\u00e3o podem funcionar sem licita\u00e7\u00e3o, decide STF"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Folha de S. Paulo<br \/>28\/12\/2012<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os <strong>Correios<\/strong> n&atilde;o podem prorrogar contratos de franquia postal firmados sem licita&ccedil;&atilde;o, segundo decis&atilde;o liminar do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Joaquim Barbosa, concedida nesta sexta-feira (28).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A liminar em favor dos Correios contraria a decis&atilde;o do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1&ordf; Regi&atilde;o) que permitia a posterga&ccedil;&atilde;o de contratos que venceram em setembro deste ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A decis&atilde;o do TRF-1 atendia a uma a&ccedil;&atilde;o ajuizada pela Abrapost (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Empresas Prestadoras de Servi&ccedil;os Postais).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A entidade tenta assegurar que as franquias concedidas antes da vig&ecirc;ncia da Lei 11.688\/2008 permanecessem em atividade at&eacute; que novos franqueados das ag&ecirc;ncias dos Correios, contratados por meio de licita&ccedil;&atilde;o, entrassem em opera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Abrapost argumenta que suas franquias atuam apenas na fase de atendimento. O controle operacional das demais fases do ciclo postal (tratamento, expedi&ccedil;&atilde;o, transporte e distribui&ccedil;&atilde;o) permanece sendo da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Tel&eacute;grafos), diz a entidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pela presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o de atendimento, a ag&ecirc;ncia franqueada recebe comiss&atilde;o para cobrir custos de opera&ccedil;&atilde;o e de investimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At&eacute; 2008, as franquias dos Correios eram concedidas sem licita&ccedil;&atilde;o. A Lei 11.668 daquele ano, regulamentada pelo Decreto 6.639\/2008, passou a exigir o procedimento licitat&oacute;rio, fixando setembro de 2012 como prazo para a conclus&atilde;o das novas contrata&ccedil;&otilde;es. Assim, para a ECT, os antigos contratos s&atilde;o nulos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a ag&ecirc;ncia de not&iacute;cias do Supremo, Joaquim Barbosa concluiu em sua decis&atilde;o provis&oacute;ria que a decis&atilde;o anterior, do TRF-1, &#8220;coloca em xeque a confian&ccedil;a do jurisdicionado na aplica&ccedil;&atilde;o constante de regras e de princ&iacute;pios que lhes asseguram competir com seus concidad&atilde;os sem a presen&ccedil;a de vantagens artificialmente criadas&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministro disse que a quest&atilde;o n&atilde;o &eacute; recente. Em 1994, o TCU (Tribunal de Contas da Uni&atilde;o) j&aacute; questionava a constitucionalidade e a legalidade de &#8220;concess&atilde;o a particulares sem crit&eacute;rios objetivos e t&eacute;cnicos e sem processo licitat&oacute;rio&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Barbosa avaliou tamb&eacute;m que pode haver a caracteriza&ccedil;&atilde;o de les&atilde;o ao er&aacute;rio nos contratos n&atilde;o licitados, j&aacute; que as comiss&otilde;es repassadas pelos Correios n&atilde;o est&atilde;o sendo destinadas a pessoas que atendam aos requisitos legais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Folha de S. 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