{"id":12970,"date":"2019-10-22T17:00:51","date_gmt":"2019-10-22T17:00:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.adcap.org.br\/?p=12970"},"modified":"2019-10-22T17:00:51","modified_gmt":"2019-10-22T17:00:51","slug":"adcap-net-22-10-2019-privatizacao-em-foco-chile-portugal-e-brasil-veja-mais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/adcap-net-22-10-2019-privatizacao-em-foco-chile-portugal-e-brasil-veja-mais\/","title":{"rendered":"Adcap Net 22\/10\/2019 &#8211; Privatiza\u00e7\u00e3o em foco: Chile, Portugal e Brasil. &#8211; Veja mais!"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: justify;\"><strong>Privatiza\u00e7\u00f5es sufocaram poder de compra dos\u00a0<\/strong><strong>chilenos<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">Carta Capital<br \/>\n21\/10\/19<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gera\u00e7\u00e3o de aposentados p\u00f3s-reforma da Previd\u00eancia no Chile n\u00e3o conseguem fechar as contas do m\u00eas\u00a0Vendido como um exemplo de estabilidade econ\u00f4mica na Am\u00e9rica Latina, o Chile enfrenta a maior onda de contesta\u00e7\u00e3o j\u00e1 vista desde os anos 1990.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os protestos que se acentuaram no fim de semana catalisam anos de aperto financeiro das classes de renda baixa e m\u00e9dia, e se potencializam com a insatisfa\u00e7\u00e3o de uma gera\u00e7\u00e3o de aposentados com o valor baixo das pens\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A gota d\u2019\u00e1gua foi o aumento de 3,75% do valor das passagens de metr\u00f4 nos hor\u00e1rios de pico, justamente o mais utilizado pelos trabalhadores. \u201cFoi apenas um estopim de v\u00e1rios conflitos e tens\u00f5es que perpassam o modelo econ\u00f4mico chileno desde a ditadura, em 1973.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um modelo neoliberal que traz consequ\u00eancias sociais muito complicadas de serem administradas\u201d, afirma F\u00e1bio Borges, professor de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da Unila (Universidade Federal da Integra\u00e7\u00e3o Latino-Americana).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 simb\u00f3lico porque o Chile, por muito tempo, foi considerado um exemplo na condu\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, com maior estabilidade e crescimento. Mas o que essas manifesta\u00e7\u00f5es demonstram \u00e9 que essas contradi\u00e7\u00f5es estavam presentes, por\u00e9m, provavelmente por causa do trauma da ditadura, isso n\u00e3o vinha a p\u00fablico\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00fameros invej\u00e1veis \u2013 mas popula\u00e7\u00e3o no aperto<br \/>\nCom as contas em dia, o desemprego e a infla\u00e7\u00e3o sob controle, o pa\u00eds \u00e9 visto como modelo por governos conservadores como o do presidente Jair Bolsonaro. Olhados isoladamente, os \u00edndices macroecon\u00f4micos de fato s\u00e3o de fazer inveja: o pa\u00eds cresce acima da m\u00e9dia latino-americana, a 2,5%, o \u00edndice de desemprego \u00e9 est\u00e1vel, em torno de 7% \u2013 gra\u00e7as a um mercado de trabalho flex\u00edvel \u2013, e a d\u00edvida p\u00fablica n\u00e3o ultrapassa os 25% do PIB.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde a ditadura, os sucessivos governos chilenos seguem os preceitos da ortodoxa Escola de Chicago, que formou economistas como o brasileiro Paulo Guedes. N\u00e3o \u00e0 toa, o modelo chileno de aposentadorias, privatizado e por capitaliza\u00e7\u00e3o, inspirou a proposta do governo de reforma das pens\u00f5es no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, a gera\u00e7\u00e3o de aposentados p\u00f3s-reforma no Chile agora n\u00e3o consegue fechar as contas do m\u00eas \u2013 os benef\u00edcios chegam a ser de apenas 60% do sal\u00e1rio m\u00ednimo, ressalta Jorge Mu\u00f1oz, especialista em sociologia do trabalho e estudos comparativos entre Europa e Am\u00e9rica Latina, da Universidade de Brest, na Fran\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNestes \u00faltimos anos, est\u00e3o se aposentando os primeiros chilenos que pararam de trabalhar desde a ado\u00e7\u00e3o deste sistema. Essa situa\u00e7\u00e3o gera, em parte, os protestos atuais, porque os aposentados est\u00e3o se dando conta de que o que foi prometido em termos de recursos n\u00e3o foi alcan\u00e7ado\u201d, indica o professor chileno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cDesde que o Chile ingressou na OCDE, teve de entrar nos padr\u00f5es comparativos da organiza\u00e7\u00e3o e ficou evidente que \u00e9 um dos pa\u00edses mais desiguais, inclu\u00eddo na compara\u00e7\u00e3o com outros da Am\u00e9rica Latina. Os sal\u00e1rios s\u00e3o muito baixos, por exemplo\u201d, frisa Mu\u00f1oz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cMais de 50% dos chilenos ganham menos de 400 mil pesos por m\u00eas, cerca de R$ 2.800. Parece bom, mas se consideramos o custo de vida no Chile, que \u00e9 alt\u00edssimo, sobretudo na capital, torna-se uma situa\u00e7\u00e3o muito dif\u00edcil de administrar para a maioria dos chilenos, na vida cotidiana.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resultado: o endividamento das fam\u00edlias atinge \u00edndices preocupantes, com um ter\u00e7o dos adultos sem conseguir chegar no fim do m\u00eas sem contar com a ajuda de um cr\u00e9dito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cComo toda a l\u00f3gica econ\u00f4mica girou em torno das privatiza\u00e7\u00f5es, muitas pessoas recorrem a empr\u00e9stimos para terem acesso a uma educa\u00e7\u00e3o de qualidade, ou resolver um problema de sa\u00fade emergencial\u201d, pontua Borges.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO setor financeiro \u00e9 muito din\u00e2mico, mas em detrimento a uma estabilidade de renda das pessoas, que ficam vulner\u00e1veis em troca de ter uma condi\u00e7\u00e3o m\u00ednima de vida.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O professor da Unila avalia que a tens\u00e3o social atual coloca em cheque o modelo ultraliberal adotado pelo pa\u00eds, sem que os problemas estruturais de base n\u00e3o tenham sido solucionados previamente. Essa situa\u00e7\u00e3o, sublinha, se repete em outros pa\u00edses latino-americanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNa Am\u00e9rica Latina, as pol\u00edticas neoliberais agravam o problema\u201d, destaca Borges. \u201cNa Europa, j\u00e1 houve uma etapa de constru\u00e7\u00e3o do Estado de bem-estar social: em algum momento, eles atacaram os problemas de desigualdades, viabilizaram os direitos trabalhistas, \u00e0 sa\u00fade e a infraestruturas. Na Am\u00e9rica Latina, n\u00f3s nunca passamos dessa primeira etapa.\u201d<\/p>\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><strong>O que est\u00e1 acontecendo no Chile?\u00a0<\/strong><strong>Especialistas explicam<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uol<br \/>\n21\/10\/19<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Chile vive uma onda de protestos violentos, com confrontos entre manifestantes e policiais. As manifesta\u00e7\u00f5es tiveram in\u00edcio contra um aumento na tarifa do metr\u00f4, mas logo passaram a contestar as pol\u00edticas do governo de Sebasti\u00e1n Pi\u00f1era. Em tr\u00eas dias, 11 pessoas morreram e pelo menos 1.500 foram detidas. Pr\u00e9dios foram incendiados, e estabelecimentos comerciais, saqueados. Em Santiago, mais de 10 mil soldados do Ex\u00e9rcito passaram a patrulhar as ruas por ordem de Pi\u00f1era, que decretou estado de emerg\u00eancia e toque de recolher nas principais cidades do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O presidente chileno, que h\u00e1 cerca de um m\u00eas classificou o pa\u00eds como um &#8220;o\u00e1sis de paz&#8221;, afirmou na noite de ontem que o Chile est\u00e1 em &#8220;guerra&#8221;. Especialistas apontam a desigualdade socioecon\u00f4mica, a privatiza\u00e7\u00e3o e a baixa qualidade dos servi\u00e7os p\u00fablicos (entre eles, os sistemas de transporte e previd\u00eancia) como fatores que explicam os protestos no Chile. Entenda, em tr\u00eas pontos, o que est\u00e1 acontecendo no pa\u00eds:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aumento da tarifa do metr\u00f4 e a &#8220;gota d&#8217;\u00e1gua&#8221; Convocados inicialmente pelas redes sociais, os protestos come\u00e7aram por conta do aumento nos bilhetes do metr\u00f4 em Santiago, que subiram o equivalente a R$ 0,20 para os hor\u00e1rios de pico \u2014a tarifa, com o aumento, \u00e9 equivalente a R$ 4,73 (em S\u00e3o Paulo, ela \u00e9 de R$ 4,30; no Rio, de R$ 4,60). Em resposta ao aumento da passagem, manifestantes depredaram esta\u00e7\u00f5es de metr\u00f4 na capital e promoveram entradas em massa sem pagar a passagem, pulando as catracas de acesso \u00e0s plataformas de embarque.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maur\u00edcio Santoro, professor de rela\u00e7\u00f5es internacionais da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), diz que a alta no pre\u00e7o foi &#8220;simplesmente a gota d&#8217;\u00e1gua em um mal-estar econ\u00f4mico mais amplo&#8221;. Segundo ele, esse &#8220;mal-estar econ\u00f4mico&#8221; est\u00e1 relacionado a um contraste entre o crescimento econ\u00f4mico nos \u00faltimos anos e a realidade de problemas estruturais do pa\u00eds, como a desigualdade social e a baixa qualidade dos servi\u00e7os p\u00fablicos. &#8220;Tudo isso vai se acumulando e chega um momento em que explode&#8221;, afirma o professor, que aponta ainda similaridades entre os protestos de hoje no Chile e as manifesta\u00e7\u00f5es contra o aumento da passagem de \u00f4nibus no Brasil em 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Andras Uthoff, professor da Faculdade de Economia e Neg\u00f3cios da Universidade do Chile, afirmou em entrevista ao blogueiro Leonardo Sakomoto que os <strong>protestos tamb\u00e9m podem ser relacionados \u00e0 privatiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos.<\/strong> &#8220;\u00c9 uma manifesta\u00e7\u00e3o contra o abuso que tem significado a privatiza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os p\u00fablicos com cobran\u00e7as que a grande maioria n\u00e3o pode pagar, ficando exclu\u00edda de bons servi\u00e7os de sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, transporte, moradia, \u00e1gua, luz, energia&#8221;, disse. Aos gritos de &#8220;basta de abusos&#8221; e com o lema que dominou as redes sociais &#8220;ChileAcordou&#8221;, os manifestantes criticam o modelo econ\u00f4mico do pa\u00eds, com acesso \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o praticamente privado, elevada desigualdade social, aposentadorias baixas e alta do pre\u00e7o dos servi\u00e7os b\u00e1sicos. A manifesta\u00e7\u00e3o n\u00e3o tem um l\u00edder definido e nem uma lista precisa de exig\u00eancias. O Chile \u00e9 o pa\u00eds mais desigual entre os membros da OCDE (Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico). Em 2015, o pa\u00eds tinha um coeficiente Gini, que mede a desigualdade de renda em uma escala de zero a 1 (quanto mais alto, maior \u00e9 a desigualdade), de 0,51. A m\u00e9dia dos pa\u00edses da OCDE \u00e9 de 0,32.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Administrado pela empresa estatal chilena Metro S.A., o metr\u00f4 de Santiago \u00e9 considerado um dos sistemas de transporte mais modernos da Am\u00e9rica Latina. Hoje, o metr\u00f4 de Santiago tem sete linhas e 136 esta\u00e7\u00f5es. Com 140 km de extens\u00e3o, a rede \u00e9 a maior da Am\u00e9rica do Sul e a segunda maior da Am\u00e9rica Latina, ficando atr\u00e1s apenas do metr\u00f4 da Cidade do M\u00e9xico. O metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo, por exemplo, tem uma rede de 97 km de extens\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Escalada de viol\u00eancia, Ex\u00e9rcito nas ruas e estado de emerg\u00eancia Em meio aos protestos na sexta-feira (18), al\u00e9m das depreda\u00e7\u00f5es a esta\u00e7\u00f5es de metr\u00f4, pr\u00e9dios como a sede da Enel (empresa de energia el\u00e9trica do Chile) e do Banco do Chile foram incendiados. Houve ainda confrontos com a pol\u00edcia, que estabeleceu um per\u00edmetro de seguran\u00e7a na sede do governo. No in\u00edcio da noite de sexta, o presidente Pi\u00f1era anunciou o fechamento do metr\u00f4. Ele tamb\u00e9m invocou a Lei de Seguran\u00e7a do Estado \u2014legisla\u00e7\u00e3o que prev\u00ea penas mais duras a quem causar danos ou impedir o funcionamento de estabelecimentos p\u00fablicos e privados de servi\u00e7os b\u00e1sicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os protestos, no entanto, continuaram, e na madrugada de s\u00e1bado (19), Pi\u00f1era decretou estado de emerg\u00eancia em Santiago e outras cidades do pa\u00eds. O Ex\u00e9rcito passou a patrulhar as ruas em uma tentativa de controlar pontos estrat\u00e9gicos, como centrais de abastecimento de \u00e1gua, eletricidade e cada uma das 136 esta\u00e7\u00f5es de metr\u00f4. Foi a primeira vez desde a volta da democracia no Chile, em 1990, que militares voltaram \u00e0s ruas no pa\u00eds. Nas noites de s\u00e1bado e domingo, o governo chileno tamb\u00e9m decretou toque de recolher nas principais regi\u00f5es do pa\u00eds. Mesmo assim, os confrontos e dist\u00farbios permaneceram durante a madrugada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de recuo no aumento, protestos continuam Logo no s\u00e1bado, Pi\u00f1era anunciou que mandou um projeto para o Congresso suspendendo o aumento na tarifa do metr\u00f4. Mas o recuo n\u00e3o foi suficiente para interromper as manifesta\u00e7\u00f5es. &#8220;Chega um momento, quando as pessoas percebem o tamanho que esse movimento de protestos assumiu, em que muita coisa acaba vindo \u00e0 tona. Os pr\u00f3prios manifestantes descobrem a sua capacidade de influenciar a agenda p\u00fablica, a condu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica&#8221;, avalia Santoro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Acho que muito dessas dificuldades de longo prazo v\u00e3o ser colocadas na rua agora: as ansiedades do povo chileno com rela\u00e7\u00e3o a emprego, a desigualdade e \u00e0 m\u00e1 qualidade dos servi\u00e7os p\u00fablicos&#8221;, analisa o especialista. Um novo dia de protestos foi convocado para hoje por estudantes secundaristas. Em Santiago, apenas uma linha do metr\u00f4 est\u00e1 aberta e os servi\u00e7os de \u00f4nibus est\u00e3o sendo subsidiados.<\/p>\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><strong>Mais de 20 mil afetados pelo fecho do \u00fanico\u00a0<\/strong><strong>posto de correios de Monte da Caparica<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">Zero Zero<br \/>\n21\/10\/19<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Clique <strong><a href=\"https:\/\/www.zerozero.pt\/news_rss.php?id=142112&amp;fbclid=IwAR088WP5FA5YdBoh4Wm54psme3v_4ukTRzbqhCd6DpCjm6vmj435mZm5Utw\">AQUI <\/a><\/strong>para assistir a mat\u00e9ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dezenas de pessoas concentraram-se esta manh\u00e3 \u00e0 porta do ed\u00edficio a exigir a continua\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o p\u00fablico na freguesia.<\/p>\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><strong>Mauro Nazif defende fortalecimento dos\u00a0<\/strong><strong>correios na comiss\u00e3o do trabalho<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">C\u00e2mara<br \/>\n17\/10\/19<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em audi\u00eancia na Comiss\u00e3o do trabalho, na \u00faltima quarta, 16, na C\u00e2mara dos Deputados em Bras\u00edlia, o deputado federal Mauro Nazif defendeu o fortalecimento dos Correios e criticou a <strong>privatiza\u00e7\u00e3o <\/strong>do setor el\u00e9trico em Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Durante a reuni\u00e3o foi apreciado projeto de autoria do Deputado Federal Andr\u00e9 Figueiredo (PDT\/CE) e teve relatoria da Deputada Fl\u00e1via Morais (PDT\/GO), que trata do fortalecimento dos <strong>Correios<\/strong>. \u201cA manuten\u00e7\u00e3o dos Correios significa dizer que defendemos a soberania do pa\u00eds, mais economia para a popula\u00e7\u00e3o e os Correios chegam aonde ningu\u00e9m chega\u201d diz Nazif.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, citou como exemplo a privatiza\u00e7\u00e3o do setor el\u00e9trico em Rond\u00f4nia e em outros cinco estados onde se instalou a empresa ENERGISA, que tem feito a popula\u00e7\u00e3o pagar caro pela energia el\u00e9trica consumida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao final das discuss\u00f5es e vota\u00e7\u00f5es, o projeto de lei foi aprovado na Comiss\u00e3o de Trabalho, de Administra\u00e7\u00e3o e Servi\u00e7o P\u00fablico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acesso a link de v\u00eddeo sobre o tema:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/DrMauroPVH\/videos\/402142084038283\/\">https:\/\/www.facebook.com\/DrMauroPVH\/videos\/402142084038283\/<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Dire\u00e7\u00e3o Nacional da ADCAP.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Privatiza\u00e7\u00f5es sufocaram poder de compra dos\u00a0chilenos Carta Capital 21\/10\/19 Gera\u00e7\u00e3o de aposentados p\u00f3s-reforma da Previd\u00eancia no Chile n\u00e3o conseguem fechar as contas do m\u00eas\u00a0Vendido como um exemplo de estabilidade econ\u00f4mica&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_editorskit_title_hidden":false,"_editorskit_reading_time":0,"_editorskit_is_block_options_detached":false,"_editorskit_block_options_position":"{}","footnotes":""},"categories":[3,43],"tags":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12970"}],"collection":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12970"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12970\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12970"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12970"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adcap.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12970"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}